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sábado, 30 de novembro de 2013

Massagem em atletas


As massagens que os atletas recebem após uma corrida, ou no intervalo de uma partida de futebol, são exemplos típicos da desportiva, que tem a intenção de evitar dores musculares antes ou depois do exercício. Essa técnica é indicada tanto para amadores quanto para profissionais e pode ser feita em pré e pós-competição. Age nas dores do atleta, mas é indicada não só quando há lesão, mas para prevenir lesões.

Antes de uma partida de futebol, por exemplo, é comum ver alguns atletas receberem massagem para ativar a circulação nos músculos. Ao final do jogo, a utilidade é acelerar o relaxamento e evitar lesão muscular. De acordo com o fisioterapeuta Plínio de Assis Brasil Neto, no pós-jogo, ajuda na recuperação e a diminuir o tempo de recuperação.

Segundo ele, antes, todo jogador fazia massagem para entrar em campo - servia como aquecimento. Hoje, é mais usada em caso de lesão e dor. Também ajuda a prevenir que se tenha câimbra, com a retirada dos metabólitos (sujeiras que ficam no organismo após grande esforço).

Menos sal



quinta-feira, 28 de novembro de 2013

Estiramento muscular



O estiramento muscular é uma lesão indireta caracterizada pelo "alongamento" das fibras dos músculos além dos limites normais. Ele está entre as lesões mais frequentes nos esportes e modifica significativamente os hábitos de treinamento e de competição dos praticantes. 

Normalmente estiramentos musculares são causados por displicência dos atletas. Usar uma técnica de treino de maneira incorreta, sobrecarga e fadiga muscular, postura inadequada durante a corrida, diferença de comprimento de membros inferiores e diminuição da amplitude de movimento são os erros mais comuns entre os que praticam esporte. Porém, a contração rápida e explosiva, é quem fundamentalmente proporciona o surgimento da lesão. 

O primeiro sinal de estiramentos é uma dor súbita durante a um treino esportivo e algumas vezes acompanhado de uma sensação de estalido. A intensidade da dor é variável e geralmente provoca desequilíbrio e interrupção do movimento. Os sintomas que podem ser observados depois são: deficiências de flexibilidade, desequilíbrios de força entre músculos de ações opostas, lesões musculares que não melhoram, distúrbios nutricionais e hormonais, infecções e dificuldade de coordenar movimentos. 

Existem grupos musculares mais propensos a este tipo de lesão, como os músculos posteriores da coxa, os da panturrilha, a musculatura interna da coxa e o músculo anterior da coxa. Estudos indicam a junção músculo-tendão, também conhecida como região distal do ventre muscular, como o principal local da lesão. Mesmo assim, é bom deixar claro que qualquer ponto do músculo é suscetível ao estiramento. 

A classificação dos estiramentos tem importância no diagnóstico, já que identifica e quantifica a área lesada do músculo, os fenômenos decorrentes desse problema, a gravidade da lesão, os critérios de tratamento, o tempo de afastamento do esporte e a previsão de sequelas. Podemos classificar os estiramentos de acordo com as dimensões da lesão em: Grau I - é o estiramento de uma pequena quantidade de fibras musculares (lesão em menos de 5% do músculo). 

A dor é localizada em um ponto específico, surge durante a contração muscular contra-resistência e pode desaparecer no repouso. O edema pode estar presente, mas, geralmente, não é notado no exame físico. Ocorrem danos mínimos, a hemorragia é pequena, a resolução é rápida e a limitação funcional é leve. Apresenta bom prognóstico e a restauração das fibras é relativamente rápida. -Grau II - O número de fibras lesionadas e a gravidade da lesão são maiores (a lesão atinge entre 5% e 50% do músculo). 

São encontrados os mesmos achados da lesão de primeiro grau, porém com maior intensidade. Acompanha-se de: dor, moderada hemorragia, processo inflamatório local mais exuberante e diminuição maior da função. O tratamento do problema é mais lento. -Grau III - Esta lesão geralmente ocorre desencadeando uma ruptura completa do músculo ou de grande parte dele (lesão atinge mais de 50% do músculo), resultando em uma grave perda da função com a presença de um defeito palpável. 

