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segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Dieta vegetariana para atletas


Triatletas, ciclistas e ashtangis hardcore estão no time de atletas que provam a dieta vegetariana como opção campeã.


Quando Scott Jurek, 32, de Seattle, se abastece para uma ultramaratona de 81 km, ele toma um smoothie (tipo de vitamina, shake de frutas) feito com peras, bananas, maçãs, espirulina e abacate. Um pratão de massa temperada com alho e azeite de oliva acompanhado de vegetais frescos é o jantar de véspera de corrida da ciclista profissional Christine Vardaros, 36, de Mill Valley, Califórnia. A triatleta Ruth Heidrich, de 71 anos, de Honolulu, opta por uma salada verde com papaia, manga, bananas e frutas vermelhas antes de competir.

Você nunca encontrará na lista de compras desses atletas coisas como carne, ovo ou laticínios. Jurek, Vardaros e Heidrich são vegans. E se você pensa que uma dieta vegan pode comprometer a demanda física deles, confira os resultados: Jurek é o recordista da Western States Endurance Eun, uma corrida de 161 km em trilha acidentada. Vardaros é o número 32 no ranking mundial de ciclismo e Heidrich já ganhou mais de 900 medalhas em corridas.
Essas pessoas levam o esporte ao extremo – e, para alguns, a dieta alimentar também. Vegans não comem nenhum tipo de carne e nenhuma comida derivada da produção animal, incluindo laticínios e ovos. Alguns não consideram nem o mel na dieta.

Nos EUA, os vegans representam metade do grupo de vegetarianos. Uma razão para o interesse crescente no veganismo é a evidência de que uma dieta baseada em pouca gordura, vegetais e combinada com Yoga e meditação pode reverter quadros de doenças do coração e estacionar ou até reverter casos de câncer de próstata ou de mama, segundo o guru norte-americano da saúde Dean Ornish, professor de medicina na Universidade da Califórnia, em San Francisco. “Uma dieta com pouca gordura e colesterol requer menos processamento feito pelo corpo, então é fácil ficar forte para exercícios pesados ou contra doenças”, diz Ornish.

ALTO DESEMPENHO
Kathy McCrary, 41, de Washington, pratica duas horas de Ashtanga Yoga por dia, seis vezes por semana. Ela diz que o princípio yóguico ahimsa, ou não-violência, a levou naturalmente ao veganismo. “Sinto que, ao não contribuir com a pecuária, não causo danos a mim mesma nem prejudico o meio ambiente”, afirma.
Kathy enriquece a sua dieta com sementes, grãos, frutas frescas e vegetais. Sua refeição favorita é uma sopa africana com feijões, batatas-doces, cebolas, pimenta, tomates, pimentões, manteiga de amêndoas e temperos. “Com essa dieta, sinto-me leve e forte a cada postura que faço”, conta.
Jurek cortou a carne de sua dieta quando leu o livro Mad Cowboy, de Howard Lyman – foi o mesmo livro que fez a apresentadora Oprah Winfrey parar de comer carne. A praticante garante que a dieta vegetariana a ajuda a ligar a prática física a um campo mais espiritual.

Heidrich tinha 47 anos quando descobriu um câncer de mama. Começou uma pesquisa sobre como uma dieta com poucas gorduras poderia influenciar na doença. Os estudos a levaram ao veganismo e a uma ótima recuperação em alguns meses. Seu tumor parou de crescer e as dores desapareceram. Ela mantém a dieta há 24 anos, e seu check-up anual indica que ela está muito bem.
Todos esses atletas sentem-se melhor desde que tiraram produtos animais de sua alimentação. Jurek não sente o corpo tão dolorido depois de treinos pesados, Vardaros diz que raramente fica doente e Heidrich alega ter muito mais energia. Logo depois que virou vegan, concluiu a sua primeira prova de triathlon (1,5 km de natação, 40 km de bicicleta e 10 km de corrida).

SEM BARREIRAS
O pensamento à moda antiga sugere que atletas extremos precisam de grandes porções de proteínas – lembra a moda de ovos crus no suco de laranja?
É verdade que alguém como Jurek precisa de bastante combustível para treinar (ele corre de uma a duas horas todos os dias, e faz sessões semanais de musculação e de Yoga). Quando se tornou vegan, não tinha certeza de que a dieta seria suficiente, mas como continuou ganhando corridas e sentindo-se bem, descobriu que a alimentação funcionou. Sua base está em vegetais e frutas, grãos integrais, sementes e nozes e luxos como sua sobremesa preferida: torta de maçã ou de pêra com massa crocante de noz-pecã e cobertura de creme de castanha-de-caju. “Vi que meu medo de não conseguir nutrição suficiente era apenas uma barreira psicológica”, conta Jurek.

FAÇA MAIS, COMA MAIS
Muitos dos atributos que melhoram a saúde do veganismo não são relacionados diretamente à eliminação de ingestão de produtos animais, mas ao aumento do consumo de vegetais, diz Cynthia Sass, que responde pela American Dietetic Association (ADA) e é professora de nutrição do esporte na Universidade da Flórida.
“Entre os americanos, 75% não conso- mem as cinco a nove porções recomendadas de vegetais por dia. E são raros os vegans que não atingem a quantidade adequada”, diz.
É claro, atletas têm necessidades nutricionais diferentes de uma pessoa com hábitos normais. Quem usa mais o corpo, como um atleta, precisa de mais carboidrato, mais proteína e mais água. E isso é fácil de resolver: coma mais e beba mais.

Considerando que os carboidratos são a fonte de energia preferida do corpo, a dieta de um atleta deve incluir uma alta porcentagem deles – cerca de 60% –, enquanto não-atletas devem ter 50% em sua dieta, segundo a ADA.
A proteína, que ajuda na regeneração, na cura e na reparação dos músculos, é também essencial. Um não-atleta que pesa 68 kg precisa de 54 g de proteína diariamente, enquanto um atleta com esse mesmo peso precisa de 82 a 92 g. Obter essa quantidade não é difícil em uma dieta vegan. Meia xícara de lentilha ou de tofu picado já têm 10 g de proteína. Feijões, sementes e grãos são todos boas fontes de proteína. E, embora a carne seja celebrada por seu espectro completo de aminoácidos necessários, os vegetais proporcionam toda essa qualidade de aminoácidos em porções variadas.

Se você é um atleta vegan, deve consultar um nutricionista para ajudá-lo na escolha dos alimentos. Vegans precisam de tempo e dedicação. Mas pense na nutrição como parte do seu treino para ser uma pessoa saudável e equilibrada, como Jurek: “Se corro bastante, tenho de me preparar – física, mental, espiritual e também nutricionalmente”.


Rachel Seligman é jornalista freelance e mora em São Francisco

Massoterapeuta desportivo


Massagem desportiva é apenas um dos muitos tipos de massagens terapêuticas. Enquanto a maioria dos indivíduos que vão para a escola para se tornar um terapeuta de massagem certificado e aprender sobre massagem desportiva , há aqueles que querem entrar plenamente na profissão de massagista desportivo deve ter alguma formação extra, não só devem conhecer a anatomia humana, mas também deve ser treinado para responder com tratamento de primeiros socorros.

Requisitos
O currículo inclui o estudo da anatomia, fisiologia, cinesiologia, teoria e treinamento prático, ética. Também inclui aprender as técnicas adequadas para da massagem sueca, shiatsu e massagem desportiva.

Meta
O objeto da massagem desportiva é para evitar lesões. Você trabalha os músculos e articulações para prepará-los para a atividade esportiva física. Conhecer a anatomia humana e todas as funções do organismos é vital para o treinamento desportivo de massagem. As horas extra de estudo são necessários para se tornar um bom terapeuta de massagem desportiva.

Cinesiologia
Cinesiologia é a partir da palavra grega kinesis, que significa movimento. cinesiologia é a chave na formação da massagem desportiva . É o estudo e a ciência do movimento humano. Em cinesiologia, você aprenderá sobre todos os músculos e como todos eles trabalham juntos para criar movimento. Cinesiologia é usada em movimento ajudando a recuperar e melhorar a aptidão física geral. Os alunos também aprendem como identificar quando a tensão crônica surge nos músculos, que muitas vezes é o que provoca dor e problemas de equilíbrio ou de postura.

Tipos de massagens
Na formação para massaoterapeuta desportivo , você aprende sobre quatro tipos específicos de massagem:
massagem pré-evento: estes são dados geralmente antes de uma performance atlética para ajudar a estimular o corpo. Especial atenção é dada para a seção do corpo que está indo para obter o máximo de resistência.
massagem pós-evento: dado após um evento para ajudar a relaxar o corpo e voltar ao normal.
restaurar : dado quando o atleta está treinando para um evento especial para ajudá-lo a treinar mais e evitar lesões.
reabilitação : dado quando há uma lesão e é usado para ajudar com a dor e o corpo voltar ao normal.

Treinamento no local
Muitas vezes nos esportes massagem terapêutica, pode ser necessário trabalhar em eventos esportivos, como maratonas, jogos de futebol e eventos de ciclismo...

Leia mais : http://pt.howticle.com/treino-massagem.html#ixzz1BcqNkZWC

domingo, 30 de janeiro de 2011

Frase de incentivo (1)


"Não se iluda, pois só atingirá o pico da montanha se estiver decidido a enfrentar o esforço da caminhada."

William Douglas

sábado, 29 de janeiro de 2011

Lesões e inchaços: Devo aplicar frio ou calor?



Torceu o tornozelo? Tendinite? Tomou uma pancada na panturrilha? Nesses e em outros tantos momentos vem a dúvida: Devo aplicar frio (Gelo) ou calor em minha lesão?

Para saber como agir é importante entender a reação que o calor e o frio produzem em nosso corpo.

O frio...
abaixa o metabolismo e reduz a circulação do local, diminuindo a reação normal do corpo em tentar mandar mais sangue para o local da lesão na busca de “consertar” o que foi lesado. Por isso a importância de se aplicar o gelo de imediato, se possível dentro dos 5 primeiros minutos após a lesão, principalmente se o trauma ocorreu durante prática de atividade física intensa.

O calor...
por outro lado, provoca a dilatação dos vasos podendo aumentar o inchaço ou o hematoma, caso alguns vasos sanguíneos se rompam. Por isso o calor é utilizado antes dos exercícios, na fase de reabilitação, para facilitar a circulação sanguínea e a flexibilidade muscular.


