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quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Massagem desportiva específica



A massagem desportiva específica é aplicada por uma razão determinada e pode ser usada em seis situações diferentes:

(1) Massagem no condicionamento;

(2) Massagem como tratamento;

(3) Massagem pré-competição;

(4) Massagem intercompetição;

(5) Massagem pós-competição;

(6) Massagem pós-viagem.


Massagem no condicionamento:

Pode ser realizada no corpo inteiro, parte por parte, durante meia hora, ou meio corpo por meia hora ou 45 minutos. Essa massagem pode ser feita diariamente durante o período de condicionamento, com a primeira massagem sendo realizada no dia anterior do primeiro dia de treinamento pesado.

Objetivos:

(1) Promover recuperação de uma dura sessão de treinamento. Espera-se, após um turno de exercícios, que o desportista experiente várias dores e uma sensação de membros pesados. A massagem pode ser valiosa nesse período.

(2) Para evitar o SMIR - sofrimento muscular de início retardado (desintoxicante).

(3) Efeito psicológico: nesse duro período de treinamento para um desportista, uma massagem realizada por um bom profissional pode fazer uma vasta diferença para seu bem-estar contínuo e pode realçar os benefícios do período de condicionamento.

Massagem como tratamento:

A massagem como um tratamento para lesões esportivas pode ser usada depois de 48 horas se toda a hemorragia e inchaço tiverem cessado. No caso de hematoma, depois de quatro dias, ou dependendo da tolerância do paciente.

Objetivos:

(1) Estimular a circulação: após 48 horas do trauma, é importante limpar os fragmentos do incidente e remover o excesso de fluido do tecido;

(2) Promover a recuperação da lesão;

(3) Quebrar aderências;

(4) Promover flexibilidade: sempre massagear as áreas proximais e depois as áreas distais do corpo antes de concentrar-se adequadamente na área do tratamento.

Duração: dependendo da área e da sensibilidade da área a ser tratada, entre 10 a 30 minutos. O tratamento o pode ser usado diariamente, dependendo do nível de desconforto do paciente.

Massagem pré-competição (estimulante):

O aquecimento é a preparação do corpo para a atividade física. Os objetivos são elevar a temperatura do corpo, aumentando a atividade cardiovascular, preparando, assim, os músculos para o exercício, auxiliando a execução de alongamentos específicos necessários para qualquer desempenho. A massagem é realizada de forma rápida e profunda. Possui efeitos psicológicos. É um bom momento de reforçar mensagens de otimismo e acalmar temores sobre lesões e estado dos adversários.

Massagem pós-competição:

Objetiva eliminar os resíduos do corpo, que as funções deste voltem ao normal. No fim de qualquer período de atividade física, o sistema cardiovascular talvez esteja trabalhando excessivamente. Como forte resultado da interrupção da atividade, a pressão pode cair subitamente. A massagem, especialmente o deslizamento centrípeto, é muito útil para restaurar a normalidade. Promove a eliminação de resíduos metabólicos musculares adquiridos pela forte carga da atividade física. Também auxilia na redução de dor e nódulos de tensão. Havendo a suspeita de lesão tecidual, pode-se aplicar a massagem com gelo. Utilizam-se manobras de massagens profundas e lentas. Também tem efeito psicológico agregado.

Massagem pós-viagem:

Os problemas mais frequentes destacados após longos períodos de viagem são a sensação generalizada de rigidez, dores, especialmente nas costas, pescoço e ombros e inchaço na parte inferior das pernas e dos pés.

A massagem, nesse caso, objetiva melhorar a circulação venosa e linfática e, assim, remover inchaço e rigidez. O alongar dos tecidos elimina dores e aumenta a flexibilidade. Enfim, tal massagem visa restabelecer o equilíbrio do corpo e a sensação de bem-estar.

por Milena Dutra

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Prática da Massagem na Educação Física

Breve história da Massagem - Parte I
Prática da Massagem na Educação Física, por André Nessi


Depois da prática da Atividade Física a Massagem é a que mais produz resultado metabólico importante para o organismo. Vamos através da história, resgatar um pouco sobre o conhecimento da massagem. Ela tem sido usada como um meio físico para aliviar a dor e o desconforto.