A dor pode variar de moderada a muito intensa, provocada pela contração muscular passiva. O edema e a hemorragia são grandes. Dependendo da localização do músculo lesionado em relação à pele adjacente, o edema, a equimose e o hematoma podem ser visíveis, localizando-se geralmente em uma posição distal à lesão devido à força da gravidade que desloca o volume de sangue produzido em decorrência da lesão. O defeito muscular pode ser palpável e visível. No tratamento inicial na fase aguda da lesão, com gelo, repouso, elevação, uso de anti-inflamatórios prescritos por um profissional médico, o fisioterapeuta também pode utilizar alguns recursos para acelerar o processo de recuperação como ultrassom pulsátil, microcorrentes e laser. 

Após essa fase, inicia-se a recuperação do movimento ativo, que não produza dor. A inclusão dos exercícios de alongamentos são fundamentais na recuperação da lesão. A carga vai sendo inclusa aos poucos nos exercícios. Após esta sequência, utiliza-se os exercícios de recuperação funcional que têm como objetivo retornar o atleta ao nível de atividade antes da lesão, restaurando a estabilidade funcional e os padrões de movimentos específicos para o esporte, minimizando o risco de nova lesão. 

A evolução do tratamento deve obedecer a uma avaliação diária da dor, amplitude do movimento, força muscular e a sensação subjetiva do paciente. Nas atividades esportivas, existe uma permanente preocupação com o atleta de alto nível, no cumprimento do planejamento de treinamento e na manutenção do estado atlético. Negligenciar o tratamento leva freqüentemente a recidivas, com novas lesões no mesmo músculo e que podem resultar seqüelas e longos períodos de afastamento do esporte. 


Por Evaldo Bósio - Fisioterapeuta

Antes tarde do que nunca


quarta-feira, 27 de novembro de 2013

Thiago Silva posta foto de sessão de massagem no PSG com Ibra e Maxwell


O zagueiro Thiago Silva postou uma foto nesta terça-feira, em seu Instagram, de uma sessão de massagem no Paris Saint-Germain. Ao fundo da imagem, aparecem os jogadores Maxwell e o sueco Ibrahimovic.
A pose de Thiago, bastante curiosa, também chamou a atenção dos fãs que curtiram a foto na rede social.
“Essa vai pro Instagram #ibrahimovic hahahaha”, brincou Thiago no Instagram.



Fratura de stress



Antigamente, a fratura de stress era considerada uma lesão típica dos militares, devido às sua longas caminhadas. Hoje em dia tem sido mais comum nos praticantes de atletismo,principalmente nos atletas de longas distâncias.

A fratura de stress ocorre devido aos sucessivos impactos no solo. Quando se atinge a fadiga
muscular, os músculos deixam de ser capazes de absorver o choque dos impactos repetidos e estas forças começam a ser transmitidas e absorvidas diretamente nos ossos, que podem resultar em pequenas fissuras. Estas fissuras, com a continuação da prática desportiva, não conseguem consolidar-se devidamente, o que faz com que aumente o foco de fratura. Nesta fase da evolução, tem-se uma alteração fisiológica, no entanto sem aparente alteração  anatómica (deformidade).

Normalmente, este tipo de fratura ocorre nos ossos que estão sujeitos a maior carga, nomeadamente na perna, tornozelo e pé (tíbia, perónio, astrágulo, calcâneo, escafóide e metatarsos).

Um dos sintomas mais comuns é a dor, que se desenvolve gradualmente, aumentando sempre com as actividades que implicam carga e geralmente diminui com o repouso. Pode ocorrer, também, inchaço e sensibilidade ao toque no local da fratura. Por vezes, verifica-se a formação de um hematoma.

A avaliação, quer na observação quer na história clínica, são o ponto de partida para o diagnóstico.

