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sábado, 16 de outubro de 2010

Massagem e o Surf


Aprenda a utilizar essa arte milenar a favor do melhor desempenho no esporte

Existe uma forte ligação entre o surf e diversas técnicas de massagem. Os esportes, em geral, podem causar tensões e até acarretar problemas mais sérios caso não sejam realizados os cuidados necessários. Uma maneira de prevenção de lesões para o corpo do atleta, após a prática do esporte, é a massagem.

“No surf, como em todos os esportes, temos grupos musculares específicos que são constantemente exigidos durante sua pratica. A falta de aquecimento e preparo físico – antes e depois da realização da atividade – podem ocasionar dores e rigidez articular principalmente nos membros superiores, ombros e região lombar”.

O surf vem sendo praticado mundo afora há muito tempo. O esporte iniciou-se no Havaí e foi levado à frente pelo pai do surf moderno, Duke Paoa Kahanamoku, que graças a sua persistência manteve a modalidade viva. Atualmente, o surf é praticado por pessoas de todas as idades, em diversos lugares do planeta e tem evoluído a cada ano, juntamente com as terapias associadas a ele.

A técnica oriental de massagem, shiatsu, visa harmonizar corpo e mente, a pressão dos dedos e cotovelo em pontos específicos do corpo – os chamados meridianos – é usada para aliviar dor e fadiga muscular causadas após uma sessão de surf. “O shiatsu é indicado, principalmente, para prevenir patologias ligadas à postura”.

Além da massagem é indicada uma alimentação balanceada, boas noites de sono e alongamentos para preparar a articulação para o impacto durante a remada.

Informações complementares:

Indicações: no mínimo uma sessão de massagem por semana.

Outros benefícios da massagem desportiva:

Alivia dores localizadas causada pela postura no surf;
Melhora a circulação do sangue e dos vasos linfáticos;
Produz relaxamento e alívio do estresse;
Melhora a respiração;
Ajuda a manter a saúde e previne doenças.

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sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Exercício físico no combate a depressão


Mais um ponto positivo para a prática de exercícios: ela ajuda a combater a depressão. Chamada de doença do século, estima-se que mais de 120 milhões de pessoas em todo mundo sofra com a depressão. O recado é mexa-se para espantar a ansiedade, estresse e seus sintomas. A nota abaixo da Agência Estado foi publicada pelo R7.

Pouca gente sabe que o exercício físico pode ser um coadjuvante no tratamento da depressão. Para estas pessoas, movimentar o corpo, muitas vezes, significa apenas melhorias na circulação, emagrecimento e alívio do estresse.

Atividades físicas proporcionam bem-estar, especialmente porque o organismo produz endorfina e serotonina - neurotransmissores que amenizam a dor e trazem prazer. Quando estas substâncias circulam pelo corpo, melhoram a memória e a disposição física e mental, deixam o sistema imunológico mais forte contra doenças oportunistas e tendem a amenizar a sensação de tristeza e desânimo.

Recomenda-se a prática regular para que os efeitos sejam realmente sentidos. Não importa a modalidade, mas os exercícios coletivos costumam proporcionar também integração e sociabilidade ideais para auto-estima. Esportes ao ar livre também são bem-vindos.

Equipe Bem Star

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Ansiedade e Exercício


Os efeitos positivos do exercício nos transtornos de humor são apontados em diversos estudos, apesar de não se ter muita certeza dos mecanismos que levam à essa melhora.

A ansiedade é um dos transtornos de humor que podem afetar o comportamento das pessoas. Diz-se que é o mais frequente. Estatísticamente é difícil definir quanto da população sofre do transtorno da ansiedade. Sabe-se que nos Estados Unidos cerca de 18% da população sofre de ansiedade, e na Europa os números são seimilares, mas esse valor se baseia na venda de um determinado medicamento tranquilizante, sendo assim o percentual de pessoas que sofrem desse transtorno pode ser ainda maior.