Para a maioria dos ferimentos sérios, o gelo controla a dor e a inflamação, mas há várias exceções. Confira abaixo algumas dicas:

Virilha, quadril e músculo posterior da coxa: gelo e, após dois dias, calor
Essas distensões são causadas pela ruptura das fibras musculares, e a resposta é uma inflamação imediata. O sangue pode estar jorrando nos tecidos e o gelo vai provocar a restrição dos vasos. O calor alivia o desconforto.

Joelho de corredor (condromalacia): gelo
Corra além de seu limite e a rótula do joelho vai ficar em atrito com o fêmur, provocando danos à cartilagem, inflamação e tendinite. Alivie a dor colocando gelo triturado.

Cãibra na panturrilha: gelo
O uso excessivo de panturrilha tensionada leva a contrações musculares. Embora a temperatura fria possa ser desconfortável no início, o gelo previne a dor. Com calor, os músculos ficariam doloridos.

Dor na canela: gelo
Ele controla a dor. A sugestão é congelar água num copo de papel, depois retirar o copo e usar o bloco de gelo como um massageador. Passe pela região até ela ficar dormente.

Fasciite plantar: calor
Muita corrida pode romper o tecido que liga o osso do calcanhar à ponta do pé, impedindo a circulação. Muitas aplicações de calor podem reverter o quadro.

Tendinite- de-aquiles: calor
O enrijecimento do tendão-de-aquiles é um passo antes da inflamação. O calor vai relaxar a área e promover a recuperação, ao aumentar o fluxo de sangue nos tecidos. Uma sugestão é colocar uma toalha úmida e quente no tendão.

Importante: Este artigo é meramente informativo e não deve ser considerado em detrimento a uma consulta médica, se você sofreu algum tipo de lesão não deixe de procurar um médico de sua confiança para realizar um diagnóstico.

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Massagem atlética para recuperação muscular


Esta massagem foi concebida para aliviar a tensão e dor muscular, habitualmente associadas a práticas desportivas. Pode ser personalizada de acordo com as necessidades concretas e tipos de músculo específicos.

Os mecanismos de massagem e os efeitos sobre o desempenho, recuperação muscular e prevenção de lesões:

Massagem pós-exercício é recomendada para reduzir a gravidade da dor muscular, mas a massagem tem efeitos sobre o músculo com perda funcional.

A maioria das pesquisas sobre os efeitos psicológicos da massagem concluiu que a massagem produz efeitos positivos na recuperação (mecanismos psicológicos). (Weerapong P., Hume PA., Kolt GS., Sports Med.. 2005; 35 (3) :235-56).

Os efeitos da massagem atlética na dor muscular de início retardado, um relatório preliminar :

Duas horas após o exercício, os indivíduos receberam uma massagem de 30 minutos de massagem atlética; grupo controle descansou. Dor muscular início atrasado e CK foram avaliados antes do exercício e após o exercício. Os resultados deste estudo sugerem que a massagem desportiva irá reduzir DOMS quando administrado 2 horas após o término do exercício. (Smith LL, et al, J Orthop Sports Phys Ther. 1994 Feb; 19 (2) :93-9.)

A massagem atlética, por outro lado, tem sido utilizada como coadjuvante para a recuperação muscular. Pesquisadores sugerem que o aumento do fluxo sanguíneo causado pela massagem pode favorecer a remoção do lactato sanguíneo pelos músculos esqueléticos, pelo fígado, cérebro e coração (DI DOMENICO & WOOD, 1998). As técnicas mais utilizadas na recuperação muscular são as mais profundas, como deslizamento profundo e amassamento (AUSTREGÉSILO, 1988).

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Está lesionado? Faca isto !


1 Onde e por que dói?
A canela dói como se tivesse dado uma pancada contra a mesa da sala, provavelmente terá aumentado o ritmo ou a distância que faz a correr ou a andar de bicicleta; ou então machucou-se porque tem pé chato e tem andado a correr demasiados quilómetros.

Os especialistas identificam os sintomas-chave como uma dor dilacerante nas pernas. A zona dolorida pode medir 10-15 cm e a dor pode melhorar com o aquecimento e volta quando acaba de treinar.

No início é uma dor leve mas que pode voltar tão insuportável que o obriga a parar e a voltar para casa… a piar fininho.

2 Parece que aquilo que tem é…
Uma síndrome da tensão tibial medial (STTM) ou shin splints, como se costuma chamar em inglês. Trata-se de uma lesão por sobrecarga que segundo um estudo publicado no The Physician & Sports Medicine pode dever-se à perda de colágeno causada por tensão excessiva (os impactos contra o solo), o que afeta os músculos mais profundos que rodeiam a tíbia.

O músculo mais afetado é o tibial anterior que vai do joelho ao tornozelo. Correr pode irritar e inflamar o tecido conectivo que o rodeia assim como à tíbia, sensação parecida à que sentirá se o seu sobrinho decidir experimentar o seu jogo novo de ferramentas e usar as suas canelas como alvo.

3 Não se preocupe: não vai matar…
… mas vai fazer com que cambaleie como um velhote.
Reduza a sua carga de treino em 90 a 95% durante quatro semanas e deixe de correr sobre asfalto/cimento.

Procure superfícies de grama ou terra para reduzir o impacto. Aplique os princípios básicos do descanso: gelo, compressão e elevação, e ofereça-se uma massagem nas zonas afetadas duas vezes ao dia.

Use os polegares para fazer massagens nas canelas e nos gémeos começando pela parte mais baixa das pernas subindo até ao joelho. Isto irá ajudá-lo a criar colagénio novo, o que irá acelerar o processo de reparação.

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Massagem e Atletas


Temos os atletas profissionais e os amadores: o primeiro é o que chamamos de atleta de elite, ou de alto rendimento, e que vive do esporte. O segundo, podemos subcategorizá-lo, pois temos muito níveis de atletas amadores, desde o atleta de final de semana até o tri-atleta ou atleta de corrida de aventura.

Tanto os profissionais quando os amadores treinam seu sistema nervoso e seus músculos para fazerem um trabalho específico, que geralmente envolve movimentos repetitivos de um ou mais grupos musculares em predominância. Por exemplo, o tenista; seu treino vai exigir muito do ombro e das coxas. O treino do corredor velocista exige de suas pernas; o do arremessador, exige de seu ombro e braços, e assim por diante. Quando um grupo de músculos é mais sobrecarregado do que outro acaba gerando um desequilíbrio e uma propensão a lesão muscular ou estrutural. Quando a fibra muscular é exigida, cria-se uma hipertrofia muscular, ou seja, tensão e o mau funcionamento da fibra muscular. Com isso, o tecido conjuntivo adicional se forma prejudicando o bom funcionamento do grupo muscular e gerando um mecanismo de compensação pelo resto do corpo.

Vamos dar um exemplo: quando temos uma lesão no grupo muscular da coxa (quadríceps), podemos compensar na pisada usando mais a outra perna e causando uma dor adicional na coluna lombar. Se não cuidarmos adequadamente do problema podemos criar um efeito dominó no corpo todo.

Além do acompanhamento médico e fisioterápico, a massagem esportiva pode ajudar o atleta quando sua atividade exige muito de um ou mais grupos musculares. A massagem deve ser muito bem feita, caso contrário pode causar mais danos à musculatura do atleta. A massagem precisa estar de acordo com a orientação do médico que atende essa pessoa.

O massagista que entende da biomecânica do esporte e pode ser um bom aliado ao melhoramento de desempenho quanto à recuperação do atleta pós-evento. Durante um evento, a massagem deve ser feita de maneira superficial, focada em melhorar a circulação e a ativação dos músculos. Pontos gatilhos, massagem relaxante, alongamento intenso, devem ser evitados antes ou durante um evento.

As três fases de massagem esportiva:

Pré–Evento – Massagem feita antes da competição. Feita superficialmente, com movimentos rápidos e estimulantes. Essa massagem dura, no máximo, 15 minutos. A intenção nesta fase é simplesmente ativar e estimular o corpo para ficar fisicamente pronto e saudável para o evento. Não se deve fazer nada forte ou desconfortável.

Durante o evento – Massagem feita durante um intervalo ou pausa do atleta durante o evento. Esta também é rápida e deve ser focada na musculatura que está sendo mais usada. A técnica é rápida, leve e um pouquinho relaxante.

Pós –evento – Esta sim, pode ser um pouco mais demorada e relaxante. A intenção é prevenir dor, retenção de líquidos e toxinas metabólicas, proporcionar uma recuperação fisiológica mais rápida e eficiente. Deve-se usar gelo, se necessário. A estimulação da circulação e o relaxamento da musculatura das costas são muito importantes. Alongamento também é bem vindo.

A massagem terapêutica feita regularmente pode ser um excelente aliado para o atleta.

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Fibromialgia arrasa sua saúde e confunde os médicos


Síndrome causa dores insuportáveis, tristeza e perda de memória

Imagine que você passou horas apertado dentro de uma caixa, sem espaço para se mexer ou respirar direito. Pense como essa situação fragiliza seu corpo e sua mente: todos os seus músculos ficam doloridos e dormentes, seu pensamento é dominado por um misto de ansiedade e depressão. A cabeça parece pesar 200 quilos e você começa a apresentar dificuldades para dormir e executar tarefas comuns. A memória começa a falhar e a concentração diminui. A descrição lembrou um filme de terror, com requintes de tortura?

