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quinta-feira, 27 de junho de 2013

Corra sem riscos


Confira as partes do corpo que mais sofrem quando você desrespeita seus limites. E descubra como protegê-las
Coração
Segundo pesquisa realizada pelo Hospital Geral de Massachusetts (EUA), correr distâncias muito longas pode aumentar o risco de problemas cardíacos. O estudo foi feito com 60 pessoas que completaram os 42 km da Maratona de Boston (EUA). Em cada dez atletas, seis apresentaram aumento no nível de troponina, substância que indica danos às células do coração. “A `overdose¿ de um atividade benéfica para a saúde pode aumentar os riscos de um ataque cardíaco”, diz o americano Arthur Siegel, um dos autores do estudo.
Fique longe do abismo – Consulte seu cardiologista periodicamente para saber como está seu coração. “Faça ao menos uma vez por ano eletrocardiograma, hemograma e teste ergoespirométrico, que fornece o limite da frequência cardíaca para se exercitar com segurança”, diz Nabyl Ghorayeb, doutor em cardiologia pela Universidade de São Paulo (USP). Ao correr, monitore com um frequencímetro os batimentos cardíacos e evite que eles fiquem acima do limiar determinado para seu treino.
Músculos
A maioria das lesões musculares (distensões, estiramentos) é consequência da fadiga acumulada pelo excesso de corrida ou de treinos em alta velocidade. “Se você exigir muito de um músculo e não der tempo para ele se recuperar, no próximo treino pode haver ruptura das fibras”, explica Jomar Souza, presidente da Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte (SBMEE).
Fique longe do abismo – Seu sistema cardiovascular se recupera mais rápido do que seus músculos e suas articulações. “Portanto, mesmo que não tenha a sensação de cansaço, alterne dias de treino com outros de descanso para que todo seu organismo tenha tempo de se regenerar”, orienta Darlan Duarte, especialista em biomecânica do esporte e treinamento desportivo e diretor técnico da assessoria de corrida Pacefit, em São Paulo. E não ignore a dor. Ela é sinal de que algo está errado com seu corpo (veja boxe Decifre a Dor). Se sentir incomôdos fortes, aborte o treino. Isso é melhor do que sofrer uma lesão, certo?
Articulações
O impacto e os movimentos repetitivos das passadas sobrecarregam tornozelos, joelhos e as ligações entre os ossos dos pés, das pernas, do quadril e da coluna. “Isso pode causar problemas, como tendinite [inflamação] no tendão de aquiles ou no patelar e desgaste nas articulações”, alerta Moisés Cohen, chefe do Departamento de Ortopedia e Traumatologia da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e diretor do Instituto Cohen de Ortopedia, Reabilitação e Medicina do Esporte, em São Paulo.
Fique longe do abismo Além de respeitar o período de recuperação do seu corpo, alternar a corrida com atividades de baixo impacto – como caminhada, natação e ciclismo – é uma boa para minimizar a sobrecarga nas articulações. Mais: evite treinar apenas em pisos duros, como concreto e asfalto. “Correr em terrenos macios, como grama, areia e terra, diminui o risco de lesões nas articulações e nos músculos”, afirma Nelson Evêncio, presidente da Associação dos Treinadores de Corrida de São Paulo (ATC).
Ossos
As constantes batidas dos pés no chão causam microlesões em seu esqueleto. “Se não houver descanso suficiente para a recuperação dessas fissuras, podem ocorrer fraturas por estresse. As mais comuns são na tíbia (osso da canela) e no metatarso (ossos dos pés)”, explica Cohen.
Fique longe do abismo – “Utilizar tênis com bom amortecimento e adequado a seu tipo de pisada ajuda a prevenir essas fraturas”, diz Cohen. Além disso, evite grandes aumentos no volume de treino (tempo ou distância). “Respeitar a evolução gradual do organismo faz com que seus ossos se acostumem com a carga do exercício e possam se fortalecer”, afirma Souza.
Pés
O atrito e a pressão provocados pelo tênis durante a corrida podem causar bolhas, calos ou deixar suas unhas pretas – às vezes elas até chegam a cair. Ou seja, seus pés vão ficar em frangalhos.
Fique longe do abismo – Treine com meias sem costura e evite utilizar calçados muito largos, apertados (confira boxe Acerte na Escolha, na página seguinte) ou que não estão “amaciados”. “Antes de correr com um tênis novo, use-o por alguns dias para trabalhar, passear, dirigir. Assim, ele vai se acomodar melhor ao formato do seu pé”, orienta Souza. Passar vaselina nos pés também é uma boa para reduzir o atrito.
“Seu sistema cardiovascular se recupera mais rápido do que seus músculos e suas articulações. Portanto, mesmo que não se sinta cansado, alterne dias de treinos com dias de descanso para que todo seu corpo possa se regenerar”
Decifre a dor - Saiba diferenciar os incômodos normais de uma corrida dos de uma lesão
  • A dor muscular por causa de um esforço físico intenso costuma durar até 72 horas, depois desaparece. Já a decorrente de uma lesão persiste após esse período, e pode aumentar gradualmente de intensidade.
  • O desconforto comum do treino costuma mudar de local (um dia é no tornozelo, em outro no joelho) e tem intensidade variada. “O de uma contusão segue um padrão de dor, é sempre no mesmo lugar e ocorre periodicamente”, diz Duarte.
  • O incômodo muscular causado pelo exercício geralmente diminui depois do aquecimento ou de um bom alongamento.
Seque a pança correndo!
O treinador Darlan Duarte preparou um treino para você perder peso na boa, sem detonar seu corpo
SEGUNDA
5 min CA + Faça 2 x 15 min LE e 5 min CA
TERÇA
Musculação
QUARTA
10 min CA + Faça 6 x 4 min MO e 3 min CA
QUINTA
Musculação
SEXTA
Descanso
SÁBADO
10 min CA + Faça 3 x 12 min LE e 3 min CA
DOMINGO
Descanso
ENTENDA AS SIGLAS DO SEU TREINO
CA – Caminhada (até 55% da FCM*)
LE – Corrida leve (entre 55% e 65% da FCM*)
MO – Corrida moderada (entre 65% e 75% da FCM*)
* FCM – Frequência cardíaca máxima (para descobri-la, subtraia sua idade de 220)

quarta-feira, 26 de junho de 2013

A dor interfere no movimento, alterando-o.