Entendendo a ansiedade
A ansiedade é uma emoção normal, experimentada por todos em alguns momento da vida. É a antecipação de uma situação qualquer que gera determinado nível de stress. Podemos colocá-la como sinônimo de medo. É uma consequência da percepção do perigo (entenda perigo de uma forma bem ampla!), ativando um mecanismo de auto-proteção. Quando a pessoa não consegue controlar esse nível de stress, mesmo após ter passado pela situação que gerou tal ansiedade, ela passa a ser vista como uma patologia. Por exemplo ao se aproximar de uma abelha temos algumas sensações, normais para quem está na iminência de ser picado, quando essa abelha vai embora, o esperado seria que essas sensações diminuam, nos casos patológicos elas permenecem.

Sintomas
Se acordo com o Guia de auto-ajuda Depressão e Ansiedade, a ansiedade apresenta alguns sintomas comuns. Sua quantidade, tipo, intensidade e frequencia, varia de pessoa para pessoa.

Aumento de alergias
Dores nas costas, rigidez, inflamações, espasmos, imobilidade
Palidez, falta de cor ou enrubescimento
Tremores
Mudança de temperatura corporal abrupta (subida ou descida)
Sensação de ardor
Dores no peito
Fadiga crônica
Necessidade de açúcar, doces ou chocolate
Dificuldade em falar e andar
Excesso de energia
Sensação de que está a cair
Frio palpitações
Contração muscular
Dormência, formigamento, perda de sensibilidade
Tensão, dores musculares persistentes
Necessidade frequente de urinar
Dificuldade em respirar
Tonturas
Redução da capacidade auditiva
Despersonalização
Pensamentos, melodias e conceitos persistentes
Vazio emocional
Sabores e cheiros anormais
Engasgue
Falta de apetite e paladar
Nauseas
Ilusões opticas
Tratamento
A ansiedade não tem cura, uma vez que trata-se de um mecanismo protetor do próprio organismo. O que existe é o controle dos níveis de ansiedade para que esta não interfira na vida normal. O transtorno da ansiedade, este sim, pode ser controlado.

Não se trata de uma doença adquirida ou contagiosa, ela é a consequencia da forma como aprendemos a viver e interagir com o mundo. O tratamento do Transtorno de Ansiedade é feito através de medicamentos e psicoterapia. Os medicamentos são usados para controlar os sintomas, diminuindo seu impacto no cotidiano da pessoa, enquanto a psicoterapia ajuda o indivíduo a se conhecer melhor e mudar sua forma de interagir com o mundo, buscando a diminuição dos fatores de stress que desecadeiam o transtorno de ansiedade. Sendo assim, apenas tomar os medicamentos, não apresenta um resultado efetivo, uma vez que ao cessar, os sintomas retornarão como antes.

Quais exercícios ajudam no tratamento dos Transtornos da Ansiedade ?
Exercícios aeróbios cuja intensidade não ultrapasse o limiar de lactato tem se mostrado mais apropriados. Ou seja são as atividades de intensidade leve a moderada tem mostrado efeitos positivos no tratamento dos transtornos de ansiedade.

É preciso ter cuidado com as atividade anaeróbias, uma vez que a produção de ácido lático pode estar associada à crises de pânico, em indivíduos que sofrem desse distúrbio.

Ainda não se conhece os mecanismos que levam ao efeito positivo do exercício nas crises de ansiedade, podem estar relacionado à liberação de alguns mediadores químicos como a serotonina, mas não há estudos que comprovem essa relação.

O que podemos afirmar, com certeza, é que ocupar a mente com tarefas que sejam prazerosas, distrai. E isso ajuda no controle da ansiedade a medida que tira o foco do indivíduo ansioso do objeto que lhe causa ansiedade. Além disso o exercício físico promove outros benefícios que podem melhorar a qualidade de vida do indivíduo, diminuindo as chances de desenvolver outras patologias (cronico-degenerativas, por exemplo), que poderiam ser mais um agravante no quadro da ansiedade.