Antes fosse. É assim que se sentem os portadores de fibromialgia, explica Ana Márcia Proença, educadora física e terapeuta corporal que atende pacientes com o problema que, atualmente, vitima principalmente as mulheres. Os portadores desta síndrome dolorosa de origem ainda desconhecida costumam enfrentar uma maratona até chegar a um diagnóstico, normalmente é difícil e demorado. Com predominância entre o sexo feminino (cerca de 80% a 90% das pacientes são mulheres entre 30 e 50 anos), as pacientes costumam chegar ao consultório médico com no mínimo três dos seguintes sintomas:

Dores fortes e difusas nos músculos, tendões, ligamentos e articulações por mais de 3 meses
Fadiga e distúrbios de sono
Sensação de queimação e/ou contrações espasmódicas nos músculos
Hipersensibilidade ao toque
Dificuldade de concentração e perda de memória
Enxaquecas crônicas TPM forte, com náuseas, fortes alterações de humor e dores abdominais
Problemas digestivos como diarréia, intestino preso e gases
Disfunção Temporomandibular (na lateral da testa e no queixo, perto das orelhas) ou algum desconforto ou dor constante na mandíbula
Dormência e formigamento
Ansiedade e depressão

Ser portador de Lupus Eritematoso Sistêmico, Síndrome da Fadiga Crônica, osteoartrose, Artrite Reumatóide, hérnia de disco ou osteoporose

Diagnóstico, outro calvário

Mesmo com todos os sintomas, o diagnóstico muitas vezes é complicado, confundido com outras enfermidades ou tratado como algo emocional e não uma síndrome real. Existe uma dificuldade no diagnóstico e o preconceito de alguns profissionais que, às vezes, acreditam que a paciente não tem nada, acontece principalmente porque, apesar de reclamarem de muita dor muscular em reação ao toque e/ou movimento, não há evidências clínicas de qualquer lesão nos tecidos.

Ou seja, nos exames não aparece nenhum problema visível nas articulações ou músculos. Na prática, o paciente perde a capacidade de regular a sensibilidade dolorosa. Os níveis de produção de serotonina (neurotransmissor responsável pela liberação de alguns hormônios, controle da dor, sono e apetite, entre outros) diminuem e surge a hipersensibilidade a estímulos que normalmente não causariam dor. "Eu me sentia cansada o dia todo, já acordava fatigada", conta a alemã naturalizada brasileira Christel Hunsaker, 63 anos. "E a dor foi aumentando, chegou num ponto em que nem saía mais, de tanto que doía". Demorou mais de um ano para me diagnosticarem com fibromialgia, revela.

Causas da síndrome

Segundo o chefe do ambulatório de fibromialgia do Hospital das Clínicas da Universidade Federal do Paraná, Eduardo S. Paiva, os estudos apontam para uma origem genética. Mas ainda não existe evidência de que um único gene seja responsável por todos os sintomas. "Além disso, muitas vezes a bagagem genética necessita de um gatilho ambiental, como um estresse físico ou psicológico", afirma. Já as terapias corporais têm um ângulo complementar para avaliar o surgimento da síndrome.

Os músculos carregam nossa história de vida, nossa memória afetiva, sentimentos, pensamentos e reações, externalizadas ou não. "A serotonina, substância associada a esse quadro, não é apenas a responsável química pela transmissão da dor, mas também pela nossa capacidade de sentir prazer", analisa Ana Márcia Proença. Concordar com tudo, negar nossas raivas e ressentimentos e a necessidade de agradar os outros em detrimento de nossos próprios anseios e necessidades tornam as mulheres mais suscetíveis ao desenvolvimento dessa síndrome. "É algo que vai além de questões hormonais", diz a terapeuta.

Dá para aliviar, pelo menos?

Mas e o tratamento? Como ainda não se sabe o que causa o transtorno e as dores são crônicas, mas não inflamatórias, os tratamentos acabam sendo mais paliativos. Depende do médico, mas as opções mais utilizadas são os medicamentos contra a dor, que melhorem a qualidade do sono e anti-depressivos, além de terapias corporais e ocupacionais. As principais opções de tratamento incluem:

Medicamentos para aliviar a dor, diminuir a ansiedade e regular os neurotransmissores (sempre receitados pelo médico) Programa de exercícios e condicionamento físico para fortalecer a musculatura
Terapia para compreender os mecanismos internos e promover a solução de conflitos
Relaxamento ativo e passivo para diminuir a tensão muscular
Massagem (shiatsu, ayurvédica etc)
Práticas de yoga e tai chi
Calatonia (tratamentos com toques sutis pelo corpo)

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Massagem atlética


Esta técnica previne lesões e reabilita, por meio de testes, alongamentos, e tratamentos na hora de acidentes desportivos. A massagem desportiva é muito indicada para lesões musculares causadas pelo esporte. Ela aumenta a circulação e ajuda a eliminar toxinas (como o ácido lático) que se acumulam nos músculos depois da prática de exercícios. A massagem desportiva também é indicada antes do treino ou da competição, por estimular a produção de adrenalina e aquecer os tecidos do corpo.

Os primeiros registros de massagem desportiva são encontrados nas antigas culturas grega e romana. Os gregos usavam massagem nas Olimpíadas para aliviar dores e aumentar a recuperação muscular dos atletas. Na verdade, os massagistas antigos eram médicos e tinham um status grande na sociedade. Até hoje, a massagem desportiva é tida como uma profissão respeitada e quase todo atleta ou clube de elite que atua na área do esporte, tem um ou vários massagistas contratados. Na verdade, durante muitas centenas de anos em que a prática da massagem foi considerada como um trabalho não sério, a massagem desportiva sempre sobreviveu como um serviço importante dentro da área do esporte.

A massagem desportiva traz vários benefícios para a pessoa tratada. A grande diferença entre a massagem desportiva e a relaxante, é o vigor e a velocidade. A massagem desportiva usa movimentos e manobras mais rápidas e mais fortes para aumentar a circulação sanguínea, o que traz uma recuperacão mais eficaz depois um esforço físico. A gente pode dividir a massagem desportiva em dois campos. O primeiro, é aplicado depois um esforço físico para recuperar a musculatura. O segundo, é aplicado antes do esforço físico para preparar a musculatura para a tarefa. Enquanto a massagem relaxante libera hormônios que acalmam o corpo como ocitocina e endorfinas, a massagem desportiva, devido aos movimentos mais vigorosos, pode liberar adrenalina, que agita o atleta antes do esforço físico.

A massagem desportiva pode concentrar a atuação em áreas isoladas para resolver problemas na musculatura, nos tendões ou nas articulações. Não costuma ser aplicada como uma massagem completa, que visa mais um relaxamento geral.

Mas a massagem desportiva funciona para todas pessoas que fazem algum tipo de esporte, seja como profissão, hobby ou como amador. Ela completa muito bem o treino e é altamente indicada para evitar lesões musculares, recuperar e preparar o corpo para o esporte.

Quem faz exercícios em academia, por exemplo, para ganhar força muscular ou se sentir melhor, precisa entender que o descanso entre os períodos de esforço físico é muito importante. Sem ele, a musculatura não tem chance para se fortalecer. Quem treina demais e não tem períodos de descanso, tem muito maior risco de lesões na musculatura, nos tendões e no esqueleto. Dores nas articulações podem aumentar. Para ter um ótimo treino, é preciso descansar os músculos.

Se o atleta não tem tempo suficiente para recuperar a musculatura, ele precisa de um auxílio complementar, como aquecimentos prolongados antes dos treinos, alongamentos ou massagem. A massagem desportiva usa muitos alongamentos terapêuticos com a finalidade de esticar as fibras musculares para o tamanho normal. Alongamento pode ser feito com um grupo de músculos ou isoladamente para um ou dois músculos que precisam de maior atenção. Massagem é sempre indicada como auxílio para alongamento, porque muitas vezes nós musculares ou rigidez geral impedem o movimento.

A massagem desportiva normalmente é personalizada para cada atleta, considerando o esporte praticado e onde o atleta se encontra dentro da area de atuação. O tratamento varia muito entre períodos de treino e competição.

domingo, 23 de janeiro de 2011

Dicas para manter a resistência atlética e o bem estar


É possível correr com saúde, prevenir lesões antes, durante e depois de uma corrida


A todos os corredores e maratonistas amadores, segue dicas sobre como correr com saúde, prevenir lesões e alimentar-se e hidratar-se adequadamente antes, durante e depois de uma corrida.

1. Alongamento : importância do alongamento para a prática esportiva

- Alongamento, aquecimento e hidratação são sempre muito importantes antes de qualquer prática esportiva. Para a participação num evento importante, como uma maratona, é fundamental manter a mesma rotina executada durante o treinamento, usar o mesmo tênis e adotar a mesma alimentação e realizar os mesmos exercícios de alongamento.

- O alongamento deve ser executado suavemente, em todo o corpo, e seu objetivo é o de restabelecer a função e comprimento natural/funcional do músculo sem lesão de fibras.

- Antes de iniciar um programa de prática esportiva, é fundamental consultar um médico para uma avaliação geral e consultar um especialista para que seja desenvolvido um plano de treinamento adequado à condição física do corredor.

2. Prevenção de lesões - Além do alongamento antes de uma maratona existem outras preparações básicas que energizam e protegem o corpo apropriadamente durante uma atividade de muita exaustão.

- Nas semanas anteriores a da corrida, diminua as distâncias percorridas, para assegurar um corpo forte e saudável.

- Nas duas ou três noites anteriores à prova, alimente-se com uma dieta com baixos índices de gordura e alto teor de carboidratos. Não prove nenhuma comida diferente, nem coma grandes porções na noite anterior à corrida

- Use roupa adequada: verifique o clima da manhã da corrida e se vista adequadamente ao clima. Proteja as partes sensíveis a lesões (como músculos). No dia da corrida não é para experimentar roupas ou calçados novos

- Durante a corrida, beba somente água para evitar problemas eletrolíticos (como baixa de sódio)

- Os iniciantes devem tentar manter a tranqüilidade ao iniciar uma prova. Por estar entusiasmado com a prova, é comum começar a corrida em ritmo bastante rápido e logo ficar sem energia. Desfrute do dia, das pessoas e de sua corrida!

3. Nutrição - Os nutrientes ingeridos antes de uma corrida são tão importantes quanto os que são consumidos durante e depois do evento.

- O glicogênio, a energia armazenada no fígado e músculos, é o combustível necessário quando se corre e deve ser reposto diariamente, com o consumo dequado de carboidratos. O armazenamento de carboidratos no organismo diminui durante o dia e enquanto se dorme. Os lanches ou refeições devem ser feitas até quatro horas antes de uma corrida. Alguns atletas chegam a acordar durante a noite que antecede o evento para comer e manter os índices adequados de glicogênio.