Propõe-se que a dor geralmente deve-se a uma descarga do sistema músculo-esquelético, para proteger o tecido lesionado de mais dor ou lesão. No entanto, estes efeitos sobre os movimentos funcionais, como caminhar, têm sido pouco explorados. Este estudo investigou as mudanças que ocorrem nos padrões de marcha durante a dor experimental induzida (injeção de soluções salinas hipertônicas) no músculo bíceps femoral.

As principais conclusões foram que a dor induzida no músculo bíceps femoral levou à redução da extensão do quadril durante a primeira fase, e redução da flexão e rotação lateral do joelho durante a posterior fase de apoio. A redução dos momentos de articulação do quadril e joelho indica mudanças adaptativas no padrão de movimento que persiste para além da percepção da dor consciente. Contudo, a dor não resultou em qualquer alteração da cinemática articular, velocidade de caminhada ou variáveis de EMG. Isto indica um sistema adaptativo à dor altamente sofisticado capaz de reduzir a carga em estruturas específicas. A falha deste sistema tão sincronizado e afinado especula-se ser importante na transição da dor aguda para a dor crônica.


Conclusão: As alterações são específicas para o tecido doloroso e o presente estudo fornece suporte à teoria de que a dor musculoesquelética é um sinal de proteção, levando a mudanças nos padrões de movimento que servem para descarregar o tecido doloroso/lesionado durante os movimentos funcionais. 

 De: Henriksen et al, J Electromyogr Kinesiol 21 (2011) 746-753. Todos os direitos reservados a Elsevier Ltd.

Traduzido por: Sofia Ferreira, Fisioterapeuta.