A massagem é citada e praticada pela medicina tradicional na China antiga desde 3000 a.C. Em alguns livros antigos dos orientais encontramos ilustrações sobre a prática do tui-ná. Os egípcios antigos, budistas, persas e japoneses usaram massagem e movimentos no tratamento de várias doenças e lesões; técnicas como ammá, shiatsu e dititupressão. Observando as ilustrações antigas os homens atletas eram massageados antes e após as práticas desportivas. As mulheres para ficarem mais belas eram massageadas várias vezes por semana.

Hipócrates considerava a massagem uma ferramenta terapêutica muito importante e descreveu qualidades, indicações e contra-indicações da massagem no seu On Articulations. Ele indicou que os médicos deviam ter experiência em fricção assim como outros métodos de tratamento médico.

Também Asclepíedes, outro médico grego teve uma grande influência no desenvolvimento da massagem. Ele firmou que existiam apenas três agentes terapêuticos: a hidroterapia, os exercícios das técnicas e a fricção. Classificações mais detalhadas e descrições das técnicas em termos de qualidade (pressão e direção) e quantidade (freqüência e tratamento) foram colocadas num escrito feito por Galeno (129-199 d.C), que escreveu cerca de 16 livros relacionados ao exercício da massagem.

Os gregos, que valorizavam altamente a saúde física, beleza e potência atlética, usavam massagem aplicada nos atletas tanto antes como após um evento esportivo. esta tinha o nome de apoterapia e acreditava-se que preparava a musculatura antes do evento e limpava os membros de matérias supérfluas e fluidos após uma atividade extenuante.Esta crença foi confirmada após estudos e afirmação de Avicenna, que afirmava que"a massagem eliminava os catabólicos formados nos músculos e não expelidos por eles durante os exercícios".

Ao longo da Idade Média, pouco se escreveu sobre massagem até que Ambrosie Paré, da França, no Sec. XVI transcreveu e publicou uma literatura antiga sobre fricções junto com sua própria aplicação específica para pacientes cirúrgicos. Seu trabalho foi reconhecido e a terminologia francesa para as técnicas específicas de massagem são usadas até hoje.Praticamente consideramos um grande precursor das massagens pré-cirúrgicas e pós-circúrgicas.

NESSI, André. Massagem Antiestresse – Uma abordagem teórica e prática para o Bem Estar. Phorte Editora – São Paulo – 2010.



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Massagem Antiestresse - Uma abordagem teórica e prática para o Bem Estar.
Phorte Editora – São Paulo – 2010. Por André Nessi.

Nadal sente cãibras durante coletiva de imprensa

Após vencer o argentino David Nalbandian neste domingo e avançar às oitavas de final do Aberto dos Estados Unidos, o espanhol Rafael Nadal sentiu cãibras durante a coletiva de imprensa.

O tenista se contorceu por quase três minutos, até sair da cadeira e deitar no chão. Enquanto era fotografado e assistido pelos jornalistas, Nadal pediu para chamar um médico.



O espanhol teve que receber massagem durante cerca de dez minutos. Após o atendimento, se levantou e voltou a responder as perguntas dos jornalistas.

"Não foi nada, apenas uma cãibra. Eu tenho todo o dia para me recuperar e amanhã estarei treinando", disse o espanhol.

Neste domingo, Nadal bateu Nalbandian por 3 sets a zero, com parciais de 7/6 (5), 6/1 e 7/5, após duas horas e 36 minutos de jogo. Nas oitavas, vai enfrentar o luxemburguês Gilles Muller.