- A ingestão de carboidratos pode melhorar a capacidade de resistência. Para atletas, recomenda-se a ingestão de 6 a 10 g/kg/dia de carboidratos. Durante o treinamento, a ingestão de carboidratos deve ser aumentada para repor o glicogênio armazenado. Os atletas devem consumir entre 30 e 60g (120 a 240 kcal) de carboidratos a cada hora para melhorar a resistência. De uma a quatro horas antes do evento, os corredores devem consumir 1 a 4 g de carboidratos/kg para preencher os músculos e fígado com glicogênio.

- Existem diferentes tipos de carboidratos que podem ser consumidos, incluindo carboidratos líquidos, sólidos e gelatinosos. Há varias formas de carboidratos gelatinosos e sólidos que podem ser consumidos em movimento. Tente consumi-los durante o treinamento e no dia do evento. Durante o treinamento para a maratona, a ingestão de carboidratos deveria aumentar para repor o glicogênio armazenado.

- A reposição de líquidos e eletrólitos é fundamental quando se corre. Beba cerca de 4 a 8 goles de líquido a cada 15-20 minutos. O sódio é um eletrólito que ajuda a manter o equilíbrio de água adequado em seu tecido corporal. Se nos exercitarmos por muito mais de uma hora, devemos consumir uma bebida de reposição de eletrólitos (bebida esportiva). Este tipo de bebida é principalmente recomendado para aumentar a absorção de água no intestino, mais do que para repor a perda de sódio.

- Recuperar-se depois de um treino de mais de uma hora, ou depois da maratona, é fundamental para o bem estar de um atleta e de sua capacidade para preparar-se para o próximo evento.

Não há estudos conclusivos sobre o consumo de proteína nas refeições depois dos exercícios físicos proporcionar uma recuperação mais rápida do glicogênio e dos músculos. Um sanduíche com manteiga de amendoim e geléia com um copo de leite, por exemplo, pode ser uma boa refeição para a recuperação do atleta. O consumo de 100 gramas de carboidratos deve ser feito cerca de 30 minutos depois da maratona e ser repetido a cada duas horas, até cinco a seis horas depois da corrida, para a reposição adequada do glicogênio.

4. Hidratação - Adotar uma hidratação adequada é essencial para que qualquer atleta obtenha seu melhor rendimento.

- Os especialistas recomendam beber o suficiente para produzir urina amarela clara. Altos níveis de consumo de líquidos antes da corrida não implicam em maior rendimento. Não beba em excesso com intenção de se pré-hidratar.

- O Conselho Norte-Americano de Medicina Esportiva recomenda beber com moderação, para deixar que a sede o oriente. Idealmente deve-se beber para repor o liquido que é perdido pelo suor. Um corredor adulto, em média pode beber de 150 a 340 ml a cada 15-20 minutos. Nunca se deve beber maior quantidade de líquido com o objetivo de ganhar peso durante uma corrida, que pode resultar numa super hidratação.

- O consumo excessivo de liquido pode conduzir a uma diluição do sódio no corpo, chamada hiponatremia. Os sintomas da hiponatremia são aumento de peso, náuseas, vômitos, dores de cabeça e tontura. As conseqüências mais graves da hiponatremia é o inchaço cerebral, que pode conduzir a um coma e à morte. Ao perceber estes sintomas, ou perceber que outro corredor pode estar apresentado estes sintomas, procure atendimento médico com urgência.

- Entretanto, não podemos ignorar a sede. O suor que não se repõe com líquidos pode terminar em desidratação, conduzindo a cólicas, baixo rendimento, força, resistência e aumento do risco de passar mal com o calor. É recomendado beber líquidos de acordo com a sede. - As bebidas energéticas são utilizadas habitualmente pelos atletas para ajudar em sua hidratação. Muitas bebidas esportivas têm carboidratos e algumas contêm eletrólitos. Os estudos não indicam diferenças entre as bebidas esportivas e a água no caso de uma hiponatrenia, em eventos de longa distância como maratonas e triatlos.

Fonte:MG Notícias

Ofertas de trabalho para Acupunturista, Fisioterapeuta... em Brasília


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sábado, 22 de janeiro de 2011

Musculação terapêutica


Técnica previne doença e faz emagrecer

Público-alvo são pessoas sedentárias que procuram bem estar nos exercícios físicos funcionais

Cuidar do corpo e da mente é o que toda pessoa deveria fazer. Com a chegada do verão, as academias ficam lotadas de “atletas” que desejam, num curto período, colocar o corpo em forma. Mas a musculação não consiste em puxar ferro. Ela está no dia-a-dia, nos movimentos funcionais. É nessa vertente que a musculação terapêutica ganha espaço para trabalhar com qualquer tipo de pessoa, principalmente as sedentárias, que por decorrência da falta de exercícios físicos acabam tendo problemas de saúde, tais como diabetes, hipertensão, colesterol, além de obesidade e demais doenças que surgem através do mau hábito alimentar e de comportamento. O pesquisador em musculação terapêutica, Ricardo Wallace Lucas, membro do Instituto Brasileiro de Terapias e Ensino (Ibrate), atua nesse segmento em várias áreas da saúde, desde a geriatria, neurologia, pediatria à obesidade. Wallace Lucas está em Dourados, ministrando um curso de extensão a um grupo de médicos e fisioterapeutas, que teve início ontem e vai até amanhã.

Os resultados obtidos com a técnica da musculação terapêutica são imediatos. “A musculação que a população conhece – a de puxar ferro – é mal difundida. Musculação significa ação muscular em qualquer movimento que se possa desenvolver o músculo”, explica. Ele reitera que a musculação terapêutica visa o desenvolvimento muscular dentro daquilo que o indivíduo precisa, nada mais. Wallace Lucas enfatiza ainda que um dos maiores problemas da população está relacionado ao mau condicionamento físico, ou seja, músculo menor que o necessário. E a técnica para trabalhar com essa “deficiência” consiste em desenvolver a força do indivíduo que, segundo o especialista, não se trata de hipertrofia (crescimento muscular de fisiculturista). A técnica se fundamenta em dois pilares: o controle da frequência cardíaca e a prática dos movimentos funcionais realizados no dia-a-dia. “O método visa fazer poucos movimentos porque a grande maioria já é feita cotidianamente. A diferença está no controle da frequência cardíaca que mede o quanto cada indivíduo irá desenvolver em cada exercício físico”, pontua. “São feitos poucos exercícios, porém, com dose precisa em cada momento ou estado de saúde do paciente”, conclui.

Segundo ele, o tratamento varia de acordo com a idade, condicionamento físico, patologias e casos situacionais que interferem na frequência cardíaca. “Não existe uma sessão igual à outra. Temos, é claro, padrões funcionais de movimento”. O público-alvo da musculação terapêutica são as pessoas não atletas, de perfil sedentário, obesas ou que apresentam qualquer tipo de lesão. O tratamento pode ser feito com um fisioterapeuta, educador físico e nutricionista, desde que sejam especialistas em musculação terapêutica

PERDA DE PESO

O aumento do peso está ligado a dois motivos: Muito músculo ou muita gordura. Lucas explica que a quantidade de músculo está ligada ao bem estar, à saúde, diferente da gordura, que somente aumenta o peso do indivíduo. Neste último caso ele orienta que é necessário estimular a redução calórica de forma lenta. “Uma pessoa acostumada a comer seis mil calorias não pode reduzi-la pela metade de uma hora para outra”, adverte. A musculação terapêutica, nesse caso, age na redução calórica e propõe aumento da carga de atividade física, com o controle da frequência cardíaca e a realização dos movimentos funcionais. Os exercícios terapêuticos podem ser feitos na academia, nos centros de tratamento e até mesmo na própria casa, desde que haja acompanhamento.

BENEFÍCIOS

Os resultados são imediatos. Lucas explica que o tratamento com a musculação terapêutica aumenta a taxa metabólica de repouso, consumindo a gordura acumulada no corpo, sendo eficiente para as pessoas que querem emagrecer. Além disso, combate a hipertensão, regula o nível de glicose e melhora as noites de sono. “Pesquisas recentes descobriram que a musculação terapêutica desenvolve os neurônios, podendo ser desenvolvida com pacientes de Mal de Alzheimer, diabéticas, entre outros. Entretanto, adverte que todo esse trabalho depende da alimentação. Muitas causas, segundo ele, está no uso incorreto do carboidrato (farinha, bolacha, pão, macarrão, batata) que se transformam rapidamente em glicose, estimulando a diabete. ”O carboidrato de verdade está nos vegetais, desde que consumido o mais colorido possível“, pontua.

Fonte: Jornal o Progresso

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Trate seus pés com ondas de choque


O equipamento de ondas de choque foi desenvolvido, originalmente, para o tratamento de pedras nos rins, mas ganhou fama por ser muito eficaz no tratamento de problemas nos pés de esportistas que não são resolvidos com métodos convencionais, como fisioterapia, acupuntura e medicamentos. Entre os males mais persistentes estão o esporão calcâneo e a fasciíte plantar – muito comuns em corredores. É o seu caso? Veja como funciona a terapia:

Fascíite é uma inflamação na fáscia plantar, uma membrana localizada na planta do pé, mais especificamente no arco, que costuma reclamar em corredores acima do peso ou que exageram com frequência na dose de treinamentos e provas e não dão muita bola para o sistema de amortecimento dos calçados.

Quando a fascíite não é tratada, resulta em sua complicação: esporão calcâneo, um depósito de cálcio na inserção com o calcanhar. Se a dor demora a passar, experimente a terapia com ondas de choque, que são ondas acústicas de altíssima intensidade que quebram os depósitos de cálcio e estimulam a liberação de substâncias analgésicas, além de estimular a recuperação do tecido que constitui a fáscia. O ideal, para resultados rápidos (em três semanas já é possível notar uma bela melhora) é que se combine a terapia com ondas de choque com massofisioterapia.

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Reutilize o seu equipamento esportivo de forma criativa


Enquanto usados, os equipamentos são grandes aliados para esportistas das mais diversas áreas. Com o passar do tempo, quando não aproveitados, os equipamentos de esporte se transformam em um transtorno em casa. Peças grandes, com várias miudezas acumulam poeira ou são esquecidas em porões ou nos quartos, ocupando um espaço que deveria ser aproveitado de outra maneira. Se você possui aquele equipamento antigo, desgastado ou fora de uso, tire-os do armário. O EcoD te dá dicas de como dar novos usos para eles.