sábado, 22 de junho de 2013

O nome da sua dor


A coluna vertebral sustenta seu corpo e permite a maioria dos seus movimentos. Quando você anda, treina, senta, ela está trabalhando. Infelizmente, você provavelmente só lembra dela quando o incômodo aparece. Dor nas costas é uma doença crônica comum no Brasil, segundo estudo da Escola Nacional de Saúde Pública. Na pesquisa, que ouviu mais de 12 mil brasileiros, 36% das pessoas afirmaram sofrer constantemente com o problema. Mas dessas, só 68% já foram ao médico para tentar descobrir o motivo dele. Isso porque, segundo os especialistas, a maioria dos casos de dores nas costas desaparece por si só em até quatro dias. “Dos casos que chegam ao consultório, 90% não vão exigir mais que algumas semanas de repouso e medicação”, diz Pil Sun Choi, ortopedista de São Paulo e presidente da Federação Mundial de Cirurgia Minimamente Invasiva de Coluna. Mas se a dor vem e volta por mais de mês, o quadro é considerado crônico, e aí, meu amigo, tem de cuidar mesmo. “Deve-se manter boa postura, usar cadeiras adequadas, fazer alongamento e realizar atividades esportivas regulares” enumera Wilson Dratcu, ortopedista de São Paulo e diretor do Comitê de Cirurgia Minimamente Invasiva de Coluna da Sociedade Brasileira de Coluna. Aqui, os médicos apontam os cinco principais motivos de dor nas costas nos homens e o que fazer para fugir deles.
1. Lombalgia
Essa é a dor de origem muscular por excesso de esforço. Sabe aquela força que você deu na mudança do brother? Pois é. Também podem ser culpados os erros posturais, como cadeiras inadequadas no trabalho, manter-se o dia todo sentado, não alongar-se diariamente. “Esses deslizes causam agressões na estrutura muscular e ligamentar da coluna e provocam uma resposta inflamatória local. Com isso, há dor e limitação de movimentos”. explica Daniel Jorge, ortopedista e traumatologista especializado em cirurgias da coluna do Hospital das Clínicas, em São Paulo.
Se rolar com você – Procure o médico – você vai precisar de anti-inflamatórios para controlar a dor. Também é bom pegar leve no treino por um tempo. Mas não precisa ficar largado no sofá. Segundo pesquisa publicada no jornal Physical Therapy (EUA), exercícios de baixo impacto ajudam, na recuperação.
Evite a furada – “O essencial é manter os músculos do core e das costas com bom tônus e alongar-se diariamente”, diz Jorge.
2. Doença nos discos
O maior exemplo é a hérnia discal. Você já deve ter ouvido falar, mas sabe o que é? “O disco é uma cartilagem localizada entre as vértebras, que sofre desgaste natural com a idade. Se não cuidar, ele pode romper, pressionando os nervos e causando dor intensa”, explica Sun Choi.
Se rolar com você – Se receber este diagnóstico, seu médico provavelmente vai receitar repouso intenso e medicação. Em algumas situações é necessária a intervenção cirúrgica. Mas sem susto. “O paciente hoje conta com uma gama de opções minimamente invasivas, como retirada de hérnias por videoartroscopia ou redução de discos por radiofrequência”, afirma Jorge.
Evite a furada – Se nunca pensou sobre o assunto, tente experimentar uma aula de RPG ou pilates. Não, não são aulas apenas para mulheres. As modalidades ajudam a ganhar espaçamento intervertebral, fortalecer musculatura paravertebral e abdominal, prevenindo a hérnia.
3. Artrose da coluna e “Bico de Papagaio”
Com o tempo, suas articulações começam um processo de degeneração e vão perdendo as cartilagens que as revestem. Isso causa instabilidade na coluna. E dor! O processo é natural do envelhecimento, mas também pode ocorrer precocemente por excesso de esforço: esportes de muito impacto e carga exagerada nos treinos aumentam a solicitação das cartilagens.
Se rolar com você – O primeiro passo do tratamento é tentar devolver estabilidade às articulações com fortalecimento muscular da região (quando os tendões não dão conta, são os músculos que sustentam os ossos). Em casos mais graves, há necessidade de intervenção cirúrgica para fixar as vértebras envolvidas por videoscopia.
Evite a furada – Fortaleça os músculos em torno da coluna. Segundo pesquisa canadense, fazer rotações de torso com kettlebell trabalha essa região. Importante: quando sentir dor nas costas, reduza impacto e cargas durante o treino. Antes de começar qualquer série, converse com o treinador para saber qual o peso ideal, assim você evita sobrecarga das articulações.
4. Fraturas
Essas lesões ocorrem por traumas e acidentes. A fratura existe quando há um achatamento das vértebras. Como resultado, elas pressionam nervos, causando dor e, por vezes, sequelas mais graves, como a paralisia. “Mas outra vilã comum é a insuficiência óssea – caso de quem tem osteoporose, uma doença cada vez mais comum também nos homens”, alerta Jorge.
Se rolar com você – Claro, fraturas provocadas por acidentes de carro ou moto provavelmente vão levar você a um centro cirúrgico (bate na madeira!). Mas as lesões menores são tratadas com coletes, repouso, medicações e fisioterapia de reabilitação. Em casos mais graves, cirurgia. “Hoje, conseguimos corrigir fraturas da coluna usando apenas pequenos furos na pele: por eles passamos uma cânula que chegará à vértebra atingida por meio de videoscopia. Depois, inflamos um balão que corrige a altura da vértebra”, explica Jorge.
Evite a furada – Além de dirigir com cuidado (cinto de segurança, nada de beber… você já sabe!) proteja seus ossos. Ingira alimentos com cálcio e tome sol diariamente (leia mais sobre como fortalecer o esqueleto em Osso Duro de Roer na página 26).
5. Espondilolistese
Esse é o nome de uma instabilidade que ocorre entre as vértebras. “Quando elas não estão bem encaixadas, podem movimentar-se. Isso resulta em pressão nos nervos e dor. Isso pode rolar já na infância, por uma falha congênita, ou na idade adulta por desgaste de articulações que sustentam a vértebra”, cita Jorge. O desgaste em adultos pode ser culpa de fraturas ou do enfraquecimento dos ossos.
Se rolar com você – Geralmente fisioterapia dá conta do recado. Mas, dependendo do grau de instabilidade e da dor do paciente, pode ser necessário entrar na faca. Aí, o médico faz a descompressão dos nervos e fixa as vértebras com ajuda de parafusos.
Evite a furada – O principal a ser feito é realizar exercícios com maior ênfase em fortalecer a musculatura paravertebral e abdominal. Neste caso, o pilates pode ser ótimo aliado. Além disso, é importante fortalecer a estrutura óssea.
Estressado?Pode ser a causa ou a consequência da dor
Estresse no trabalho pode gerar dor nas costas. “A tensão leva à contração da musculatura paravertebral (que fica em torno da coluna) e a microrrupturas musculares” diz Jorge. Além disso, estudo publicado no jornal Pain (EUA) mostrou que a ansiedade diminui a produção de serotonina, aumentando a sensação de dor.
Mas, o contrário também vale. Segundo pesquisadores da Universidade Estadual de São Francisco (EUA), a má postura corporal piora o humor e pode até causar estresse e depressão. “Saia dessa cuidando da postura enquanto trabalha e praticando alongamento, de preferência duas vezes ao dia”, aconselha o médico.

Revista MHManuela Biz

sexta-feira, 21 de junho de 2013

Massagens nos esportes

Massagem na Competição

A massagem antes e após uma competição tem objetivos distintos, então vejamos:

Massagem Antes: A massagem antes de uma competição é usada como um suplemento ao atleta na hora do aquecimento pois melhora a circulação e reduz o excesso de tensão tanto mental como dos músculos. A massagem também melhorar a flexibilidade dos tecidos, preparando o atleta para sua performance máxima.


Massagem Depois: A massagem depois de uma competição tem como principal objetivo a redução dos espasmos musculares e produtos liberados pelo metabolismo durante exercícios vigorosos. Diversas técnicas de massagem desportiva aceleram o processo de recuperação do corpo, melhorando o retorno dos atletas aos altos níveis de treinamento e competição, reduzindo assim o risco de contusões.

Massagem de Manutenção

Os treinadores sabem que para manterem seus atletas no topo da forma física exige um programa regular de prevenção e manutenção assim como tratamento no local onde os exercícios são realizados tanto antes e depois.
Contusões, torções, escoriações e outras formas de acidentes requerem tratamentos variados para acelerarem a recuperação e reduzirem o desconforto. O terapeuta massagista pode ajudar nestas situações.

