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quinta-feira, 5 de junho de 2014

Massoterapia Desportiva



Os primeiros registros de massagem desportiva são encontrados
nas antigas culturas grega e romana. Os gregos usavam
massagem nas Olimpíadas para aliviar dores e aumentar
a recuperação muscular dos atletas. Na verdade, os massagistas
 antigos eram médicos e tinham um status grande na sociedade.

Até hoje, a massagem desportiva é tida como uma profissão respeitada
 e quase todo atleta ou clube de elite que atua na área do esporte,
 tem um ou vários massagistas contratados. Na verdade, durante
 muitas centenas de anos em que a prática da massagem foi 
considerada como um trabalho não sério, a massagem 
desportiva sempre sobreviveu como um serviço importante dentro
 da área do esporte.

A massagem desportiva traz vários benefícios para a pessoa tratada. 
A grande diferença entre a massagem desportiva e a relaxante é a vigor
 e a velocidade. A massagem desportiva usa movimentos e manobras 
mais rápidas e mais fortes para aumentar a circulação sanguínea, o que
 traz uma recuperação mais eficaz depois um esforço físico. A gente pode
 dividir a massagem desportiva em dois campos. O primeiro é aplicado 
depois um esforço físico para recuperar a musculatura. O segundo é
 aplicado antes do esforço físico para preparar a musculatura para a
 tarefa. Enquanto a massagem relaxante libera hormônios que acalmam 
o corpo como ocitocina e endorfinas, 
a massagem desportiva, devido aos movimentos mais vigorosos, pode 
liberar adrenalina, que agita o atleta antes do esforço físico.


A massagem desportiva pode concentrar a atuação em áreas isoladas
 para resolver problemas na musculatura, nos tendões ou nas articulações.
 Não costuma ser aplicada como uma massagem completa, que visa mais
 um relaxamento geral

III Conferênccia Internacional de Esporte e Saúde em Brasília



Dr. Darin Padua é professor do Departamento de Exercício e Ciências do Desporto e diretor do Laboratório de Pesquisa de Medicina do Esporte. Ele é membro do corpo docente adjunto dos seguintes Departamentos da UNC: Ortopedia, Engenharia Biomédica e Ciências aliadas da Saúde. Dr. Padua atua atualmente como o Presidente da Comissão de Pesquisa para a Fundação Associação Nacional de Treinadores de Atletismo e é editor de seção para o Journal Athletic Training.

Dr. Padua recebeu seu título de B.A. e M.A. em Treinamento Desportivo pela San Diego State University (1996) e da Universidade da Carolina do Norte em Chapel Hill (1998), respectivamente. Obteve seu PhD em Medicina do Esporte pela Universidade da Virginia em 2001.

Seus interesses de pesquisa primária tem foco em fatores que influenciam a estabilidade do joelho, a identificação de fatores de risco associados com a lesão no joelho, a identificação de estratégias de prevenção baseadas em evidências para a lesão no joelho e validação de técnicas de treinamento de melhoria de desempenho. A pesquisa atual inclui investigar fatores preditivos para lesão do LCA, a comparação biomecânica de intervenções de prevenção de lesões do LCA, o exame de fatores neuromusculares modificáveis que contribuem para a deficiência do movimento, a validação de técnicas de avaliação movimento clínicos para prever desequilíbrios musculares e risco de lesão e, validação de exercícios corretivos comumente usados para a prevenção de lesões e melhoria de desempenho.

Um pesquisador distinto, Dr. Padua publicou mais de 85 artigos de pesquisa nas principais revistas científicas e dado mais de 200 apresentações de nível nacional e internacional. Seus esforços em pesquisa têm sido financiados por organizações como o National Institutes of Health (NIH), Associação de Pesquisa e Educação da Fundação Nacional de Treinadores de Atletas, American Orthopaedic Society for Sports Medicine (AOSSM), American Medical Society for Sports Medicine (AMSSM), Departamento de Defesa dos Estados Unidos e National Academy of Sports Medicine. Ele foi premiado com New Investigator Award da Associação Nacional de Treinamento de Atletas em 2006. Foi o autor sênior de um manuscrito que foi agraciado com o Prêmio Sports Injury Research O'Donoghue pela Sociedade Ortopédica Americana para Medicina do Esporte em 2008. Em 2011, ele foi homenageado com o prêmio Robert J. Moore Treinamento Desportivo Distinguished Alumnus da San Diego State University. Em 2013, ele será apresentado como um companheiro para a Academia Nacional de Cinesiologia .