Ao invés de deixar o equipamento dos treinos de golfe jogado no quarto, pense que ele poderia virar um companheiro na hora de limpar os cantos mais escondidos da casa. É simples: basta aproveitar a região mais redonda do taco revestindo-o com uma flanela umedecida. O saco de golfe também pode ser usado como veículo de transporte para os materiais de limpeza.

Se você joga tênis, provavelmente deve ter em casa uma porção de bolas antigas e felpudas que sofreram com a batida das raquetes. Dê uma nova vida a elas da seguinte forma: Selecione uma meia velha e limpa - de preferência os meiões de futebol - e coloque pelo menos três bolas de tênis dentro. Essa pode ser uma ótima ferramenta na hora da massagem, basta arrastar nas costas cansadas fazendo um movimento de vai e vem.

Um skate vai te ajudar a pintar os rodapés. Pegue tinta e pincel, monte na prancha com rodinhas e mãos a obra. Outra forma de aproveitar o skate é expandir um pouco a parte direita com madeira compensada e rolar debaixo do carro para mudanças de óleo.

A transformação é a palavra-chave quando objetos antigos se tornam peças novas. Você pode desenvolver artigos simples utilizando tacos de beisebol, pranchas de surf e aros de bicicleta. Aproveite o número de tacos para fazer uma mesa com um tampo de vidro, o mesmo pode ser feito com a prancha: aproveite a parte plana para prender fotos e criar um espaço personalizado no seu quarto. Os aros de bicicleta podem se tornar quadros, prendendo cartas, fotos e bilhetes importantes.

A sua casa e o planeta agradecem quando materiais que iriam para o lixo se tornam peças novas. Então pegue seu equipamento esportivo e volte para o jogo: no final todo mundo vai sair ganhando.

Fonte: ecodesenvolvimento.org

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Sal: o momento certo


Maratonistas e ultramaratonistas perdem litros de suor durante as provas. Junto com água, vão embora os eletrólitos, importantes reguladores do equilíbrio osmótico. O sal consegue fazer a reposição e cada vez mais corredores de longa distância lançam mão dele para se revigoraram durante o esforço, mas é preciso cuidado na hora de consumi-lo, veja:

A recomendação é de que a bebida isotonica caseira, feita com água gelada, suco concentrado, açúcar e sal, ou as pastilhas efervescentes, sejam usadas apenas em provas longas e com supervisão de um nutricionista. A quantidade varia de organismo para organismo e do nível de esforço. A American College of Sports Medicine (ACSM) recomenda de 600 ml a 1.200 ml para corridas que durarem mais de uma hora, além de 0,5 a 0,7 g/l de sódio, encontrado no sal.

A vantagem de procurar um nutricionista para indicar a quantidade ideal para o seu perfil é que você terá à disposição uma bebida esportiva personalizada, com a quantidade certa de eletrólitos que o seu corpo precisa, sem correr o risco de excesso ou falta, ajudando a melhorar o seu desempenho.

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Suco para cãibras


Cãibras são contraturas involuntárias dos músculos que se apresentam de forma espontânea ou quando se faz exercícios físicos vigorosos quase sempre ocorre na panturrilha ou batata da perna. Isto ocorre em consequência da falta de irrigação sanguínea e ao acúmulo de ácido lático no interior dos músculos. E um desequilíbrio de cálcio e magnésio ou deficiência de vitamina E, potássio. Geralmente ocorre em curto espaço de tempo. A má circulação contribui para as cãibras nas pernas.

A maioria das cãibras ocorre à noite quando as pessoas estão dormindo. É bastante comum em idosos e em indivíduos que sofrem de arteriosclerose e diabetes. O uso de diuréticos e o excesso de cafeína podem ocasionar cãibras e também pode estar associado a falta de líquidos, ao desequilíbrio dos sais minerais (sódio, cálcio e potássio) encontrados em frutas, como a banana, melancia e também na água-de-coco.

Suco de Banana com Coco

1 banana batida
1 copo de água-de-coco.
Tomar todos os dias.

Limão: Suco de 1 limão médio em 200ml de água.
Tomar 3 copos ao dia.

Água-de-coco: Ingerir pelo menos 200ml ao dia.

Principais elementos terapêuticos

Banana (Musaparadisíaca): contém grande quantidade de potássio.
Limão (Citrus limonia): contém limoneno, cumarina, quercetina e vitamina C, antiinflamatória;
Coco (Cocos nuáfera): fonte de minerais, principalmente potássio. É a espinha dorsal do processo de produção de energia.

Retirado do livro “100 sucos com poderes medicinais”, de Lelingron Lobo Franco. São Paulo: Elevação, 2005. pag 123-125

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Adrenalina- Endorfina - Serotonina


Adrenalina e Serotonina. Parecidas na órmula, mas bem diferentes nos efeitos

Adrenalina é um hormônio. Endorfina e Serotonina são neurotransmissores. Saiba o que cada um faz e por que são tão freqüentes nas conversas com temática esportiva:

- Adrenalina
Produzido nas glândulas suprarrenais, o hormônio é liberado em situações de estresse, como numa competição decisiva, arriscada, como num salto de paraquedas, por exemplo. Os ritmo dos batimentos cardíacos aumenta e há tonificação muscular (ou seja, você fica subitamente, mais forte e ágil) e dilatação das pupilas (sua atenção fica redobrada).

- Endorfina
Produzido na glândula hipófise, no cérebro, o neurotransmissor entra em cena em situações que causam bem-estar e relaxamento, como praticar exercícios aeróbicos e comer coisas gostosas. Euforia e prazer invadem todo o organismo.

- Serotonina
Produzida a partir de um aminoácido chamado Triptófano na glândula pineal, no cérebro, a serotonina regula os estados emocionais. Produção irregular de serotonina pode levar a estados depressivos e ansiosos. A serotonina controla também o apetite, sono, libido e dor. Praticar esportes e ter uma dieta rica em alimentos com triptófano são ótimos para regular a produção de serotonina e, portanto, aumentar a sensação de bem-estar e tranqüilidade.

Pesquisas tem demonstrado que a massagem terapêutica aumenta os níveis de dopamina, serotonina, encefalinas, endorfinas e a ocitocina, além de reduzir os níveis sanguíneos e salivares de cortisol. Esta informação é de grande relevância, visto que são hormônios altamente relacionados com os pacientes deprimidos.

http://equilibriummassagens.blogspot.com/2009/11/influencia-da-massagem-nas-substancias.html

domingo, 16 de janeiro de 2011

"Tipo de Pé"; teste do pé Molhado (segundo revista "Runners World")


Apresento uma tradução livre de como escolher os sapatos de corrida de acordo com a prestigiada Revista Runner's World.

Claro que o artigo pretende "supersimplificar" um assunto complicado, mas é um método simples de começar, agora já não existe desculpa para correr com os olhos (comprar os sapatos que mais gostamos), devemos começar a correr com os pés (comprar os sapatos que necessitamos)...

Existem três tipos básicos de pé, cada um baseado na altura das suas arcadas. A maneira a mais rápida e a mais fácil determinar seu tipo do pé é fazendo o “teste molhado,".

1) Derramar uma camada fina de água numa bandeja rasa.

2) Molhar a sola de seu pé.


3) Pisar Num saco de compras ou num papel branco grosso.


4) Retirar o pé e observar a marca



Observe o formato do seu pé e compare-a com um dos tipos do pé no fundo da página. Embora existam outros fatores (tais como seus peso, biomecanica, quilometragem semanal, e preferências de acomodação) a ter em conta, saber seu tipo do pé é a primeira etapa para encontrar o sapato adequado para você.


Arcada (média) normal [pé normal]
Se conseguir ver metade de seu arco, você tem o tipo o mais comum do pé e está considerado um pronator normal. O contrário à opinião popular, a pronação é uma coisa boa. Quando o arco colapsa para dentro, esta "pronação" absorve o choque. Sendo um pronador normal, você pode utilizar qualquer tipo de sapatos, mas fica melhor servido com um sapato de estabilidade que ofereça apoio moderado na arcada (ou estabilidade medial). Os corredores de pouco peso com arcadas normais podem preferir sapatos neutros de amortecimento sem nenhuma sustentação adicional, ou mesmo uma sapato de desempenho que ofereça algum apoio mas maior resposta, para uma maior sensação (da estrada).


Arcada (baixa) Rasa [pé raso/plano]
Se vir a quase totalidade da sua pegada, você tem um pé raso, o que significa que provavelmente é um Hiperpronator. Isto é, um microssegundo após o ataque ao solo, a sua arcada colapsa demasiado para dentro, tendo como resultado o movimento excessivo do pé e o aumento de seu risco de lesões. Você necessita de sapatos de estabilidade, que empregam dispositivos tais como solas intermédias de dupla-densidade e "dispositivos anti-pronação" para reduzir a pronação, sendo mais adequados para os pronadores suaves a moderados, ou sapatos de controlo biomecânico, que possuem dispositivos de apoio mais firmes e são os mais adequados para pronadores severos, como também para os corredores altos, pesados (mais de 75 kilos(….).


Arco Elevado [pé cavo]
Se você apenas conseguir destinguir o seu calcanhar, e a esfera [maçã] de seu pé, e uma linha fina na parte externa de seu pé, você tem um arco elevado [pé cavo], o tipo de pé menos comum. Isto significa que você é provávelmente um subpronador , também designado por supinador, o que pode resultar em demasiado choque durante o seu ciclo, uma vez que a sua arcada não colapsa o suficiente para o absorver. Os supinadores são melhor servidos por sapatos neutros-amortecimento porque necessitam uma sola intermédia mais macia [fofa] incentivar a pronação. É vital que os sapatos de um supinador não possuam dispositivo de estabilidade para reduzir ou controlar a pronação...


Condromalácia patelar


Uma enfermidade que pode ser prevenida.

Também conhecida com Síndrome patelofemoral, é caracterizada como uma alteração inflamatória e degenerativa da cartilagem patelar que sofre pequenos rompimentos, tornando-se irregular, normalmente consequente a seu desalinhamento em relação aos côndilos femorais, que por mecanismos de trauma, causados por impacto, uso excessivo e/ou esforço anormais do joelho. Também pode refletir artrite da patela que geralmente se observa em indivíduos de idade avançada. Essa cartilagem é muito pouco vascularizada e sua recuperação fica, portanto dificultada.