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Corpo & Mente em sintonia



Sem flexibilidade, a máquina física enferruja enquanto a mente se converte numa fábrica de ideias engessadas. Fuja desse desgaste desnecessário e aprenda a se ajustar às demandas do momento. Como?

Ora, soltando o corpo e, por tabela, as emoções.

Estica, puxa, recua. A musculatura reage, ora espichando, ora repousando. Na mesma levada, a mente aprende a se moldar às circunstâncias. Tolerante quando pedras atravancam o caminho, ousada quando a pista está livre. Em tempos de mudanças aceleradas e múltiplas tarefas, a flexibilidade deixa de ser diferencial para se tomar premissa básica da vida contemporânea. A ordem é soltar a cintura e requebrar sempre que as situações solicitarem traquejo.

"Pessoas rígidas vivem presas a um modo único de pensar e de se comportar, não importa se estão na praia, no trabalho ou em família", diz a psicoterapeuta Ana Lúcia Faria, especializada em psicoterapia reichiana e análise bioenergética, de São Paulo. Convenhamos, o desgaste é muito maior quando empacamos diante dos acontecimentos, por pura incapacidade de adotar outras cartilhas. Em contrapartida, ao sermos maleáveis, poupamos energia e, com o saldo positivo, podemos investir numa potência chamada criatividade. "Indivíduos flexíveis não chegam a construir verdades absolutas. Permanecem abertos e conectados aos movimentos da vida, adquirindo novas ferramentas e formas de expressão", afirma Ana Lúcia.

Segundo tradições orientais como a ioga e a massoterapia, a maneira como tratamos nosso corpo se reflete, ainda que por vezes de forma sutil, em nossa visão de mundo e, consequentemente, em nosso comportamento. Afinal, mente, corpo e espírito estão interligados. Sob essa perspectiva, um canal, quando lapidado, afeta o outro, e assim por diante. "Essa integração resulta em mais força de vontade, mais flexibilidade nas relações, mais resistência a frustrações e agilidade mental para responder assertivamente às necessidades da vida moderna", diz Eduardo Legal, educador físico, professor de ioga e docente do curso de Naturologia da Universidade Anhembi Morumbi, em São Paulo.

"A ioga e a massagem soltam o corpo e, ao mesmo tempo, estimulam a busca pela liberdade interior, pela compreensão de quem somos em relação a uma dimensão superior.” Marcelo Passos, massoterapeuta e professor de ioga.

Para ilustrar a simbiose entre corpo e mente, o massoterapeuta e professor de ioga, carioca, Marcelo Passos cita a postura do guerreiro. Para quem não sabe, essa ássana é executada com alongamento da perna traseira, flexão da dianteira e união dos dois braços sobre a cabeça. Resultado: o praticante expande o peito e busca internamente força para se abrir ao inesperado. Sob tal ponto de vista, a prática milenar não se resume a um conjunto de exercícios. É, sim, uma escola que reeduca os praticantes para o cotidiano e para o autoconhecimento e ainda dá ênfase ao alongamento dos membros, estimula o equilíbrio e a força muscular. "Por meio da ioga, iluminamos nossa consciência, que nos leva ao encontro da harmonia e da felicidade plena", afirma Legal. Também faz parte da prática a meditação, poderosa para estimular o pensamento a se libertar de suas amarras - crenças, julgamentos e preconceitos -, tomando-se mais flexível.

No entanto, ressalta Legal, nem todos os adeptos sentem a mesma transformação. Há os que se tomam flexíveis no âmbito físico e no emocional e os que desabrocham em apenas um desses aspectos. "Há pessoas que não percebem mudanças significativas em seu corpo, mas se tomam mais seguras e dispostas a aceitar novas possibilidades de vivenciar suas experiências, e vice-versa", diz. No fundo, vale mais a intenção atrelada à prática do que o desempenho em si.