De qualquer forma o exercício deve ser visto como um coadjuvante no tratamento, não substituindo a dupla medicamento/psicoterapia. Portanto se você se identificou com o texto acima e ainda não procurou ajuda, converse com um Psiquiatra, ele é o especialista adequado para avaliar se sua ansiedade é patológica e determinar qual o tipo de tratamento deve ser feito.

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Como aliviar a dor no pescoço


O pescoço

"Esse trabalho é insuportável" pode ser mais que uma simples expressão. Tensão no trabalho ou em casa, tarefas que requerem muita atenção, postura incorreta e até mesmo um colchão muito mole podem deixar o pescoço dolorido e duro. Naturalmente, algumas dores no pescoço são resultado de lesão ou doença, mas a maior parte delas deve-se a uma simples tensão muscular.

O pescoço, com sua grande mobilidade e estrutura intrínseca, fica particularmente vulnerável ao estresse e à tensão. A cabeça, que pesa entre 5kg e 10kg, é sustentada por um conjunto de sete ossos pequenos, chamados vértebras, e mantida no lugar por 32 músculos complexos.

Ligadas às vértebras, e localizadas entre elas, existem pelotas de cartilagem fibrosa chamadas de discos, que agem como almofadas, ou amortecedores de choque. Oito nervos, que transmitem as sensações (incluindo a dor), e quatro artérias principais, que conduzem o sangue, passam pelo pescoço e ligam a cabeça aos ombros, tórax e braços. A frágil medula espinhal passa pelo centro do conjunto de vértebras e é protegida por ele. Acrescente a essa estrutura complexa o fato de que o pescoço se move mais do que qualquer outra parte do corpo, e que você descobriu a fórmula para o problema.

É um círculo vicioso. Quando nossos músculos ficam tensos, seja por estresse físico ou emocional, o suprimento de sangue para os músculos diminui, provocando a dor. Essa dor faz com que os músculos fiquem mais tensos. É por esse motivo que a melhor maneira de aliviar a dor no pescoço é tentar eliminar ou diminuir o estresse físico ou emocional, além de tratar dos músculos.

As sugestões seguinte podem ajudá-lo a quebrar o ciclo tensão-dor e a conhecer novos hábitos que impedirão o desenvolvimento da tensão, em primeiro lugar.


Sugestões para aliviar a dor no pescoço
Livre-se dessa dor no pescoço prestando atenção nas recomendações a seguir.

Descanse - uma das maneiras mais simples de aliviar a dor é deitar e deixar que os músculos do pescoço se recuperem. Mas não use um travesseiro alto que deixe seu pescoço dobrado.

Coloque gelo - o gelo ameniza efetivamente a dor e diminui a inflamação. Coloque gelo triturado em uma sacola plástica e cubra a sacola com uma fronha (o tecido de toalha é muito grosso para passar o frio com eficácia). Aplique a compressa de gelo no pescoço por 15minutos de uma vez.

Aqueça-o - o calor aumenta a circulação e pode ser eficaz no alívio da tensão muscular. Use uma toalha úmida ou uma bolsa de água quente, ou, então, fique embaixo do chuveiro quente. Mas não faça isso por muito tempo. O calor em excesso pode piorar os sintomas e causar mais dor. Talvez você queira fazer a aplicação quente e em seguida alguns minutos de tratamento frio.

Quando procurar um médico

Embora a maioria dos casos de uma simples tensão muscular possa ser resolvida com remédios caseiros, alguns tipos de dor no pescoço devem ser avaliados por um médico. Procure um médico, se:

-sua dor for, ou puder ser, resultado de uma lesão. (quedas, colisões e acidentes de carro podem causar dor no pescoço e lesão que não seja aparente de imediato);

-a dor no pescoço pode ser acompanhada de febre, dor de cabeça e dores musculares;

-tiver formigamento ou dormência nos braços ou mãos;

-tiver transtornos visuais;

-a dor no pescoço aumentar ou persistir por vários dias, apesar dos tratamentos caseiros.