As fraturas de stress são difíceis de visualizar numa radiografia, muitas vezes só são visíveis já na fase de consolidação do osso. A cintigrafia óssea tem sido o exame mais comum na visualização das fraturas de stress, embora seja a ressonância magnética o exame mais eficaz na detecção deste tipo de situação.

Como foi referido, a fractura de stress ocorre, principalmente, nas atividades de impacto, dependendo sempre da frequência, intensidade e duração do exercício. Fatores de risco como:

- Calçado inadequado e em más condições;

- Gesto técnico mal executado;

- O piso onde é praticado o exercício;

- Mau condicionamento físico;

- Outras condições associadas como tendinites, uma bolha no pé ou calo, que implique uma alteração no apoio, fazendo com que uma menor área do osso suporte mais carga;

- Osteoporose ou a ausência, ou irregularidade, no período menstrual, que implique uma diminuição da densidade óssea; São fatores que contribuem para o aparecimento de fraturas de stress.

É muito importante que suspenda toda a atividade, que implique carga, sempre que suspeitar de uma fratura de stres. Na maior parte dos casos, o repouso é a base do tratamento neste tipo de fraturas, bem como a aplicação de gelo para alívio dos sintomas. Ignorar os sintomas e insistir na atividade, pode levar à fratura completa do osso.

O uso de canadianas, ou por vezes talas para imobilização, auxiliam na recuperação e cicatrização do osso. Em condições mais graves, é necessário a intervenção cirúrgica, para fixação interna do osso, com placas e parafusos, para que seja mais rápida a recuperação. De um modo geral, são necessárias 6 a 8 semanas para recuperar, podendo ir até às 12.

Durante o período de recuperação podem ser realizadas atividades que não impliquem carga, como o ciclismo ou a natação, para que haja uma manutenção da condição física em geral.

Após a cicatrização, o retorno à actividade deverá ser gradual na frequência, intensidade e duração. Alternar o tipo de exercício, para que a zona afetada não seja sempre a ser solicitada, pode ser também uma estratégia a adoptar.

O uso de equipamento mais adequado e em boas condições; o retorno, ou início, gradual da atividade desportiva; uma dieta saudável, contendo cálcio e vitamina D; exercícios variados e um treino de força, ajudam na redução da fadiga muscular, diminuição da densidade óssea e na tensão sobre as estruturas.

Esta informação não dispensa a consulta do seu Fisioterapeuta, ou médico especialista, no caso do aparecimento dos sintomas e na progressão da sua reabilitação.

*Francisco Almeida e Silva – Especialista i Running em Fisioterapia e fisioterapeuta da selecção nacional de atletismo, entre 2001 e 2013


Fonte: ionline

Carecterísticas dos terrenos


segunda-feira, 25 de novembro de 2013

domingo, 24 de novembro de 2013

Dor do arco plantar


Existem dois arcos em seu pé. O arco longitudinal que percorre toda a extensão do seu pé, e o arco transverso que atravessa a largura do seu pé. Os arcos são feitos de ligamentos, que mantêm os ossos de seus pés no lugar. A dor do arco plantar pode ocorrer em um ou ambos os arcos, mas ocorre mais comumente no arco longitudinal.

Como isso ocorre?

Dor do arco plantar na maioria das vezes ocorre como resultado do uso excessivo em atividades como correr, caminhar, andar e pular. Pessoas que têm pés chatos, ou pessoas cujos pés rolam para dentro ao andar (um problema chamado excesso de pronação) são mais propensas a dor do arco plantar. A dor geralmente vem lentamente. No entanto, pode ocorrer de repente, se os ligamentos são alongados ou lesionados durante uma atividade vigorosa, como correr ou saltar.

Quais são os sintomas?

O sintoma é a dor ao longo do arco do pé.

Como é diagnosticado?

Analise do pé por dor e sensibilidade ao longo do arco.

Como é o tratamento?

Crioterapia sobre a área a cada 3 a 4 horas, por até 20 minutos.
Levante o pé sobre um travesseiro, quando você sentar-se ou deitar-se.
Seu fisioterapeuta pode recomendar palmilhas, órteses que serão feitos sob medida.