LEVEZA DO SER

Um outro aliado eficiente nessa busca de comportamentos menos rígidos é a massagem. Além de amolecer os músculos, determinadas técnicas vão fundo, dissolvendo bloqueios energéticos. "Todas as correntes da massoterapia oriental visam desobstruir os canais que distribuem energia vital para as diferentes partes do organismo", afirma Passos. Imagine que nossa estrutura é um mapa de pontos que influenciam o funcionamento de órgãos e glândulas. Uma vez destravados os "nós" desse esquema, o indivíduo tende a recuperar o equilíbrio e a saúde. "Depois de uma sessão de massagem, a pessoa sai com a expressão leve e o organismo mais aberto." Com o tempo, assegura o especialista, o cliente se prepara para receber o que o mundo pode ofertar e também se fortalece para enfrentar possíveis dificuldades.

Segundo o especialista, a ioga e a massagem falam a mesma língua. Por isso, podem ser combinadas à vontade. "As duas modalidades soltam o corpo e, ao mesmo tempo, estimulam a busca pela liberdade interior, pela compreensão de quem somos em relação a uma dimensão superior", diz. A diferença fundamental é que, enquanto a massagem se presta muitas vezes a atenuar queixas emergenciais, como dores musculares pontuais, a ioga consiste num trabalho de longo prazo. "Com o tempo e a interferência dos exercícios respiratórios, o aluno toma consciência de si e de suas emoções", afirma.

EXPANDIR SEM AGREDIR
Exercícios de alongamento também são uma ótima pedida para destravar os movimentos. "Por meio deles, podemos melhorar muito a amplitude articular de determinados gestos, o que previne lesões musculares", afirma Legal. "Além de expandir o alcance de ações cotidianas, como agachar ou pegar um objeto acima da cabeça, o alongamento também é fundamental para aumentar o fluxo sanguíneo, conferindo leveza ao corpo em repouso ou em deslocamento", diz o professor Abdallah Achour Junior, da Universidade Estadual de Londrina (UEL), no Paraná, e autor de Flexibilidade e Alongamento (ed. Manole).

"Indivíduos flexíveis não chegam a construir verdades absolutas. Permanecem abertos e conectados aos movimentos da vida, adquirindo novas ferramentas e formas de expressão", Ana Lúcia Faria, especializada em psicoterapia reichiana e análise bioenergética.

Vale lembrar que o objetivo dessa atividade não é transformar os praticantes em contorcionistas - indivíduos geneticamente programados para se confundirem com elásticos ambulantes. Tampouco é aconselhado perseguir a elasticidade ostentada por bailarinas ou ginastas. Litros de suor e lágrimas patrocinaram essa condição física excepcional. Não se iluda. Tome, sim, muito cuidado para não extrapolar seus limites. Não busque resultados imediatos nem estique a musculatura no tranco, recomendam os especialistas. "É preciso colocar a mente em sintonia com o corpo, prestando atenção na respiração e na quantidade de desconforto percebido. Uma música agradável pode propiciar maior consciência corporal", diz Abdallah. "Escute sua estrutura primeiro; depois, o professor", diz Legal. Outra dica é observar como você se sente no dia seguinte. Caso não consiga subir escadas de tanta dor muscular, mau sinal. E o professor aconselha: "Se alguma região ficou dolorida não significa que o treino tenha sido bom. Você pode estar exigindo demais de si. Vá mais devagar".

A musculatura precisa de tempo para se afrouxar. "Em geral, o aluno começa a sentir os efeitos da prática após três meses", afirma Legal, que ainda defende o diálogo constante entre aluno e professor. "Profissionais qualificados sabem manejar o corpo alheio, ajudando o aluno a atingir seus objetivos sem exageros. Mas é importante que as duas partes conversem e sejam companheiras nesse processo", diz.