Relaxe - o estresse emocional pode provocar tensão muscular. Preste atenção no que o estressa: o percurso até o trabalho, sua afobação para preparar o jantar toda noite, as reuniões com o chefe, e assim por diante. Depois de identificar os causadores mais comuns do seu estresse, seja criativo e pense em como reduzi-lo. Uma forma de controlar o estresse é através de técnicas de relaxamento, como o relaxamento progressivo ou a respiração abdominal.

Para fazer o relaxamento progressivo, procure um lugar calmo onde você não seja incomodado. Sente ou deite e feche os olhos. Então, começando com a cabeça e o pescoço e forçando todo o corpo para baixo, contraia intencionalmente os músculos da região e solte-os completamente.

Para fazer a respiração abdominal, sente e respire fundo, lentamente, de modo a encher o peito de ar, coloque uma mão no abdome para senti-lo dilatar e para confirmar que você está respirando profundamente. Em seguida, solte-o completamente, absorvendo suavemente em seu estômago. Respire lenta e profundamente durante alguns minutos (se fizer muito rápido, pode começar a hiperoxigenar).

Outras técnicas de relaxamento incluem meditação, ioga , exercícios e massagens. Além disso, talvez você queira desenvolver alguns de seus próprios métodos de relaxamento, como arranjar um passatempo ou ouvir a uma boa música. Faça aquilo que funcionar em você.

Use massagem - a massagem pode ajudar a diminuir a tensão dos músculos e dar um alívio temporário, além de ajudá-lo a dormir melhor. Primeiro, tome um banho quente para relaxar os músculos. Depois, peça a seu companheiro que passe óleo ou loção no pescoço e nos ombros, pressionando levemente com os dedos, em movimentos circulares. Em seguida, peça a ele que esfregue o pescoço e os ombros, fazendo movimentos firmes e prolongados de cima para baixo. Não se esqueça da região do tórax. Se ele não tiver boa vontade, tente esfregar seu próprio pescoço e o tórax com óleo ou loção por 10 ou 15 minutos.

Tome um analgésico que não precise de receita médica - os analgésicos vendidos diretamente, como a aspirina e o ibuprofeno, podem diminuir a dor e a inflamação. Se não puder tomar esses medicamentos porque é alérgico, tem problemas de estômago ou por qualquer outro motivo, experimente o acetaminofeno; ele não diminuirá a inflamação, mas ajudará a aliviar a dor.

Tenha boa postura - a dor no pescoço tem muito mais relação com a postura do que as pessoas imaginam. A cabeça e a espinha se equilibram em relação à gravidade. Quando a má postura força a lombar para frente, a parte superior das costas vai para trás para compensar. Em resposta, o pescoço é forçado para frente.

Você pode usar uma parede para ajudar a alinhar seu corpo corretamente e melhorar a postura: vire de costas para a parede e incline o corpo para frente alguns centímetros; suas nádegas e seus ombros devem tocar a parede, e a parte de trás da cabeça deve ficar próxima à ela; mantenha seu queixo firme; agora, afaste-se da parede; volte e veja sua posição; tente manter essa postura durante todo o dia.

Mantenha a boa forma - estar acima do peso também força os músculos do corpo, incluindo os do pescoço.

Fortaleça os músculos do estômago - assim como a má postura e a obesidade podem causar tensão muscular no pescoço, pouco tônus nos músculos do estômago força a parte superior das costas para trás e o pescoço para frente. Faça exercícios, como curvar-se com os joelhos dobrados (feitos basicamente sentado, em que você levanta somente a cabeça e a parte superior das costas, em vez de todo o dorso, fora do chão) para fortalecer os músculos abdominais.