Principais sintomas:

Dor profunda no joelho ao subir e descer escadas, ao levantar-se de uma cadeira, ao correr, muitas vezes restringindo atividades físicas.
Dores atrás ou ao redor da patela do joelho ocorrem principalmente se joelho é forçado quando flexionado - como ao subir escadas ou agachar-se, por exemplo.
Ardência ou dor ao ficar com o joelho flexionado por longos períodos, mesmo sem forçá-lo, também é um sintoma comum na condromalácia patelar, além de crepitação e estalos, muitas vezes audíveis. É possível também a presença de edema.

Grupo de risco:

Os atletas de forma geral, principalmente os adeptos aos esportes de longa duração e/ou grandes impactos. Mais comum em indivíduos que apresentam alteração no alinhamento dos joelhos, ou mesmo gerado por disfunções articulares ou musculares que possibilitem um funcionamento desequilibrado da patela em relação ao fêmur.

Sua incidência na população é muito alta, aumentando conforme a faixa etária, sendo mais comum em mulheres e com excesso de peso. E grande parte dos adolescentes afetado apresenta um alinhamento anormal do joelho.

Dicas de como prevenir:

É muito importante antes de iniciar qualquer tipo de atividade física ou treinamnento, buscar orientação de um profissional de educação física ou médico, para uma avaliação e prevenção de qualquer tipo de lesão baseado em dados individuais como analise postural, biomecânica e funcional, além é claro de exames clínicos e se necessários complementares.

Reforçar os músculos fazendo exercícios de fortalecimento (pilates, musculação gyrotonic), para equilibrar as forças atuantes sobre a patela, sendo importante avaliar o limite de extensão e flexão do joelho durante os exercícios.

Não esquecer de alongar bem, alongamento sempre é bem vindo e reduz a compressão articular; procure fazer bons aquecimnentos antes de iniciar sua atividade física.

Usar calçados adequados para a atividade física e obedecer os períodos de descanso e recuperação nos treinamentos; ao perceber os primeiros sintomas procure logo ajuda profissional, pois quanto antes diagnosticada e tratada, melhor será a sua recuperação.

Fonte:saude plena

sábado, 15 de janeiro de 2011

Banhos para uma boa recuperação



Não há nada mais gostoso do que tomar um bom banho depois de uma corrida. Pois saiba que esse momento relaxante, quente ou frio, tem benefícios importantes para a recuperação óssea e muscular pós esforço. Veja quando esquentar e quando esfriar a água:

- Água quente
É indicada para corredores com contraturas musculares. Relaxa, reduz os espasmos e a dor, facilita o movimento articular e estimula a circulação.

- Água fria
Imediatamente após a corrida, tem ação anti-inflamatória. Diminui a fadiga e a velocidade da condução da sensação dolorosa pelas fibras nervosas, além de estimular a produção de endorfina.

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Pernas inquietas depois da corrida



As suas pernas ficam agitadas quando você se deita para dormir depois de um dia cheio de exercícios? Saiba que você não está sozinho. Muitos atletas sofrem com o problema, que pode ser resolvido com pequenas mudanças na sua alimentação. Veja:

Durante o esporte, perdemos muitos sais minerais, além de água, com o suor. Alguns desses sais, como cálcio, ferro e sódio, são responsáveis pelo relaxamento muscular. Se você não repõe em quantidade suficiente essas substâncias, os músculos continuam ativos e você fica com dificuldade de descansar completamente.

Para evitar o problema, antes de dormir, faça um lanche com leite ou iogurte e, no jantar, coma verduras ricas em ferro, como espinafre e couve e, se você não é vegetariano, inclua também carne vermelha.

Massagem esportiva para corredores

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A fisioterapeuta da Fisio Run, Tatiana Abreu, apresenta e revela os benefícios da massagem esportiva para os corredores.

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Cãibra é comum nos treinos iniciais


Cãibra é comum nos treinos iniciais, saiba como aliviar o formigamento
Alimentação e exercícios de fortalecimento muscular agem na prevenção do problema


Quem já experimentou uma corridinha, sabe bem como ela incomoda: a cãibra corta o pique e chega a dar raiva quando demora a passar. Causada por uma contração involuntária dos músculos, ela não representa nada grave. Mas pode atrapalhar bastante o seu rendimento se começar a aparecer com muita freqüência.

É verdade que a carência de alguns minerais (como sódio, magnésio e potássio, perdidos na transpiração) favorece o surgimento do problema. Daí, aliás, a importância de uma boa hidratação com água, sucos e isotônicos. Mas não é só isso.

Sabe-se também que uma musculatura pouco tonificada e mal alongada é mais sujeita às cãibras. Então, antes de treinar, estique todos os principais grupos musculares, avisando seu corpo de que o treino está prestes a começar. Também inclua banana, tomate e uvas passas na sua dieta elas são exemplos de alimentos ricos em potássio.

E, na hora que o formigamento chato aparecer, pare tudo e faça uma massagem suave na região. Se possível, também coloque uma bolsa de água quente no local com a dilatação, os músculos relaxam e a dor desaparece rapidinho.

Para prevenir

1. Tome muito líquido durante o dia, e não apenas enquanto treina
2. Se o seu treino dura mais de 50 minutos, reponha os sais minerais perdidos na transpiração com bebidas isotônicas
3. Alongue-se sempre antes e depois do treino;
4. Nunca treine pesado dois dias seguidos;
5. Inclua alimentos ricos em potássio na dieta;
6. Fortaleça seu corpo com séries de exercícios localizados

Resolva rápido

Quando o mal-estar aparecer, apele para estas dicas:
1. Alongue, devagar, as áreas que estiverem com cãibra;
2. Faça uma massagem bem suave no local, estimulando a circulação sangüínea;
3. Reponha os sais minerais perdidos, tomando algum isotônico
4. Faça uma compressa quente, relaxando os músculos contraídos indevidamente

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Fascíte plantar pode prejudicar corredores


A fáscia plantar é um tecido espesso que reveste toda musculatura da planta do pé. Ela tem origem no calcanhar (osso calcâneo) e percorre toda a região plantar até chegar à base dos dedos. Fasceíte ou fascite plantar pode ser definida como a inflamação da fáscia plantar.

Essa inflamação é comum em pessoas entre a terceira e quinta década de vida, sendo a lesão mais comum da planta do pé e uma das principais lesões em corredores, representando 20% das lesões esportivas. Sua causa é multifatorial, porém pode ser didaticamente dividida em três fatores:

- Fatores anatômicos: alterações posturais, pé plano (chato), pé pronado, pé cavo e diferença de comprimento de membros inferiores;

-Fatores biomecânicos: encurtamento dos músculos da panturrilha (tríceps sural), diminuição da força dos músculos flexores plantares e intrínseco dos pés, obesidade ou súbito aumento de peso e traumas locais;

- Fatores ambientais: erros de treinamento, aumento de treinamento com súbita sobrecarga de velocidade, intensidade e duração de treinos e corrida; corrida em aclives e terrenos irregulares, calçados inadequados e alongamento insuficiente.

O diagnóstico é realizado através de avaliação física, queixas do paciente, palpação da região e exames de raios-X, ultrassom e ressonância magnética. Entre os pacientes afetados, são comuns relatos de dor irradiada do calcâneo até a base dos dedos, dor intensa ao primeiro apoio matinal do pé no chão e dores durante a deambulação (marcha do dia a dia).

Geralmente a fasceíte (fascite) plantar começa como uma dor leve ou sensibilidade na área da planta do pé próxima ao calcanhar que, gradualmente fica mais intensa e severa. A fisioterapia esportiva tem papel fundamental no tratamento e prevenção da fasceíte (fascite) plantar e de suas complicações, sendo o esporão de calcâneo a principal delas.

Todo programa de fisioterapia para o tratamento e prevenção da fasceíte (fascite) plantar visa à diminuição da dor, controle do processo inflamatório, orientações e reequilíbrio muscular através de alongamento e fortalecimento.

Dica: Aos primeiros sinais de dores na região plantar do pé, procure um profissional para uma completa avaliação e o correto diagnóstico e tratamento, só assim você terá condições de realizar suas atividades esportivas sem maiores complicações.

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Estalos só preocupam quando causam dor


Barulho não vem dos ossos, mas do líquido no interior das articulações

Quando percebe, você já começou o trec-trec. Os estalos são um hábito na rotina de muitas pessoas, que adoram ouvir os barulhos das esticadas e dos contorcionismos nos dedos e na coluna (há até quem adore estalar o pescoço).

Segundo o ortopedista Alberto Tesconi Croci, do Hospital Beneficência Portuguesa de São Paulo, a brincadeira não traz motivo de preocupação. "Se não causam dor, os ressaltos (como os médicos chamam os estalos) não precisam ser vistos como um problema. Trata-se de uma reação natural do organismo a um estímulo", diz o médico.

O barulho que você escuta ao puxar os dedos, por exemplo, é resultado de uma diferença de pressão. "O líquido que está de um dos lados da articulação para passa para o outro lado quando você estica ou pressiona alguma parte do corpo. É desta passagem que vem o barulho", explica o ortopedista.

É por isso que, logo depois de um estalo, dificilmente você consegue repeti-lo com a mesma intensidade. É preciso esperar alguns minutos para que o líquido volte a se acumular, gerando a diferença de pressão novamente.

A cena repete-se no caso da coluna, formada por uma série de pequenas articulações. O movimento do fluido sinovial, contido nestas articulações, causa os estalidos que você escuta quando torce o tronco ou quando se estica para trás ou para frente.

E nem precisa se incomodar: os estalos não engrossam os dedos, como pensa muita gente. Segundo o médico, as articulações ficam mais grossas com a idade, independente se há ou não ressaltos.

Mas nem todos os estalos estão ligados às articulações. Alguns deles ocorrem nas chamadas fáscias (camadas mais profundas da musculatura). Quando é estimulada de forma abrupta, principalmente em pessoas sedentárias, a fáscia gera os estalos (porque, dentro dela, também há um líquido semelhante àquele contido nas articulações). "A diferença aqui é que, normalmente, há dor neste tipo de ressalto. Ele acontece nos movimentos bruscos da escápula e dos ombros, por exemplo".