Só não permita que o alongamento se reduza à repetição burocrática de movimentos. Quando estiver concentrada no trabalho muscular, não perca a chance de auscultar as sensações desencadeadas pelo processo. "O praticante precisa estar em conexão com seus sentimentos e emoções e propenso a questionar gradativamente a totalidade de suas ideias e crenças", dizem as terapeutas corporais Jalieh Juliet Milani e Alessandra Shepard, na introdução do livro Exercitando o Corpo e a Alma - Movimentos com Energia e Consciência (ed. Pensamento). "Ao despertarmos, a consciência se expande, e, com isso, também nosso poder individual para influenciar e contribuir para a nossa vida e a dos outros", afirmam.

ARQUIVO CORPORAL
Nem sempre a rigidez física é escancarada, é bom lembrar. E, por isso mesmo, precisamos encontrar acessos mais sutis para alcançá-Ia. Tocamos nossa vida normalmente sem perceber uma série de alertas, como peito afundado, ombros levantados, braços rentes ao tronco, garganta retesada. Segundo a psicoterapeuta Ana Lúcia Faria, que integra a dimensão física ao tratamento psicológico, tanto a postura como a expressão de um indivíduo denunciam, de forma sutil, emoções, dores e crenças cristalizados em pontos diversos da anatomia. Logo, essa vertente é indicada para quem busca um trabalho terapêutico mais profundo e sensível.

"A rigidez mental advém de cinco preceitos causadores do sofrimento: ignorância, egoísmo, apego, aversão e medo", Eduardo Legal, educador físico e professor de ioga.

"Segundo o psiquiatra Wilhelm Reich, toda tensão física tem uma história", afirma a especialista. Ela esclarece: quando a criança "engole" o choro, comprimindo a garganta, entende que será reconhecida naquela família por sua força e coragem. Nesse sentido, o enrijecimento estrutural, chamado de couraça, surge simultaneamente à tentativa do indivíduo de se ajustar aos valores do meio em que vive ou para se defender dele, se for o caso.

O somatório de contenções inconscientes espalhadas pelo corpo resulta numa armadura que nos impede de viver com fluidez. Não temos como evitar a formação dessa blindagem. Crescer implica expor-se a pressões e cobranças. No entanto, podemos, com o auxílio de um psicoterapeuta, dissolver aos poucos os bloqueios que nos engessam física e emocionalmente. "Trabalho no sentido de desmanchar esse endurecimento, fazendo com que o paciente descubra por que está com a respiração presa ou com os ombros erguidos, por exemplo", diz Ana Lúcia.

Depois de identificar o sentimento gerador de determinada constrição e de vivenciar um gestual mais solto, a pessoa consegue ampliar seus movimentos e, por tabela, sua maneira de se inserir no mundo. "Cria-se, assim, uma nova maneira de existir. A vida passa a ter mais espaço, mais pulsação e flexibilidade", afirma ela. Tudo o que mais queremos. Transitar por aí leves como plumas, maleáveis como a palmeira à beira-mar.

Direção de arte· Camilla Sola

Design· Luciana Giamarino

Texto· Raphaela de Campos Mello

Autor: REVISTA BONS FLUIDOS Nº.143 FEV.2011

sábado, 3 de setembro de 2011

Cursos ( massagem) do Congresso FIEP 2012

27º Congresso Internacional de Educação Física - FIEP 2012
De 14 a 18 de janeiro de 2012, na Faculdade UDC/Colégio Dinâmica em Foz do Iguaçu - PR - Brasil
Rua: Castelo Branco, 349 - Centro - Foz do Iguaçu - PR - Brasil

Massagem
1 - Massagem Anti Stress
Turno: Manhã
Docente(s): André Nessi/SP


30 - Circuito de Dinâmicas, Recreação e Atividades Antiestresse
Turno: Noite
Docente(s): André Nessi/SP, Thiago Aquino - Paçoca/SP e Andre Fernandes/RJ

http://congressofiep.com/cursos.asp?a=cursosfiep&t=massagem

Estudo Relaciona Dor Nas Costas Com Falta De Nutrientes Na Coluna



A pressão exercida sobre os discos da coluna pelo levantamento excessivo de peso pode danificá-los ao reduzir o fluxo de nutrientes até eles, segundo um estudo feito na Espanha.