Um programa de manutenção efetivo está baseado no entendimento que o terapeuta massagista deve ter de anatomia combinados com um experiente conhecimento de quais músculos são mais ou menos solicitados durante a execução de um determinado esporte ou atividade física.

De posse desta informação ele poderá trabalhar um músculo em particular ou grupo de músculos assim como tecidos específicos, ajudando assim o atleta a manter ou melhorar a amplitude de seus movimentos bem como a flexibilidade dos músculos. A objetivo básico do programa de manutenção é ajudar o atleta a alcançar um ótima performance através de um treinamento livre de contusões.

quinta-feira, 20 de junho de 2013

Massagem anatripsis



ANATRIPSIS E AS DERIVAÇÕES GREGAS
Na antiga Grécia já se ouvia contar as histórias de Keiron, o Centauro que ensinou as artes da manipulação aos homens 3.000 a 1.200 a.c,segundo as historiadores como:Homero,Heráclito,Parmenas e Plínio). Após as técnicas de Hipócrates 380 a.c. as manipulações corporais ganhariam a “Anatripsis”, ou seja, um ancestral da massoterapia, uma forma de passar óleos e manipular todo o corpo com técnicas primitivas. 

Sem saber, atenienses e espartanos, utilizavam esta técnica e as empregavam durante as guerras ,entre as batalhas para recuperação dos guerreiros. Tais técnicas eram bem aceitas nas tropas (Hoplitas) espartanas, pois após o dia de confronto, serviam para recuperar os guerreiros e deixa-los aptos no dia seguinte, isso causava certa curiosidade às tropas inimigas, pois o vigor grego era uma mistura de preparo físico com recuperação através da primitiva Anatripsys. 

Historiadores observaram que de uma forma especial às técnicas de manipulação serviam para aliviar os corpos cansados e recuperar a capacidade muscular para continuar as guerras. O legado da Anatripsys ficou guardado nas cidades gregas como Tessalia, Corinto, Cireni e Atenas para as formações de Klinicos e Therapeuthens como disciplina obrigatória após a escola hipocrática. 

Anos depois os estudos de Claudius Galeno (200d.c) a massoterapia voltaria a ganhar notoriedade no universo de saúde.
A Arte da massoterapia sempre esteve auxiliando no bem estar em todo o mundo.

“Quem não tem história não possui uma identidade – Terapia por massagem é saúde, ontem, hoje e sempre”.


ABRAMC

quarta-feira, 19 de junho de 2013

A importância da flexibilidade para o atleta





Todos os atletas devem reservar algum tempo em suas rotinas para a prática de exercícios de alongamento, estes melhoram a flexibilidade e a amplitude dos movimentos.

Horários mais adequados para fazer os alongamentos: De preferência, o atleta deve fazer as sessões de alongamentos em horários diferentes das suas outras atividades físicas. Antes de iniciar um exercício, o importante é aquecer o corpo, e não alongar. Ao término do exercício, o ideal é relaxar, descansar.

Cuidados ao se alongar: Apesar de serem exercícios aparentemente leves, os alongamentos podem machucar. Quando há excesso, algumas fibras musculares se rompem, o que provoca dor e desconforto, e pode até limitar o atleta a realizar outras atividades. Por isso, não é correto fazer o alongamento após a atividade física, quando o corpo está quente, e fica mais difícil perceber o excesso de força sobre s articulações.

Prevenção de lesões: Um corpo alongado, com boa amplitude articular evita lesões, portanto o alongamento deve fazer parte da rotina do atleta sempre.

Com passar dos anos, perdemos tanto a amplitude dos movimentos, como a força muscular, por isso os exercícios de alongamento e de resistência devem fazer parte da rotina de todas as pessoas. Lembre-se que o alongamento não deve ser doloroso, a dor é um sinal de “pare”. Alongue com cuidado, respirando de forma lenta e contínua. Fique atento aos sinais de seu corpo quando ele diz que você pode ir adiante, ou deve parar.

terça-feira, 18 de junho de 2013

Massagem para manguito rotador: Massagem Deep Tissue Para Tendinite


Indivíduos que sofrem de tendinite do manguito rotador, queixam-se de dor no ombro, na parte superior da ponta e ombro do braço. A dor pode ser agravada quando tentativa é feita para puxar, empurrar, levantar ou chegar para objetos. Os principais sintomas incluem fraqueza e dor muscular no ombro.

Massagem para tendinite do manguito rotador

Massagem é considerada uma das melhores técnicas para aumentar o fluxo de sangue na área afetada, o que por sua vez fornece a nutrição e oxigenação, o que acelera a cicatrização. Massagem terapêutica tem ainda benéfico na redução da formação de tecido cicatricial.


Cicatrizes podem resultar em dificuldade de locomoção e recorrência de problema semelhante no futuro.

Massagem profunda para manguito rotador

Massagem terapêutica dos tecidos profundos é considerado altamente benéfico quando lesões dos tecidos moles devem ser gerenciados. Além de proporcionar a estimulação local, a terapia de massagens estimula a produção de anti-stress hormonal que por sua vez reduz a sensação de dor e desconforto. Massagem terapêutica é contrariada em caso de inchaço nas articulações.

Massagem Terapêutica do manguito rotador
Massagem superficial e luz pode ajudar durante a fase inicial das lesões do manguito rotador. No entanto, massagem profunda é recomendado somente após o inchaço e a dor reduziu.