Exercícios de reabilitação para a dor no arco:

*** Atenção, cuidado ! Sempre faça os seus exercícios acompanhado por um profissional

Os exercícios a seguir são apenas um guia de tratamento básico, por isso o paciente deve fazer a reabilitação acompanhado de um fisioterapeuta, para que o programa seja personalizado.

A fisioterapia conta com muitas técnicas e aparelhos para atingir os objetivos, como: analgesia, fortalecimento muscular, manutenção ou ganho da amplitude de movimento de uma articulação, etc, e por isso, o tratamento não deve ser feito sem a supervisão de um profissional.

Iniciar alongando suavemente os músculos do pé, realizando o alongamento com a toalha. Quando esse alongamento for muito fácil, deve-se tentar o restante dos exercícios.

1 - Alongamento Com a Toalha:

Sentar sobre uma superfície firme, com a perna lesionada estendida à frente do corpo.
Laçar o pé com uma toalha e puxá-la, suavemente, em direção ao corpo, mantendo os joelhos estendidos.
Manter essa posição por 30 segundos e repetir 3 vezes.
Para um bom alongamento, é necessário sentir, apenas, um desconforto, não devendo permitir uma dor aguda.
Quando esse alongamento for muito fácil, deve-se iniciar o alongamento da panturrilha em pé.

2 - Alongamento em Pé da Panturrilha:

Ficar de pé, com os braços estendidos para frente e as mãos espalmadas e apoiadas em uma parede na altura do peito.
A perna do lado lesionado deve estar, aproximadamente, 40 cm atrás da perna do lado são.
Manter o lado lesionado estendido, com o calcanhar no chão, e inclinar-se contra a parede.
Flexionar o joelho da frente até sentir o alongamento da parte de trás do músculo da panturrilha, do lado lesionado.
Manter essa posição de 30 a 60 segundos e repetir 3 vezes.

3 - Alongamento da Aponevrose Plantar:

Em pé, com o ante pé lesionado na borda de um degrau e o médio pé e calcanhar sem apoiar em nada, tentar alcançar o fundo do degrau com o calcanhar até sentir o alongamento do arco do pé.
Manter por 30 segundos.
Relaxar e repetir 3 vezes.

4 - Rolamento Sobre Lata Congelada:

Descalço, deslizar o pé lesionado para frente e para trás, rolando do calcanhar ao arco mediano, uma lata de refrigerante congelada.
Repetir por 5 minutos.
Esse exercício é particularmente benéfico se feito logo pela manhã.

5 - Levantamento Dos Dedos do Pé Sentado:

Em uma cadeira com os pés nivelados ao solo, suavemente elevar os dedos do pé lesionado, mantendo o calcanhar no chão.
Manter por 5 segundos.
Fazer 3 séries de 10 repetições.

6 - Apanhar a Toalha:

Com o calcanhar no chão, apanhar a toalha com os dedos do pé e largar.
Repetir de 10 a 20 vezes.

7 - Exercícios Com a Faixa Terapêutica:

A - Resistência a dorsiflexão:

Sentado com a perna lesionada estendida e o pé perto de uma cama, enrolar a faixa ao redor da planta do pé. Prender a outra extremidade da faixa no pé da cama.
Puxar os dedos do pé, no sentido do corpo. Lentamente, retornar à posição inicial.
Repetir 10 vezes e fazer 3 séries.

B - Resistência à flexão plantar:

Sentado com a perna lesionada estendida, laçar a planta do pé com o meio da faixa.
Segurar as pontas da faixa com ambas as mãos e, suavemente, empurrar o pé para baixo apontando os dedos do pé para frente, tencionando a faixa terapêutica (thera band), como se estivesse acelerando o pedal de um carro.

C - Inversão com resistência:

Sentar com as pernas estendidas, cruzar a perna não lesionada sobre o tornozelo lesionado.
Enrolar a faixa no pé lesionado e em seguida laçar pé bom, para que a faixa terapêutica (thera band) fique com uma ponta presa.
Segurar a outra ponta da faixa terapêutica (thera band) com a mão. Virar o pé lesionado para dentro e para cima.
Retornar à posição inicial. Fazer 3 séries de 10.