Faça exercícios para o pescoço - dois tipos de exercícios para o pescoço podem ajudar a aliviar e prevenir a dor: exercícios leves de movimentos variáveis e exercícios isométricos. Faça compressa quente no pescoço antes de fazer os exercícios. Cada exercício deve ser feito cinco vezes por sessão, três sessões por dia.

Os exercícios de movimentos variados ajudam a alongar os músculos do pescoço. Sente-se ereto, porém relaxado. Lentamente, vire sua cabeça para a direita, o máximo que puder, mantenha-se nessa posição e volte ao centro. Repita o movimento para a esquerda. Então, baixe o queixo lentamente em direção ao tórax, mantenha-se nessa posição e relaxe. Levante a cabeça. Agora, incline a cabeça em direção ao ombro esquerdo, mantenha-se nessa posição e volte ao centro. Faça o mesmo com o lado direito.

Os exercícios isométricos são realizados contra resistência, mas sem mover a cabeça. Experimente essa rotina:

Sente-se ereto e relaxado, coloque a mão na testa e pressione-a contra a palma da mão, de modo a impedir o movimento; coloque sua mão direita no lado direito da cabeça e pressione-a contra a mão (como se tentasse levar a orelha direita até o ombro), mas use a mão para impedir o movimento da cabeça. Faça o mesmo com o lado esquerdo; coloque as mãos atrás da cabeça, enquanto tenta empurrá-la para trás, impedindo seu movimento com as mãos; pressione a mão contra o lado direito do rosto, enquanto tenta girar a cabeça em direção ao ombro direito, impedindo o movimento com a mão. Repita, pressionando a mão esquerda contra o rosto, enquanto tenta olhar sobre o ombro esquerdo.
Mantenha a forma - quanto mais forte e flexível você estiver, menor a probabilidade de sofrer dores no pescoço. A natação é um dos melhores e mais completos exercícios para fortalecimento do pescoço e das costas.

Mantenha o trabalho no nível dos olhos - se o desconforto do seu pescoço começa no final dia, é provável que seu local de trabalho ou seus hábitos de trabalho sejam a causa do problema. As pessoas geralmente ficam com "dor no pescoço" de tanto ficarem olhando para baixo ou para cima, durante longos períodos, no trabalho. Se possível, sempre mantenha seu trabalho no nível dos olhos. Mude a altura de sua cadeira, mesa ou monitor, use um suporte para deixar os materiais de leitura e uma escadinha, banquinho ou um apoio mais alto para pegar alguma coisa no alto.

Faça intervalos freqüentes - mude a posição do corpo com freqüência, especialmente se tiver que ficar em uma posição fisicamente estressante. Levante e ande pelo menos uma vez a cada hora.

Esqueça hábitos que "forcem o pescoço" - você segura o telefone entre o pescoço e o ombro? Você geralmente dorme sentado em uma cadeira e levanta com a cabeça pendurada para trás ou com o queixo encostado no peito? Você lava sua cabeça na pia? Todos esses hábitos podem causar tensão no pescoço. Fique atento a esses hábitos que prejudicam seu pescoço e substitua-os por hábitos saudáveis.

Durma em um colchão firme - se você acorda de manhã com o pescoço duro ou dolorido, provavelmente seu colchão, travesseiro ou seus hábitos de sono sejam os culpados. Use um colchão firme e mantenha sua cabeça alinhada à coluna. Não durma de bruços, já que força a cabeça para cima. Evite travesseiros que sejam muito altos e duros e experimente travesseiros de pena ou de flocos de espuma, em vez de espuma de borracha.

Como você pode ver, muitos dos seus hábitos diários podem contribuir para a dor no pescoço. Siga os passos citados nesse artigo para manter seu pescoço firme e saudável.

Publications International, Ltd.

terça-feira, 12 de outubro de 2010

Alongamento lateral

Estique o corpo na região da cintura e costas com esse alongamento. Use a postura correta e uma técnica suave. Respire e relaxe.