Superficiais ajudas de massagem em aumentar o fluxo sanguíneo e impede a formação de tecido cicatricial, que por sua vez acelera a cura e restaura as funções normais do manguito rotador. Massagem, juntamente com terapia de gelo tem sido conhecida por fornecer o benefício profundo de cura e restabelecimento da funcionalidade da articulação.


segunda-feira, 17 de junho de 2013

Aquecimento, estratégia de prova e massagem

Corrida Eu Atleta, Rio de Janeiro (Foto: André Durão / Globoesporte.com)
Aquecimento antes da prova é importante para preparar o corpo (Foto: André Durão / Globoesporte.com)

Siga algumas medidas simples antes e depois da corrida para aproveitá-la da melhor forma possível. O aquecimento para preparar o corpo para a prova, a estratégia ao longo do percurso e a massagem e uso de gelo para aliviar as dores pós-exercício são algumas das dicas importantes. Confira abaixo:
Antes
• Aquecimento: aquecer é fundamental antes de correr. O aquecimento aumenta a frequência cardiorrespiratória, a irrigação sanguínea para os músculos e lubrifica as articulações, preparando o corpo para a atividade física. Faça uma corrida em ritmo leve (trote) por pelo menos 10 minutos, dê alguns saltos pequenos saltos no lugar e movimente as articulações. Com o inverno chegando e a temperatura caindo o aquecimento é ainda mais importante.
Depois
• Estratégia: 5 e 10 km são provas relativamente rápidas, mas não comece a correr já no seu ritmo mais forte. Poupar o corpo no inicio e dar um gás do meio para o final da prova em geral resulta em tempo bom e menos lesão. Olhe o percurso antes da prova e se prepare para ele.
• Massagem: uma auto-massagem nas pernas e pés ajuda a aliviar a tensão muscular após o esforço da prova. Movimentos deslizantes lentos e profundos, que não causem dor, são os ideais. Aquela história que “quanto mais forte melhor” neste momento é prejudicial. O objetivo é relaxar e não machucar.
• Gelo: se alguma articulação ou músculo ficou dolorido, inchado, quente e vermelho após a prova é sinal de que há uma inflamação.
Coloque gelo por 20 minutos e descanse. Mas a inflamação é um sinal de que houve alguma sobrecarga excessiva no corpo, que deve ser investigada para dar continuidade a sua prática de corrida de forma saudável.

sábado, 15 de junho de 2013

Os benefícios da massagem desportiva


A massagem esportiva vem sendo cada vez mais reconhecida como uma importante modalidade terapêutica e serve não apenas para tratar um determinado problema, mas para ajudar também em cada uma das fases de treinamento do atleta (cada fase com seu objetivo específico).
Entre seus principais efeitos, destacamos a diminuição dos riscos de lesão (pois remove produtos metabólicos e catabólitos, aumenta o fluxo de nutrientes e a circulação, além de aumentar a extensibilidade do tecido conjuntivo,aumenta os movimentos articulares- pelo relaxamento muscular, e ainda facilita a atividade muscular), melhora a consistência do treinamento, promove cura de lesões, reduz espasmos musculares, promovendo a função muscular normal, aumenta a confiança, aumentando a vida útil do atleta na atividade.
As principais indicações para o atleta realizar um programa de massagem são: ajudar tanto no relaxamento (pós treino ou prova), efeito estimulante (pré treino ou prova), alívio de dores, tratamento de lesões principalmente quando há edema (inchaço) e aderências (tecido cicatricial).
Objetivos: A massagem realizada na fase de condicionamento tem por objetivo promover rápida recuperação após treinamento intenso, evitar a dor muscular tardia (DMT), evitar a fadiga, além do bem estar físico.
Como tratamento, ela estimula a circulação, a quebra de aderências e ainda auxilia na manutenção da flexibilidade.
No período pré competição (pré evento), o objetivo é sempre preparar o corpo para a atividade física. Eleva a temperatura das regiões que irão sofrer maior desgaste e normalmente é realizada antes do aquecimento (de 20 a 30 minutos). Neste caso, as manobras realizadas são mais rápidas , intensas e vigorosas para “acordar” a musculatura, deixando-a mais ativa durante a prova.
Já no pós competição, o intuito é eliminar resíduos tóxicos do corpo, auxiliar na redução de dor e DMT e, havendo suspeita de lesão tecidual, pode ainda ser usada a criomassagem (massagem com gelo).
A massagem no pós evento promove uma recuperação de 2 a 3 vezes mais rápida que somente o repouso.
A massagem ainda pode ser realizada em situações especiais, enfrentada por grande número de atletas: as viagens!  Objetivando melhorar a sensação generalizada de rigidez, dores nas costas e inchaço em membros inferiores (aliás, nestes casos de inchaços e retenção líquida a drenagem linfática é uma boa pedida).

Formada em Fisioterapia pela UNIP em 2000. Pós Graduada em Aparelho Locomotor no Esporte pela UNIFESP em 2001 e em Fisioterapia Ortopédica e Desportiva pela UNICID em 2004. Formação em RPG e SGA em 2005. Formação em kinesiotaping em 2011. Foi fisioterapeuta dos Jogos Panamericanos RIO 2007. Sócia fundadora da Fisio Run- Fisioterapia Especializada em atender Corredores de Rua.