Especialistas do Instituto de Bioengenharia da Catalunha (IBEC) publicaram o estudo na revista PLoS Computational Biology.

Eles usaram modelos computadorizados dos discos humanos e observaram os efeitos nutricionais e mecânicos da pressão exercida sobre os discos na parte inferior da coluna.

Este tipo de pesquisa não poderia ser conduzida em seres humanos vivos.

Estudos anteriores indicavam que 80% da população ativa sofre de dores na parte inferior das costas em algum momento da vida, mas pouco se sabe sobre o processo que degenera os discos da coluna.

Ácido láctico

Os especialistas dizem que um nível normal de pressão ajuda a nutrição das células.

Mas a pesquisa feita na Espanha mostra que as pressões excessivas nos discos influenciam negativamente a quantidade de glicose e ácido láctico presentes no disco.

As células precisam de glicose, mas o excesso de ácido láctico pode ser prejudicial porque ele interrompe a nutrição e pode dar inicio ao processo degenerativo.

A interrupção do balanço nutricional nos discos pode acarretar em doenças degenerativas.

Um dos autores do estudo, Jerome Noailly, diz que a pesquisa mostra que os nutrientes podem ser um fator chave para as dores.

"Se soubermos que a falta de nutrientes está envolvida na aceleração do processo degenerativo e as características de um disco degenerado interrompem a nutrição, isso leva a um aumento do número de células mortas e o tecido dos discos vai se degenerar mais e mais", disse ele.

"Assim, para recuperar as funções do disco degenerado, devemos combater o problema da nutrição."

"Isso significa restaurar o volume de água e do disco. Um disco degenerado é como uma esponja murcha que precisa voltar a seu tamanho normal", finaliza.


Fonte: Folha.com

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Fasciaterapia




Fasciaterapia é uma terapia manual muito suave que permite resolver problemas físicos e psicológicos, ajudando na recuperação da saúde e bem-estar.
Este método foi desenvolvido a partir dos anos 80 pelo osteopata francês Danis Bois, que observou que o corpo é animado pelo movimento interno das "fáscias", responsável pela manutenção do equilíbrio do organismo.

A importâcia da fáscia

A palavra fáscia designa o tecido que cobre todas as partes do nosso corpo, da cabeça aos pés, na profundidade e na superfície. Estas fáscias são parcialmente elásticas, podendo ficar tensas em algumas áreas ao absorverem os nossos traumas físicos e emocionais.

Na realidade, não se trata de várias fáscias e sim de uma fáscia, que designa um grande conjunto membranoso que envolve, sem interrupção, músculos, ossos, nervos, vasos sanguíneos e células, mantendo a coesão da estrutura do corpo.

Um encontro consigo mesmo



O papel do terapeuta é identificar áreas de tensão que possivelmente estarão a dificultar movimento interno da fáscia e a bloquear o sistema de auto-regulação do organismo, causando problemas de sáude.


Usando manobras e pressões suaves, o terapeuta desperta o livre fluir dos tecidos, implicando o próprio paciente no seu processo de cura. Este começa gradualmente a descobrir o sentido íntimo de si ao experimentar de forma consciente o ritmo do seu próprio movimento interno, libertando-se de dores e tensões desnecessárias.



O três principais conceitos da fasciaterapia:

É um método holístico
e considera o paciente como um todo nas sua dimenão física, psíquica, social e cultural .
Estimula o mecanismo de auto regulação psíquico e somático. A fasciaterapia cria condições que permitem ao corpo encontrar a sua própria solução para o problema.
É uma terapia centrada na pessoa. Encaixa-se dentro de uma corrente de pensamento que não se limita a abordar a condição patológica, mas permite que o próprio paciente se torne ativo na sua própria saude.