D - Eversão com resistência:

Sentado, com ambas as pernas estendidas e a faixa laçada em volta de ambos os pés.
Lentamente, virar o pé lesionado para cima e para fora.
Manter essa posição por 5 segundos. Fazer 3 séries de 10.

Como posso evitar a dor do arco?
Pode ser prevenida pelo uso de calçados que se encaixam corretamente e tem o apoio do arco adequado. Esticando seus pés e arcos antes de sua atividade também irá ajudar a evitar esse prejuízo. Algumas pessoas vão precisar usar órteses todo o tempo e outros apenas durante as atividades esportivas.

ALGUMAS DICAS CASEIRAS:
Role uma garrafa d'água congelada embaixo do arco do pé;
Alongue o arco do pé antes de se levantar da cama;
Alongue a panturrilha antes e depois das corridas;
Diminua o volume de treino e faça cross-training;
Faça massagem rolando uma bolinha de golfe embaixo do arco plantar



Saia da zona de conforto


Cafeina


sábado, 23 de novembro de 2013

Massagem de Manutenção



Os treinadores sabem que para manterem os seus atletas no topo da forma física exige um programa regular de prevenção e manutenção assim como tratamento no local onde os exercícios são realizados tanto antes e depois. 


Contusões, torções, escoriações e outras formas de acidentes requerem tratamentos variados para acelerarem a recuperação e reduzirem o desconforto. O terapeuta pode ajudar nestas situações.

Um programa de manutenção efetivo está baseado no entendimento que o terapeuta deve ter de anatomia combinados com um experiente conhecimento de quais músculos são mais ou menos solicitados durante a execução de um determinado desporto ou atividade física. De posse desta informação ele poderá trabalhar um músculo em particular ou grupo de músculos assim como tecidos específicos, ajudando assim o atleta a manter ou melhorar a amplitude dos seus movimentos bem como a flexibilidade dos músculos.

A objetivo básico do programa de manutenção é ajudar o atleta a alcançar um ótima performance através de um treinamento livre de contusões.

Curso de crochetagem em Brasilia


sexta-feira, 22 de novembro de 2013

PSICOMOTRICIDADE,TERAPIA, MASSAGEM DE REABILITAÇÃO




Esta valência tem por finalidade complementar as restantes áreas da Intervenção Multidisciplinar à criança e idoso.

Esta área é ministrada por um terapeuta especialista na identificação, prevenção, recuperação, reeducação, habilitação e reabilitação de incapacidades originadas por disfunções físicas, do foro funcional músculoesquelético, cardiovascular, respiratório e neurológico entre outros, concebendo programas, selecionando, planificando e utilizando técnicas, modalidades educativas e terapêuticas específicas baseadas no movimento, nas terapias manipulativas (massagens, manipulações, etc.) e meios físicos e naturais, escolhidas a partir da análise e avaliação do movimento e da postura, de modo a proporcionar um melhor bem estar fisico, psiquico e social ao idoso, e um melhor e mais saudável  crescimento à criança.

O foco da intervenção centra-se na promoção da capacidade do indivíduo agir com o outro, com os objetos e consigo mesmo.

Âmbitos de Intervenção


  • Preventivo – promoção e estimulação do desenvolvimento;
  • Educativo – estimulação do desenvolvimento psicomotor e do potencial de aprendizagem;
  • Reeducativo ou terapêutico – intervenção nos problemas de desenvolvimento, de aprendizagem e/ou do comportamento e, ainda, patologias de ordem psíquica que comprometem a qualidade de vida do indivíduo. A terapia psicomotora é indicada para todas as problemáticas que afetam os seguintes domínios: motricidade global e fina, planificação, sequencialização e execução do gesto; perceção auditiva, visual e tátil-cinestésica; tónus; orientação espacial e temporal; lateralidade; aquisição da escrita e comunicação verbal e não-verbal.