Nas situações em que há dor, é importante buscar ajuda de um ortopedista. Isso porque o especialista vai fazer mais do que aliviar o desconforto, ele consegue descobrir por que a dor apareceu e dar um jeito para que isso não ocorra novamente. "Além de analgésico, geralmente receitamos uma compressa de gelo para aplicar no local", diz o ortopedista do Hospital Beneficência Portuguesa.

Muito comum entre os adolescentes, os estalos também podem ser resultado do chamado estirão de crescimento: nessa situação, os músculos são menores do que deveriam e não acompanham o crescimento ósseo, daí as dores e os estalos. "Se o adolescente estiver com sobrepeso, recomendamos uma dieta (assim as articulações deixam de ser tão forçadas) e também é necessário o acompanhamento de um fisioterapeuta para que ele estimule o alongamento muscular", diz o médico. "Mas este alongamento tem de ser constante e aos poucos, para não haver lesões ou mais dores. Qualquer trabalho de hipertrofia também deve ser suspenso nesta fase ou aumentam as dores e o desequilíbrio".

Pondo a coluna no lugar
Se você já fez alguma aula de educação física ou frequenta a academia, certamente já se deitou num colchonete à espera das estaladas que o professor daria na sua coluna, sob a justificativa de colocá-la no lugar.

Na próxima vez que ouvir o convite, recuse. Ninguém ajusta a coluna com a pressão das mãos. Um terço da população brasileira tem escoliose e o ser humano não é simétrico, pessoas destras tendem a ter braços e pernas do lado direito maiores e isso não chega a ser um problema, afirma o ortopedista.

Mas e se for? Então procure um médico, que vai dar as orientações corretas para resolver, sem riscos de que um desconforto acabe se tornando motivo de dor de cabeça, como uma lesão mais séria em alguma das vértebras .

Para quem pedir ajuda?
Você pode marcar uma consulta com um ortopedista ou com um fisiatra. Os dois são médicos por formação e entendem tudo sobre o funcionamento do sistema músculo-esquelético.

"A diferença é que o ortopedista, além da prática clínica, pode realizar cirurgias. Já o fisiatra está apto a agir na reabilitação dos pacientes", diz o ortopedista.

Sem exageros
Realizados de vez em quando, os estalos não chegam a ser um problema. Mas repetir demais os movimentos pode comprometer a sua força. "Não existe ligação aparente entre o estalo de articulações e a artrite.

Entretanto, pessoas que têm o hábito de estalar os dedos apresentaram sinais de outros tipos de danos, incluindo lesão nos tecidos moles e até da cápsula articular, além de diminuição da força.

Essa lesão provavelmente resulta do alongamento rápido e repetido dos ligamentos que circundam a articulação", afirma o traumatologista Moisés Cohen, diretor do Instituto Cohen de Ortopedia, Reabilitação e Medicina do Esporte.

Relaxando
Quando as articulações são manipuladas, os órgãos do tendão de Golgi (um conjunto de terminações nervosas envolvidas no movimento) são estimulados e os músculos em torno da articulação relaxam.

"Esse é um dos motivos que explica por que algumas pessoas sentem prazer ao estalar uma articulação. Coluna vertebral, joelhos, cotovelos e todas as outras articulações de movimentação estão sujeitas ao mesmo tipo de manipulação que os nós dos dedos", afirma o médico traumatologista.

Fonte: minha vida

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Cãibras atingem cada vez mais atletas durante o treino


Essa contração involuntária dos músculos pode acontecer mesmo em repouso

Os músculos correspondem a aproximadamente 40% do peso corporal. As cãibras são contrações involuntárias e dolorosas de um músculo ou de um grupo de muscular que acometem apenas a musculatura estriada e afetam principalmente os músculos posteriores da perna (músculo gastrocnemio), e podem iniciar durante a atividade física, no repouso e até durante o sono. A etiologia é controversa.

Inicia-se mais frequentemente após uma contração muscular intensa com consequente encurtamento do músculo que está sofrendo o processo. Geralmente origina-se da fasciculação de um grupo muscular isolado ou da associação de grupos musculares que passam a contrair desordenadamente, sem o controle do índividuo.

As cãibras estão associadas a uma série de condições não relacionadas com o esporte ou exercício. O suor e a diurese excessiva podem causar uma hiponatremia (queda do sódio sérico). Isso é importante porque o organismo começa a utilizar sódio dos músculos quando as suas principais fontes de glicogênio acabam. Quando isso acontece pode ocorrer uma hiperritabilidade em algumas terminações nervosas que ficam hiperexitadas, provocando um estresse mecânico ao seu redor. Resultando em contrações espontâneas dos músculos, ou seja, nas cãibras.

É importante salientar que as deficiências de outros minerais como cálcio, magnésio e potássio também podem causar cãibras musculares e problemas neuromotores. A falta de condicionamento físico e a fadiga também podem ser responsáveis pelas cãibras. Uma prova disso é a sua maior frequencia em atletas iniciantes, pouco preparados ou mal assessorados por um profissional da área.

Na insuficiência renal aguda ou em pacientes que realizam hemodiálise, esses sintomas podem ocorrer mais comumente. Estas condições podem ser explicadas pela baixa concentração sérica de sódio no corpo. A administração de soluções salinas pode ajuda a combater os sintomas, causando alívio nas dores da contração muscular. Baixos níveis de cálcio e magnésio sérico também podem estar envolvidos no início dos sintomas. Entretanto nenhum destes desequilíbrios iônicos necessariamente tem que estar presente na gênese do problema.

Outros fatores que favorecem a ocorrência de cãibras são doenças como diabetes, doenças neurológicas ou problemas vasculares. Há algumas evidências que indicam que o uso de certos suplementos dietéticos como creatina pode aumentar os riscos de cãibras musculares.

Acabando com o problema

As cãibras podem ser momentaneamente interrompidas por uma contração ativa da musculatura antagonista à afetada, ou por um alongamento passivo forçado desta musculatura. Após esse primeiro sintoma, o músculo mostra alterações na excitabilidade e na contratilidade, mostrando-se fasciculado por alguns minutos. O músculo pode permanecer dolorido por alguns dias, dependendo da intensidade da cãibra.

O tratamento pode ser iniciado com a administração de eletrólitos e a regulação do balanço hídrico (quantidade de água). Entretanto este tratamento não é comprovadamente eficaz. Cada vez mais se têm utilizado medicamentos para o tratamento das cãibras principalmente na população de não atletas.

Sulfato de quinina e fosfato de cloroquina tem sido benéficos principalmente nos casos de cãibras noturnas. A causa exata das cãibras durante os exercícios permanece controversa. Alguns estudos têm conduzido para hipótese de desidratação, distúrbios eletrolíticos e fadiga muscular.

Como prevenir as cãibras

- Alongar e aquecer a musculatura antes de iniciar a atividade física
- Adequada hidratação antes, durante e após a atividade física
- Repor níveis de sódio durante os intervalos de exercícios intensos e com transpiração abundante com bebidas esportivas ou com alimentos que contenham sódio
- Ingestão adequada de carboidratos para evitar a utilização de proteína muscular como forma de energia
- Assegurar uma recuperação nutricional adequada

Fonte: minha vida

domingo, 9 de janeiro de 2011

massagem desportiva


O tratamento com massagem desportiva aborda medidas preventivas e reabilitação, fisiologia desportiva, testes, alongamentos, primeiros socorros e tratamentos na hora de acidentes desportivos.

A massagem desportiva é muito indicada para lesões musculares em geral. Ela aumenta a circulação sanguínea e ajuda a eliminar as toxinas que acumulam nos músculos depois de um treino, principalmente o ácido láctico.

A massagem desportiva também ativa os músculos antes do treino ou da competição, para estimular a produção de adrenalina e aquecer os tecidos do corpo.

Com ou sem a utilização de aparelhos com intesidade regulável, infravermelho e aquecimentos.

sábado, 8 de janeiro de 2011

A pubalgia pode tornar-se crônica se não for tratada adequadamente


Começa com uma dor na região da virilha, nas coxas, às vezes fraca e não muito bem definida. Com o tempo, se não tratada, pode se tornar uma doença crônica.

Por causa dessa característica, a pubalgia – uma inflamação na região do púbis – muitas vezes não é diagnosticada nem comentada. Mas a dor provocada pela doença restringe movimentos.

No início, ela pode ser confundida com uma simples dor muscular. Depois, pode ainda ocorrer o diagnóstico de hérnia inguinal (hérnias que ocorrem na região da virilha), infecção urinária e fratura. Isso acontece porque quando a lesão é leve não há grandes alterações visíveis em um exame de raio X.

Em qualquer um dos casos, quanto antes o problema for detectado, melhor e mais rápida deverá ser a recuperação do paciente.

Em mais de 90% dos casos, o tratamento é clínico.
Quando se trata de uma situação de mais gravidade, porém, pode ser necessário fazer uma cirurgia para correção da inflamação.

A pubalgia pode ocorrer, por exemplo, em mulheres grávidas, mas é mais frequente em homens e, especialmente, em atletas. Isso porque eles são submetidos a uma carga de treinamento e a um excesso de impacto na região.

Os sintomas :

Dor na região púbica, principalmente ao levantar, sentar e ao tossir

Aumento da dor com apoio unipodal e exercícios de alta intensidade (corrida)

Sensação de ardor na região da virilha

Crepitação na sínfise púbica

Espasmos de adutor

Diminuição da amplitude de movimento do quadril

Possível dor lombar

Marcha Anserina (marcha com rotação lateral dos membros inferiores)

No futebol, dor no primeiro passe ou chute

Os sintomas da pubalgia são na maioria das vezes causados pelo desequilíbrio muscular entre os músculos abdominais e adutores. A ação dos abdominais leva a uma elevação pélvica e os adutores acabam por tracionar, afastando a sínfise púbica, levando então a um stress ligamentar e inflamação local.

Outro grupo muscular que interfere neste desequilíbrio biomecânico são os posteriores da coxa (isquiotibiais). Quando estes estão encurtados ocorre uma tração lombar, potencializando o desequilíbrio de abdominais de adutores, principalmente no movimento de chute do futebol.