quinta-feira, 13 de junho de 2013

DOR CRÔNICA E MASSOTERAPIA


 Massagem pode aliviar dor crônica. Sim, pesquisas revelaram que a massoterapia pode amenizar quadros álgicos de diferentes origens. U...ma investigação mostra como a dor crônica pode ser aliviada. A noticia inovadora é que os sistemas de massoterapia podem aliviar quadros álgicos.No Canadá, uma em cada dez pessoas sofre de dor crônica. Segundo a Ipsos Reid 2001 Canadian National estudo da dor, que compreendeu cerca de 31% dos canadenses na pesquisa. Nos E.U.A, a American Pain Association estima que a dor crônica afetado cerca de 86 milhões de americanos (2001). A dor é anotada para ser a queixa principal e mais frequente e trouxe para os médicos norte-americanos um grande dilema, não ter recursos para trata-la. As autoridades médicas define a dor como uma sensação subjetiva que não pode ser observada, ou mesmo medida diretamente e muitas vezes é explicadas pelo conceito de stress ou como resultado de estresse mental. Aparece com surpresa, então, por que tantas pessoas buscam formas alternativas/ complementares de lidar com sua dor? Em 1997, um inquérito de saúde E.U.A mostrou que os consumidores gastaram entre 4 e 6 bilhões de dólares em massagens. A American Massage Therapy Association, observou que 47% das pessoas entrevistadas em uma pesquisa de consumo,faziam uso de algum método de massoterapia,onde as mais requeridas eram a massagem terapêutica, massagem ambulatorial e massagem miofascial. Para aliviar e controlar sua dor, 91% dos pesquisados disseram que a massagem terapêutica foi eficaz na redução da dor.
 
Alívio da Dor - Na Grécia e Roma antigas, era realmente os médicos que utilizavam a massagem como um dos principais métodos para tratar a dor. Hoje, massagistas, Massoterapeutas Body workers e licenciados em massagem são alguns dos melhores profissionais treinados para lidar com síndromes de dor miofascial e musculoesqueléticas nos EUA /Canadá. Mas, somente os massoterapeutas? Sim, isso porque eles são treinados para fazer esse trabalho, analisar, encontrar e aliviar o tecido mole afetado. Terapeutas de tecidos moles ou de manipulação são treinados em anatomia, fisiologia e patologia, e eles passam muitas horas fisicamente na palpação e manipulação de músculos e tecidos moles do corpo.
Comenta Charlles A.Gordon da AMTA, segundo o Massoterapeuta Gordon, desde quadro álgicos pequenos, dores no dorso, artrite ou fibromialgia, a massagem pode ser capaz de aliviar a dor local e associada. O Touch Research Institute conduziu mais de 90 estudos clínicos sobre os efeitos benéficos da massagem incluindo a massagem terapêutica em uma variedade de condições, comenta a coordenadora Tifani Field. Os estudos seguintes abaixo são resumos de alguns dos programas realizados sobre os efeitos da massagem terapêutica sobre a dor em todo os EUA.

• Artrite reumatoide juvenil - Pais que massageavam seus filhos com artríticas e descobriram que eles sentiram menos dor e pesavam menos quadros de rigidez pela manhã após a utilização da massoterapia. Segundo a massagem por (Field et al, 1997).

• Labor Pain - Massagem terapêutica foi administrada a mulheres grávidas durante o trabalho e eles mostraram uma diminuição da ansiedade e da dor, assim como durante o tempo de internação hospitalar (Field et al, 1997). Logo depois o governo patrocinou novamente este projeto e ele se estendeu até o ano de 2001.
• Fibromialgia - Pacientes com fibromialgia passaram a dormir melhor e com menos dor após um mês de massagens quinzenais. (Field et al, 2002). Segundo o Touch Research Institute.
• Dores nas costas - Os participantes com dores lombares e lombos sacrais foram introduzidos num estudo e após a implementação, foi avaliado uma redução na dor e no aumento da sua mobilidade após a massagem terapêutica (Hernandez-Reif et al, 2001).
          
A parte interessante sobre toda esta pesquisa é que dá um sentido renovado de esperança para quem sofre de dor crônica. A Pesquisa mostrou claramente que a massagem terapêutica é uma maneira de aliviar a dor, isoladamente ou em conjunto com outras formas de terapia, tais como o tratamento quiroprático que nos EUA são muito solicitados.
 
Tais pesquisas foram realizadas basicamente na virada do século, atualmente novas pesquisas foram adicionadas e as comprovações estão ratificando que a massoterapia serve realmente como medida preventiva para alivio de quadros álgicos.

American Massage Therapy Association – 2006
American Pain Association -2005
Touch Research Institute 2005
SMS/RJ – Superintendência de medicina alternativa (acervo)-2004
Journal of Bodywork and Movement Therapies Janeiro 2001
ABRAMC- 2007(acervo).

quarta-feira, 12 de junho de 2013

Massagem ayurvédica


Na massagem ayurvédica acrescenta-se os efeitos positivos dos alongamentos e estiramentos, soltura das tensões com a massagem realizada com os pés, redistribuição da energia e o relaxamento que advém da inserção destas novas manobras. Pedras aquecidas a 45 graus são distribuídas pelos chakaras principais pontenciaizando o bem estar!

segunda-feira, 10 de junho de 2013

Técnica de liberação miofascial em atletas




Liberação Miofacial
Muito utilizada por Fisioterapeutas e Preparadores Físicos, como o nome já diz a Liberação Miofacial é toda a técnica que liberta a fáscia muscular que é um tecido conjuntivo composto por elastina e colágeno Fáscia esta que envolve também os órgãos e a coluna espinhal, mas focaremos especificamente na Muscular.