Objetivos:

Melhorar as competências psicomotoras (como a tonicidade, o equilíbrio estático e dinâmico, a noção do corpo, a lateralidade, a estruturação no espaço e no tempo e a motricidade global e fina) da criança ou do adolescente. A intervenção psicomotora promove ainda:


  • a perceção e a consciencialização corporal;
  • a expressão dos afetos e emoções;
  • a autorregulação do comportamento;
  • as competências sociais;
  • o reforço da identidade e
  • a adaptação aos contextos relacionais de forma segura e confiante.


Técnicas utilizadas na Intervenção

  • Relaxação e Consciencialização Corporal;
  • Educação Gestual e Postural;
  • Expressivas;
  • Neuromotoras / Movimento;
  • Lúdicas.
  • Etc.

terça-feira, 19 de novembro de 2013

A massagem desportiva



Esta técnica é indicada tanto para amadores e profissionais e pode ser feita na pré e pós-competição.

Esta massagem age nas dores do atleta, mas é indicada não só quando se tem lesão e sim, principalmente, ao contrário. Ela deve ser realizada para prevenir lesões.

A massagem desportiva pode ser feito nos dias do treinamento ou em dias intercalados.
Após competição serve para relaxar a musculatura que foi sobrecarregada devido às competições.

Dentre os diversos benefícios desta técnica, podemos destacar:

•Prepara a musculatura para o exercício
•Aumenta a circulação sanguínea
•Elimina as toxinas da musculatura
•Previne lesões da musculatura e tendões
•Tonifica o tecido muscular
•Estimula a produção de adrenalina
•Alivia as dores pós-treino

Mesmo que você não seja atleta é interessante conhecer esta técnica terapêutica para melhorar ainda mais os resultados esperados.

Como vimos, o ideal é utilizar não só a massagem desportiva, mas todas as técnicas como forma de prevenção de doenças e não apenas para tratamento.

Uso de fio dental



segunda-feira, 18 de novembro de 2013

CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO PRESENCIAL


Pós em Educação Física

MASSAGEM E TÉCNICAS CORPORAIS CONTEMPORÂNEAS

Carga Horária: 360h


Público-Alvo: graduados na área da Saúde

Disciplinas/Conteúdo
 Cinesiologia e Fisiologia Aplicada
Anatomocinesiologia
Fisiologia sistêmica
Neurofisiologia (meditação)
 Avaliação (Corporal, Postural e Psicológica)
Avaliação corporal
Avaliação psicológica
Avaliação postural
 Técnicas de Massagem
História antiga e moderna
Massagem chinesa tradicional
Antiestresse relaxante
Preventiva
Modeladora/redutora
Desportiva
 Técnicas Corporais Contemporâneas
Drenagem linfática
Musicoterapia
Manipulação vertebral
Técnicas de polarização e reiki
Shiatsu
Reflexologia podal e auricular
Técnicas de relaxamento e consciência corporal

Núcleo Comum
• Metodologia da Pesquisa (total ou parcialmente a distância)

Corpo Docente
Prof. Dr. Aylton Figueira Jr.
Prof. Dr. Paulo Marchetti
Prof. M.e Mario Charro
Prof. M.e Eduardo Figueira de Aguiar
Prof. Dr. Carlos Hernan Guerrero

Investimento
Inscrição:
Até 20 dias antes do início do curso: R$ 120,00
Até 07 dias antes do início do curso: R$ 170,00

Matrícula: R$ 250,00

Opções de Pagamento:
Opção A: 17x R$ 289,00*
Opção B: 24x R$ 225,00*

*Valor com desconto, válido para pagamento realizado até um dia antes do vencimento. Após esse período, permanecerá o valor sem desconto. Opção A: 17x R$ 299,00; Opção B: 24x R$ 235,00.

Obs.: o pagamento da matrícula será no 1º dia de aula e a 1ª mensalidade, 30 dias após a matrícula.

NSCREVA-SE
RUA ELISEU UCHOA BECCO, 600 - GUARARAPES
12/04/2014

(data prevista para início do curso)

Sábado e domingo, das 8h às 18h, uma vez por mês

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