Tratamento - O tratamento inicial é sempre conservador. Repouso completo, administração de antiinflamatórios e aplicação de compressa de gelo por quinze minutos no local, para aliviar a dor. Pode-se alongar levemente os músculos abdominais, adutores e isquiotibiais (nos casos de término da dor, alongar normalmente).

A fisioterapia tem papel fundamental no re-equilíbrio muscular e no retorno as atividades desportivas. O tratamento cirúrgico só é utilizado caso o tratamento conservador falhe.

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Dieta e dor nas costas


A maioria das pessoas não vêem qualquer relação entre o que comem e a força e saúde das costas. Assim como o motor de seu carro, seu corpo necessita de nutrição adequada para que os músculos possam continuar a mover-se e apoiar a coluna. Se o carro ficar sem gasolina, o motor morre e o carro não pode mover-se. Se você não come bem, os músculos de suas costas podem parar de trabalhar para você; eles podem enfraquecer, enrijecer e tornarem-se mais suscetíveis a lesões relacionadas à fadiga.

Coma alimentos energéticos

Evidentemente, seus músculos necessitam de comida para manter o vigor, mas não apenas qualquer comida. O tipo de alimento que você come faz diferença. Na nossa sociedade de ritmo acelerado, comer direito pode ser algo difícil. Refeições rápidas podem satisfazer sua fome e lhe dar alguma energia, mas seus músculos e o seu corpo necessitam de alimentos energéticos. Estes alimentos fornecem uma grande quantidade de energia lentamente, no decorrer de algumas horas. Eles podem manter seus músculos constantemente abastecidos com o combustível que precisam para manter o apoio e proteção para sua coluna. Alimentos energéticos têm alta taxa de carboidratos complexos, baixa taxa de açúcares simples e gordura e uma quantidade adequada de proteína.

Vitaminas e minerais são também importantes; eles desempenham um papel essencial na capacidade que seu corpo tem de liberar a energia dos alimentos e manter seu corpo saudável. Lembre de obter cálcio suficiente e vitamina D para manter seus ossos fortes e resistentes.

Experimente fazer com que frutas e vegetais frescos, cereais, pães integrais, massas e macarrão sejam a parte predominante de sua dieta. Não coloque esses alimentos em molhos, manteiga, temperos ou outras formas de gordura. Por último, limite os refrigerantes, chocolates, sorvetes, biscoitos e outros doces, porque estes fornecem energia rápido demais para o corpo usar. Muitas vezes, esse excesso de energia converte-se em gordura e é armazenado no seu corpo em lugares provavelmente indesejados.

Frutas frescas e grãos integrais manterão seu corpo energizado

Fique energizado

Algumas pessoas comem os tipos certos de alimentos, mas não comem na freqüência certa para sustentar aquele nível de energia e manter os músculos das costas funcionando. A refeição mais importante é o café da manhã, porque quando você dorme a energia armazenada no seu fígado é esgotada pelo cérebro e outros órgãos. Quando você acorda, cerca de 95% desta reserva já se foi. Seus músculos e o resto do seu corpo estão prestes a ficar sem combustível e músculos enfraquecidos podem rapidamente virar músculos lesionados. Então coma um bom café da manhã e dê a seu corpo e costas a energia necessária para a manhã.

Agora que você começou o dia com um tanque cheio, deve manter seu nível de energia durante o resto dele. O organismo trabalha melhor e o controle de peso é mais fácil se você comer quando tiver fome. Você está provavelmente condicionado a pensar que depois do café da manhã você deveria ficar sem comer até a hora do almoço. Entretanto, seu corpo pode necessitar de energia às 10h da manhã; se você esperar até o meio-dia, estará privando seu organismo de alimento por duas horas e aumentando o risco de lesões causadas por fadiga. Isto não significa necessariamente que, a cada vez que estiver com fome, precisa sentar-se para uma refeição completa. Uma fatia de pão integral, um pedaço de fruta ou um iogurte com pouca gordura pode ser suficiente para manter a energia e supri-lo até que possa fazer uma refeição completa.

A maioria das pessoas ainda acredita na dieta de três refeições, mas um organismo normal deveria fazer cinco ou seis refeições menores por dia em vez de duas ou três grandes. Pesquisas têm mostrado que a rotina de refeições menores e mais freqüentes é muito mais eficiente para suprir as necessidades de energia do organismo e reduzir o armazenamento de gordura do que o regime tradicional de três refeições. Apenas certifique-se de escolher alimentos saudáveis para sua dieta de seis refeições.

Como com qualquer tensão muscular, a quantidade de estresse na sua vida pode afetar o grau de tensão nas suas costas.


Este artigo têm propósitos apenas informativos

A publicação dessas informações não constitui prática da medicina e não substitui as orientações de seu médico ou outro profissional da saúde. Antes de iniciar qualquer tratamento, o leitor deve procurar o conselho do seu médico ou de outro profissional de saúde.

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

A cura pela massagem (Dica de leitura)

A CURA PELA MASSAGEM - Ferdinando Brisotto de Oliveira.

Problemas da Coluna.

Mercado Aberto - 1989 - 112pg.

Este livro destina-se a leitores interessados nos problemas relativos á arte da massagem. O assunto é abordado de maneira simples, clara e objetiva, evitando, o autor, complexidades e aprofundamentos desnecessários. A obra, pois, é dirigida, em princípio, aos profissionais da massoterapia. Todavia, nota-se o esforço do autor em tornar o texto compreensível e, até mesmo, agradável às pessoas que não têm formação técnica ligada à matéria. Em nenhum momento porém, descuida da necessária consistência teórica.

Para escrever e publicar A cura pela Massagem, foi preciso enfrentar barreiras incalculáveis. Foi necessário superar a ausência total, ou quase, de literatura brasileira específica e séria sobre o assunto. Nos cursos superiores de fisioterapia, enfermagem e educação física, a massagem não merece tratamento como disciplina autônoma e terapia eficaz, seja por ausência de literatura, desconhecimento ou indesculpável negligência.

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Nove dicas para prevenir dor nas costas



Cerca de 90% da população terá pelo menos uma crise de lombalgia (dor nas costas), de acordo com Alexandre José Reis Elias, neurocirurgião e especialista em coluna do Hospital 9 de Julho, de São Paulo. Como prevenir é melhor que remediar, confira nove dicas para diminuir as chances de ter o incômodo nas costas:

1 - Não durma de bruços, mas de lado e com um travesseiro entre os joelhos ou de barriga para cima, com um travesseiro atrás do joelho;

2 - O colchão não deve ser muito mole ou duro. O semiortopédico é uma boa opção, mas não existe regra e a escolha é individual;

3 - Para sair da cama, não se levante para frente. A melhor forma é virar o corpo para o lado e se levantar nessa posição;

4 - Quando for pegar objetos no chão, se agache dobrando os joelhos e sem inclinar a coluna. Não carregue peso excessivo (por exemplo, mais que três ou quatro quilos);

5 - No trabalho, se sente em cadeiras que não reclinem para trás e que tenham apoio para os braços. As costas devem ficar bem apoiadas e os pés totalmente encostados no chão. A tela do computador precisa ficar na altura dos olhos para o pescoço permanecer em uma posição confortável;

6 - Ao carregar mochilas, coloque as alças nos dois braços e tome cuidado com o excesso de peso;

7 - O salto alto pode acarretar dor na coluna lombar. Tenha bom senso e use-o apenas eventualmente. Se provocar dor, evite-o;

8 - Dirija com as costas apoiadas no banco e os braços parcialmente fletidos (não esticados totalmente);

9 - As gestantes devem manter atividade física supervisionada e permanecer dentro do peso. É que dores lombares são comuns e, na maioria das vezes, não indicam nenhum problema sério. De qualquer forma, é recomendado procurar um especialista em coluna para fazer o diagnóstico correto e indicar o tratamento adequado e as formas de prevenir novas crises.

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Pubalgia pode ser causada por treinamento intenso do atleta


Futebol, esgrima, corrida, tênis e rugby são esportes que exigem grandes esforços da região púbica agravados por gestos repetitivos. Quando o atleta de um desses esportes sente uma dorzinha na região da bacia ou até mesmo nas coxas é sinal de que ele sofre de pubalgia. O termo pub refere-se a púbis, um dos ossos da bacia, enquanto algia significa dor.

A dor originada na púbis tem diversas causas, e uma delas é o treinamento intenso que provoca minitraumatismo no local, resultando em inflamação e dor. A falta ou a inadequada execução de alongamento da musculatura adutora somado ao excesso de exercícios abdominais que os atletas realizam, podem causar desequilíbrio muscular na sínfise púbica tendo como consequência o surgimento da pubalgia.

Os sintomas são: dor na região púbica, principalmente ao levantar, sentar e ao tossir; aumento da dor com apoio unipodal e exercícios de alta intensidade como corrida; sensação de ardor na virilha; crepitação na sínfise púbica; espasmos de adutor; diminuição da amplitude de movimento do quadril; possível dor lombar; marcha anserina (marcha com rotação lateral dos membros inferiores); no futebol, dor no primeiro passe ou chute.

Os principais grupos musculares implicados na pubalgia são os que se inserem superiormente na sínfise púbica (os grandes retos, os músculos transversos e os grandes oblíquos) e os que se inserem inferiormente como o grupo de adutores da coxa, o adutor médio, o reto interno e o pectíneo. Um fator intrínseco da pubalgia está relacionada com o próprio atleta.

Segundo os especialistas, normalmente são atletas brevilíneos, jovens, com hipertrofia muscular, encurtamento e menor flexibilidade dos músculos dos membros inferiores, particularmente dos adutores, em contraste com uma musculatura abdominal insuficiente. Um fator extrínseco pode estar relacionado à qualidade dos solos (pisos duros) e ao calçado usado (com pouca absorção de choques).

Hoje em dia, os atletas são submetidos a um grande número de jogos e treinos, não havendo muitas vezes um tempo de repouso necessário ou para um programa adequado de alongamento. O tratamento inicial é o repouso completo, administração de antiinflamatório e aplicação de compressa de gelo por quinze minutos no local para aliviar a dor.

Pode-se alongar levemente os músculos abdominais, adutores e isquiotibiais; quando a dor acabar alongar normalmente. A fisioterapia também é muito importante no reequilíbrio muscular e no retorno às atividades desportivas. A cirurgia só é usada quando o tratamento acima não ser resultados.
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