Popularmente falando, a fáscia é um tecido fibroso de cor branca que envolve a musculatura, é bastante enervado, que une e liga todas as partes do nosso corpo, extremamente resistente que se espalha através de uma rede tri-dimensional, da cabeça aos pés sem interrupção e é também muito elástico devido obviamente à sua composição. Contudo, a fáscia é um tecido com efetiva participação nos movimentos e que muitas vezes vai acabando por endurecer, produzindo umas espécies de nódulos diminuindo a elasticidade e flexibilidade não somente dela mesma, mas dos tecidos e os movimentos corporais nos segmentos diversos, sendo os mais comuns localizados na cintura escapular, braços, quadris e panturrilhas.

Cada vez mais se reconhece a importância deste tecido na união e funcionamento de músculos, órgãos e tecidos. Pois para que o corpo funcione bem, ele tem de ter flexibilidade e elasticidade para saúde de modo geral e para sua excelente funcionalidade e performance em modalidades esportivas. Portanto dar flexibilidade e elasticidade à fáscia é extremamente importante para os sistemas viceral, raquitidiano e é claro musculo-esquelético. Infelizmente a fáscia é um tecido ao qual não se dá o devido valor e como tal não se estuda.

Apesar de ser muito novo e profundamente estuda, a liberação das fáscias Muscular, Crânio Sacral e Visceral, pode ser feita por meio de Bastões de acrílico, Rolos de espuma, manipulações, "crochetagens" etc.
Má postura, inflamação ou um trauma, seja ele físico ou emocional, podem ocasionar um enfraquecimento da fáscia, resultando em uma pressão excessiva sobre os nervos, músculos, vasos sangüíneos, estruturas ósseas e/ou órgãos. Uma vez que testes-padrão como raio-x, mielogramas, eletromiografias, não detectam restrições de fáscias, possivelmente uma porcentagem grande de pessoas que sofrem com dor ou restrição de movimentos em alguns membros, possam estar tendo problemas de fáscia, porém muitos não são diagnosticados dessa forma.

A qualidade visco-elástica do sistema fascial faz com que haja uma resistência à uma força aplicada à ela. Isto explica porque a forma mais antiga de liberação miofascial, que era uma tentativa de "forçar" um sistema que não pode ser forçado, produzia dor e resultados limitados.

A nova abordagem de John Barnes(Fisioterapeuta americano há mais de 40 anos) consiste de uma manobra suave e uma pressão sustentada sobre as restrições fasciais. O elemento "tempo" é essencial para esta técnica, que tem a ver com o fluido viscoso e o fenômeno piezoelétrico(produção de eletricidade ao estresse mecânico): uma carga baixa (pressão suave) aplicada vagarosamente irá permitir que a fáscia de dimensão média (visco-elástica) seja alongada, podendo provocar desconforto e dor momentâneos.

A Liberação Miofascial de John Barnes oferece excelentes resultados para os seguintes problemas: Dores nas costas, coluna cervical, cefaléias, providas de traumas e quedas, oro-fasciais e por treinamento físico intenso.

Recomenda-se um mínimo de 2 sessões semanais no primeiro mês de tratamento e conforme as dores forem diminuindo, as sessões serão semanais até o desaparecimento do problema.
Liberação Miofacial
Muito utilizada por Fisioterapeutas e Preparadores Físicos, como o nome já diz a Liberação Miofacial é toda a técnica que liberta a fáscia muscular que é um tecido conjuntivo composto por elastina e colágeno Fáscia esta que envolve também os órgãos e a coluna espinhal, mas focaremos especificamente na Muscular.

Popularmente falando, a fáscia é um tecido fibroso de cor branca que envolve a musculatura, é bastante enervado, que une e liga todas as partes do nosso corpo, extremamente resistente que se espalha através de uma rede tri-dimensional, da cabeça aos pés sem interrupção e é também muito elástico devido obviamente à sua composição. Contudo, a fáscia é um tecido com efetiva participação nos movimentos e que muitas vezes vai acabando por endurecer, produzindo umas espécies de nódulos diminuindo a elasticidade e flexibilidade não somente dela mesma, mas dos tecidos e os movimentos corporais nos segmentos diversos, sendo os mais comuns localizados na cintura escapular, braços, quadris e panturrilhas.

Cada vez mais se reconhece a importância deste tecido na união e funcionamento de músculos, órgãos e tecidos. Pois para que o corpo funcione bem, ele tem de ter flexibilidade e elasticidade para saúde de modo geral e para sua excelente funcionalidade e performance em modalidades esportivas. Portanto dar flexibilidade e elasticidade à fáscia é extremamente importante para os sistemas viceral, raquitidiano e é claro musculo-esquelético. Infelizmente a fáscia é um tecido ao qual não se dá o devido valor e como tal não se estuda.

Apesar de ser muito novo e profundamente estuda, a liberação das fáscias Muscular, Crânio Sacral e Visceral, pode ser feita por meio de Bastões de acrílico, Rolos de espuma, manipulações, "crochetagens" etc.
Má postura, inflamação ou um trauma, seja ele físico ou emocional, podem ocasionar um enfraquecimento da fáscia, resultando em uma pressão excessiva sobre os nervos, músculos, vasos sangüíneos, estruturas ósseas e/ou órgãos. Uma vez que testes-padrão como raio-x, mielogramas, eletromiografias, não detectam restrições de fáscias, possivelmente uma porcentagem grande de pessoas que sofrem com dor ou restrição de movimentos em alguns membros, possam estar tendo problemas de fáscia, porém muitos não são diagnosticados dessa forma.

A qualidade visco-elástica do sistema fascial faz com que haja uma resistência à uma força aplicada à ela. Isto explica porque a forma mais antiga de liberação miofascial, que era uma tentativa de "forçar" um sistema que não pode ser forçado, produzia dor e resultados limitados.