Passo 1
Sente-se com a postura ereta, o tronco erguido e as pernas cruzadas.


Passo 2
Levante o braço esquerdo sobre a cabeça, erguendo o corpo e estendendo a coluna. Coloque a mão direita no chão para ajudar a segurar o corpo.


Passo 3
Continue o alongamento dobrando o cotovelo direito, mas continue esticando o corpo pela cintura. Mantenha a posição por 30 a 60 segundos. Repita o procedimento levantando o braço direito.

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Crochetagem - Combate a dor muscular


Definição

A Crochetagem é um método de tratamento das algias mecânicas do aparelho locomotor, pela destruição das aderências e dos corpúsculos irritativos inter-aponeuróticos ou mio-aponeuróticos através de ganchos colocados e mobilizados sobre a pele.
Fibrólise: alongamentos, ruptura das fibras.
Percutânea: projeção das estruturas anatômicas sobre a pele.

Histórico:

O fundador desta técnica é o fisioterapeuta sueco Kurt Ekman. Ele trabalhou na Inglaterra ao lado do Dr. James. Cyriax durante os anos pós-segunda guerra mundial. Frustrado por causa dos limites palpatório das técnicas convencionais, inclusive a massagem transversa profunda de Cyriax, ele elaborou progressivamente uma série de ganchos e uma técnica de trabalho.

A sua reputação se desenvolveu depois do tratamento com sucesso de algias occipitais do nervo de Arnold, de epicondilites rebeldes e de tendinites de Aquiles rebeldes. Durante os anos 70, ele ensinou seu método para vários colegas, como P. Duby e J. Burnotte. Estes perpetuaram o ensino de Ekman lhe dando uma abordagem menos sintomática da patologia.

De fato, no inicio Ekman tinha uma abordagem direta e agressiva, ou seja, dolorosa. Esta abordagem prejudicou durante muito tempo à técnica. P. Duby e J. Burnotte se inspiraram do conceito de cadeias musculares e da filosofia da osteopatia para desenvolver uma abordagem da lesão mais suave, através da diafibrólise percutânea.

Os efeitos da Crochetagem :

Efeito mecânico:

- Nas aderências fibrosas que limitam o movimento entre os planos de deslizamento tissulares.
- Nos corpúsculos fibrosos (depósito úricos ou cálcios) localizados geralmente nos lugares de estases circulatório e próximo ás articulações.
- Nas cicatrizes e hematomas, que geram progressivamente aderências entre os planos de deslizamento.
- Nas proeminências ou descolamentos periósteos.

Efeito circulatório:

A observação clínica dos efeitos da diafibrólise percutânea parece demonstrar um aumento da circulação sangüínea e provavelmente da circulação linfática. Ainda, o rubor cutâneo que segue uma sessão de crochetagem parece sugerir uma reação histámica .

Efeito reflexo:

A rapidez dos efeitos da Crochetagem, principalmente durante a aplicação ao nível dos trigger points (gatilho, de inibição, do tipo Knapp, Jones, Travell…) sugerem a presença de um efeito reflexo.

Indicações:

- As aderências consecutivas a um traumatismo levando a um derrame tecidual.
- As aderências consecutivas a uma fibrose cicatricial iatrogênica cirúrgica.
- As algias inflamatórias ou não inflamatórias do aparelho locomotor: miosite, epicondilites, tendinites, periartrites, pubalgia, lombalgia, torcicolo… .
- As nevralgias consecutivas a uma irritação mecânica dos nervos periféricos, occipitalgia do nervo de Arnold, nevralgia cervico-braquial, nevralgias intercostais, ciatalgia.
- As síndromes tróficas dos membros: algoneurodistrofia, canal do carpo.