quarta-feira, 4 de junho de 2014

PROVAS DE CORRIDA



A cada dia aumenta mais o número de provas de corrida de rua nas grandes cidades. Tanto o número de corredores quanto o número de assessorias de corrida vem crescendo e se desenvolvendo no sentido de melhorar cada vez mais o atendimento dos alunos envolvidos. Seja o objetivo dos alunos saúde ou performance há profissionais da saúde vinculados ao treino dos alunos e ao seu atendimento no dia das PROVAS DE CORRIDA.
Não raro há, além de profissionais da educação física e massoterapeutas nas ditas tendas dos grupos de corrida.
O Objetivo desse artigo é descrever o papel de um massoterapeuta nesses ambientes das assessorias, bem como ressaltar sua importância e principalmente o que este pode acrescentar no dia de uma PROVA.
A grande maioria dos atletas amadores, principalmente aqueles que buscam a saúde em detrimento da performance, tende a associar a imagem de um massoterapeuta e uma maca portátil numa tenda de assessoria ao momento de ALONGAMENTO pós prova. No entanto, há muito mais que o massoterapeuta pode oferecer.
É muito comum o surgimento de queixas de DOR justamente no dia das provas de corrida, em especial porque o atleta tende a “forçar” sobre si mesmo um ritmo ligeiramente mais intenso do que nos treinos. Além disso, há um enorme numero de pessoas na hora da largada e o atleta acaba adaptando um movimento de zigue-zague que pode parecer inocente, mas aumenta e MUITO!) a demanda sobre os tornozelos , joelhos e quadris.
Dessa forma, o massoterapeuta mostra-se como um profissional que além de estar atuando no alongamento pós prova está apto a orientar condutas imediatas com relação as lesões ocorridas no momento da prova. O mesmo massoterapeuta pode ser futuramente o profissional a acompanhar uma eventual reabilitação do individuo caso ela venha a ser necessária.
O recado para os atletas é de que NÃO somos meros alongadores após a prova. Esse é um momento essencial de contato entre o atleta e o profissional e é SIM o momento de relatar essa ou aquela dorzinha para o massoterapeuta para que seja possível SANAR os fatores de lesão antes que ela se torne algo grave.

III Congresso Brasiliense de Fisioterapia




terça-feira, 3 de junho de 2014

Sports Massage for the Foot

A short video demonstrating how sports massage techniques can be used to treat foot injuries such as plantar fasciitis.

For more information on foot massage and injuries, please visit:http://www.sportsinjuryclinic.net/spo...

domingo, 1 de junho de 2014

OMBRO DO NADADOR” – LESÕES DO MANGUITO ROTADOR


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O manguito rotador é formado pelos músculos o supra-espinhal, infra-espinhal, redondo menor e subescapular, e tem como funções principais a estabilização do ombro e auxiliar na dinâmica escapulo-umeral.

(Microsoft Word - Ombro do nadador - les365es do manguito rotad
A ativação do manguito rotador é essencial em movimentos amplos como elevação do braço acima da altura da cabeça, comum em esportes que envolvem arremessos ou saques e também na natação. Quando estes movimentos são realizados de forma repetitiva, causando fadiga muscular, ou com a técnica inadequada, podem ocasionar lesões como tendinites (principalmente do músculo supra-espinhal), bursite, subluxação anterior da cabeça do úmero e lesão do lábio glenoidal.


Entretanto, a lesão mais comum em trabalhadores ou atletas que utilizam muito o movimento de flexão ou abdução de ombro juntamente com rotação medial é a síndrome do choque do manguito rotador. Por ser um movimento freqüente na natação (principalmente no nado livre, costas e borboleta), a síndrome também é conhecida como “ombro do nadador”, e acomete cerca de 50% dos nadadores profissionais. Estes casos envolvem dor e hipersensibilidade da região do ombro, que pioram com a rotação do mesmo.

(Microsoft Word - Ombro do nadador - les365es do manguito rotad
Existem algumas teorias sobre a causa da síndrome: devido a fatores genéticos, indivíduos com espaço muito estreito entre o acrômio e a cabeça do úmero podem ter os tendões do manguito rotador e a bolsa sinovial apertados cada vez que o braço é elevado, causando friccionamento e desgaste destas estruturas. Outra teoria diz respeito à inflamação do tendão do supra-espinhal por estiramento repetido. Desta forma, os músculos do manguito não conseguem manter a cabeça do úmero dentro da cavidade glenoidal e o músculo deltóide acaba provocando um desvio superior da cabeça do úmero sempre que realiza a abdução, resultando em choque e desgaste do tendão do supra-espinhal. A terceira possibilidade é que o músculo serrátil anterior, responsável por posicionar a escápula em rotação durante a abdução do úmero, pode ficar fatigado, deixando de rodar a escápula como necessário, limitando o movimento de abdução e causando o choque.

O tratamento desta síndrome é geralmente conservador, com analgesia e cinesioterapia (exercícios específicos). Porém é essencial prevenir este tipo de lesão, realizando trabalhos de flexibilidade, estabilização escapular e correção do gesto esportivo, ministrados pelo técnico esportivo, juntamente com um fisioterapeuta.

POR DENISE PRIPAS - Fisioterapeuta – CREFITO 3/133755-F
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