A nova abordagem de John Barnes(Fisioterapeuta americano há mais de 40 anos) consiste de uma manobra suave e uma pressão sustentada sobre as restrições fasciais. O elemento "tempo" é essencial para esta técnica, que tem a ver com o fluido viscoso e o fenômeno piezoelétrico(produção de eletricidade ao estresse mecânico): uma carga baixa (pressão suave) aplicada vagarosamente irá permitir que a fáscia de dimensão média (visco-elástica) seja alongada, podendo provocar desconforto e dor momentâneos.

A Liberação Miofascial de John Barnes oferece excelentes resultados para os seguintes problemas: Dores nas costas, coluna cervical, cefaléias, providas de traumas e quedas, oro-fasciais e por treinamento físico intenso.

Recomenda-se um mínimo de 2 sessões semanais no primeiro mês de tratamento e conforme as dores forem diminuindo, as sessões serão semanais até o desaparecimento do problema.

Agora com vídeo e algumas correções gramaticais e ortográficas. Peço que me ajudem no português. Abraço a todos!!!
Fabio Barros Personal Trainer

http://www.youtube.com/watch?v=bUihA5mnz9A&feature=related

domingo, 9 de junho de 2013

Massoterapia a favor do esporte


A terapia por massagem teve sua ciência desenvolvida dentro de um centro em Estocolmo, na Suécia, e nos dias de hoje é usada em várias modalidades, como nas lutas

Terapia por massagem ou terapia alternativa, também conhecida de Massoterapia, é a técnica atualmente utilizada como um complemento que auxilia para que o atleta, e o massoterapeuta, alcancem seus objetivos.
No Brasil, a técnica é muito usada nos clubes de futebol e também em várias outras áreas esportivas, auxiliando sempre os atletas como um dos complementos mais eficientes. A terapia, inclusive, vem sendo muito empregada na área de lutas.
Para entender como essa terapia é usada no esporte, O jornal O Estado RJ conversou com o professor e massoterapeuta Rogério Pires, que atua na área há 20 anos. Segue a entrevista abaixo:
O Estado RJ- Qual a importância da massoterapia nos dias hoje para o esportes?
Profº Rogério Pires-  A massoterapia como ciência foi desenvolvida dentro de um centro de esportes em Estocolmo Suécia. Após o advento da massagem Sueca, o mundo passou por mudanças significativas. Aliás, este ano estamos comemorando os 200 anos da Ciência, Profissão e arte da massoterapia.
OERJ- Quais técnicas são usadas para melhorar o condicionamento físico dos atletas em geral?
PRP-   A Terapia por massagem é utilizada no esporte para diversas finalidades, mas, para o condicionamento físico existem programas que incluem desintoxicação de tecidos, nutrição de tecidos, métodos de alongamento de fibras para ajudar nas performances de atletas de ponta. Tudo é focado segundo o objetivo do preparador físico ou da equipe médica. Devemos lembrar que a Massoterapia, era vista como complemento e agora já é aceita nas equipes como método adjunto na área de preparação física ou médica.
Na verdade, os programas de Terapia por massagem nos programa com atletas, é novo no Brasil sendo oficialmente implementado há cerca de 10 anos. Antes a massoterapia era vista como complemento para reabilitação do que para ações especificas e independentes.
OERJ- Para lesões a técnica da massoterapia é diferente?
PRP- É diferente sim, assim como existem diversos sistemas de massagem as abordagens são diferenciadas. Atualmente temos os seguintes métodos: Sistema Sueco, Sistema de massagem terapêutica, Sistema de massagem Desportiva, Abordagem miofascial, sistema de massoterapia clinica e ambulatorial.
Todas podem tratar ou ajudar na reabilitação de lesões, mas o foco do profissional de massoterapia é o sistema de tecidos moles do corpo como Músculos, tendões, ligamentos e fascias primordialmente e alguns casos as articulações. Portanto, o tratamento de lesões a massoterapia atua em conjunto e em alguns casos individualmente. Mas, em se tratando de equipe interdisciplinar no esporte o profissional de massoterapia não atuará sozinho.
OERJ- Quais os benefícios  que essa técnica pode trazer para os atletas?
PRP-  Atualmente foi comprovado que a Massoterapia serve de anti-inflamatório, outra pesquisa descobriu que a massoterapia de forma sistêmica (aplicada no corpo todo durante 60 minutos), pode promover sono reparador e aumento de geral de aporte sanguíneo, ótimo para cicatrização geral. Temos observado que a massoterapia auxilia na recuperação de atletas após um programa intensivo de treino, recebendo massoterapia nos intervalos.
O Estado RJ- Como é o trabalho dos massoterapeutas  no COB- Comitê Olímpico Brasileiro?
PRP- Como trabalhamos com a  Associação Brasileira de Massoterapia Clinica (ABRAMC) possuímos grupos de estudo e estamos acompanhando o trabalho da massoterapia no Comitê. Já sabemos que nossos massoterapeutas são bem respeitados mundialmente. Mas o Brasil  está fazendo mudanças ou seja, modificando os programas de treinamento dos massotepeutas. A ideia é o aperfeiçoamento contínuo. Como a Terapia por massagem está em crescimento cientifico, muitas mudanças estão para ser implantadas.
OERJ- Você tem algum objetivo com a massoterapia junto ao esporte?
PRP- Sim. Como faço parte de um grupo de pesquisa, meu ideal seria colocar a prova novas pesquisas com terapia por massagem e uma delas que já está em andamento é descobrir os efeitos da Massoterapia no processo de envelhecimento muscular. O que irá contribuir no processo de gerontologia..

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