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domingo, 11 de novembro de 2018

sexta-feira, 9 de novembro de 2018

Terapia de massagem desportiva



Um dos principais benefícios da terapia de massagem desportiva em comparação com outras modalidades é a sua capacidade de direcionar junções músculo-tendíneas melhorando sua mobilidade e tempo de recuperação. Em casos de atendimentos de 30 minutos já se percebe uma melhora na amplitude de movimentos que demonstraram uma notável tendência para diminuir a dor muscular em atletas que receberam massagem antes ou depois do exercício. 

Para qualquer pessoa que participe de atividades físicas regulares, a terapia de massagem desportiva, realizada semanalmente, pode ser uma excelente adição ao seu regime de treino. É melhor conversar com um dos nossos massoterapeutas profissionais para encontrar um plano que funcione melhor com sua programação e nível de atividade .

quarta-feira, 7 de novembro de 2018

Pesquisadores do Canadá encontraram uma explicação científica em nível celular para a eficácia da massagem no alívio da dor e na recuperação muscular. 

Massagistas agora poderão dizer, com base científica, por que a atividade que exercem funciona no alívio da dor e na recuperação muscular. E isso tem a ver com ‘ligar’ e ‘desligar’ genes, segundo estudo.

Parte dos profissionais de saúde vê a massagem com ceticismo – afinal, qual a base científica para os tais benefícios relatados? Porém, não faltam relatos sobre os benefícios e a eficácia da técnica em sua ação contra a dor.
Agora, veio a público o que parece ser a primeira explicação científica em nível celular para a massagem. E a história das razões do estudo – relatada pelo serviço noticioso ScienceNow (01/02/12) – começa quando Mark Tarnopolsky, da Universidade McMaster (Canadá), passou a se submeter a massagens por indicação médica, depois de acidente esportivo.
O fato de as sessões trazerem alívio para a dor chamou a atenção do pesquisador. Haveria base celular para o que ele sentia? Tanopolsky, coincidentemente, trabalha com metabolismo celular. O cientista reuniu colegas e decidiu investigar.
Arrebanharam-se 11 jovens, submetidos a exercícios extenuantes. Dez minutos depois da prática esportiva (pedalar), uma das pernas foi submetida a massagem.
Os pesquisadores colheram amostras do quadríceps (músculo da parte anterior da coxa) das duas pernas em três ocasiões: antes do exercício, 10 minutos depois e 3h mais tarde. Primeiramente, eles constataram o que já se sabia: depois do exercício, as células apresentam mais evidências de inflamação e de sinais de autorreparo dos danos do que antes.
A surpresa veio quando se analisaram as células do tecido massageado: elas tinham 30% a mais de genes reparadores envolvidos no processo de transformar nutrientes em energia, bem como 300% menos de proteínas que ‘ligam’ genes envolvidos na inflamação.
Simplificadamente: os genes reparadores estavam ‘ligados’ e os relacionados à inflamação ‘desligados’. 
O estudo foi publicado on-line na revista Science Translational Medicine.
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