Na estreia em Grand Slams, Feijão cai diante de americano no US Open

Feijão recebe massagem (Foto: Reuters)



Primeiro jogo na chave principal de um Grand Slams, quadra grande, torcida contra e um adversário experiente. A combinação de obstáculos foi muito grande, e João Souza acabou eliminado do US Open na rodada inicial. O brasileiro, que passou pelo qualifying, foi eliminado pelo americano Robby Ginepri, ex-número 15 do mundo e atual 363º do ranking, com parciais de 6/3, 6/4, 6/7(5) e 6/1, em 2h57m. O Brasil segue com apenas um representante na chave de simples em Nova York: Rogério Dutra da Silva. Rogerinho herdou vaga de última hora e venceu o irlandês Louk Sorensen.

Feijão se estica para alcançar uma bola na estreia do US Open (Foto: Reuters)Em seu primeiro set na chave principal de um Grand Slam, Feijão sentiu a importância do momento. O brasileiro começou o jogo errando muito e pagou o preço logo no segundo game, quando teve seu saque quebrado. Aos poucos, o paulista foi ganhando ritmo, mas Ginepri, que acertou 70% de seus primeiros saques, deu poucas chances. Sem ceder um break point, o americano confirmou seus saques até fechar o set inicial por 6/3.

O segundo set começou melhor para o brasileiro, que já equilibrava a partida e mentinha seu saque sem tantos problemas. Feijão, contudo, seguia com dificuldades no serviço de Ginepri. No quinto game, depois de salvar dois break points, o brasileiro sucumbiu. Com uma direita não forçada na rede, Feijão cedeu a quebra. Em vez de desanimar com o prejuízo, o brasileiro jogou seu melhor game da partida pouco depois. Com devoluções pesadas, venceu quatro pontos seguidos e devolveu a quebra para empatar a parcial em 3/3.

O bom momento durou pouco. Com duas subidas ruins à rede, Feijão perdeu o serviço novamente no sétimo game. Uma última chance apareceu no décimo game, em que Ginepri sacava para fechar a parcial, mas cedeu três break points seguidos. O americano, entretanto, salvou-se de todos. Em um deles, defendeu um smash, alcançou uma curtinha e ganhou o ponto cum uma passada. Feijão teve uma quarta chance de quebra, mas também não converteu, e o tenista da casa, empurrado pela torcida, fechou o set em 6/4.

Luta e match point salvo adiam derrota

Antes do terceiro set, o paulista pediu atendimento médico e recebeu massagem no ombro direito. Feijão continuou sacando forte como antes, mas sem a mesma consistência. Com uma dupla falta, teve o serviço quebrado no terceiro game. O brasileiro não desistiu, mas Ginepri salvou um break point com um ace no quinto game e continuou confirmando até chegar ao match point no oitavo game, no saque de Feijão, que cometeu erros não forçados. O brasileiro se salvou com belos pontos e forçou Ginepri a sacar para a partida. O tenista da casa, então, vacilou ao ser passivo demais. O brasileiro atacou, conseguiu a quebra sem perder um ponto sequer e igualou o placar.

A decisão foi para o tie-break, e o momento era de Feijão, que foi bem agressivo nas devoluções e sacou bem. Depois de abrir 3/0, o paulista manteve a vantagem, fez 7/5 e forçou a realização do quarto set.

No primeiro jogo de sua carreira com mais de tries sets, Feijão não conseguiu manter a intensidade. Com um péssimo quarto game e quatro erros não forçados, o brasileiro perdeu o serviço. Ele ainda teve três chances de quebra na sequência, mas o americano foi bem em todas elas. Foi a última chance. Ginepri quebrou mais uma vez no sexto game e fechou o jogo em seguida


Por Alexandre Cossenza
Direto de Nova York, EUA
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