Contra-indicações:

- O terapeuta: agressivo ou não acostumado com o método.
- Os maus estados cutâneos: pele hipotrófica, pele com úlceras, as dermatoses (eczema, psoríase).
- Os maus estados circulatórios: fragilidade capilar sangüínea, reações hiperhistamínicas, varizes venosas, adenomas.
- Pacientes que estão fazendo uso de anticoagulantes
- Abordagens demasiadamente diretas em processos inflamatórios (tendosinovite,…).
- Psicológica (estresse, emoções;…) idade (crianças ou idosos) ou solicitação do paciente.

Descrição do material:

Depois de ter testado vários materiais como a madeira, osso e outros K. Ekman criou uma série de gancho de aço para atender às exigências do seu método.

Cada gancho apresenta uma curvatura diferente permitindo o contato com os múltiplos acidentes anatômicos que se interpõem entre a pele e as estruturas a serem tratadas.

Cada curvatura se acaba em uma espátula que permite reduzir a pressão exercida sobre a pele. Isto permite reduzir a irritação cutânea provocada pelo instrumento. Além disso, cada espátula apresenta uma superfície externa convexa e uma superfície interna plana. Esta configuração cria entre as duas superfícies um bordo bisoté e desgastado.

Esta estrutura melhora a interposição da espátula entre os planos tissulares profundos inacessíveis pelos dedos do terapeuta, e permite a Crochetagem das fibras conjuntivas delgadas ou dos corpúsculos fibrosos em vista de uma mobilização eletiva.

domingo, 10 de outubro de 2010

Pontecializando o treinamento



5 estratégias mentais para potencializar o treinamento desportivo

Cada dia de esforço e tempo dedicado ao treino determina o retorno do resultado desportivo que o atleta irá alcançar no futuro. Isto acontece porque à medida que o atleta vai acumulando o trabalho dos vários dias de treino, vai condicionando a sua mente e o seu corpo para ter um determinado desempenho com uma postura ou abordagem específica, transformando-se na sua atitude em competição.

Possivelmente existem atletas que treinam menos bem e nem tão pouco se preocupam se estão a ter uma atitude promotora de bons desempenhos ou não, e ainda assim conseguem bons resultados.

Mas por cada um destes, existe um milhar que não consegue. Você não tem que ser um atleta profissional ou um campeão olímpico para ser um atleta bem-sucedido. Nem tem que ter uma sala cheia de troféus, ganhar um campeonato nacional, ou fazer a primeira página da secção de desporto.

Eles estabelecem metas ambiciosas, mas realistas para si e para com o treino duro e exigente. Eles são bem sucedidos porque estão perseguindo os seus objetivos e a desfrutar ao máximo do seu esporte.

A sua participação no esporte enriquece a sua vida, acreditando que vale a pena o esforço que colocam diariamente no treino.

A seguir 5 estratégias mentais bastante relevantes no contributo que dão para o sucesso dos atletas nos mais variados esportes. Podem todas ser aprendidas e melhoradas através de boas instruções e da prática regular e programada.

TRABALHAR A ATITUDE

Todos os dias o atleta deverá trabalhar no desenvolvimento de um atitude poderosa face ao treino duro e exigente que na grande maioria das vezes lhe causa dor e fadiga extrema. O objetivo aqui é não se focar no lado “negativo” do treino, mas sim focar-se sempre na recompensa que irá obter de todo o trabalho duro que realiza.

Deverá focar nas emoções e sensações que irá ter quando alcançar o resultado desejado, e que o treino árduo é sem dúvida o caminho para o sucesso. Assim estará a construir uma atitude confiante – “isto é fantástico, farei tudo o que tiver ao meu alcance e enfrentarei os desafios e a dureza do treino com coragem e alegria”.

Este tipo de atitude irá “condicionar” e “programar” a mente e o corpo de forma implacável face às adversidades e dificuldades até que consiga atingir os resultados pretendidos. Com esta atitude consegue construir um bloqueio às auto-sabotagens e de uma vez por todas não inventar desculpas sem sentido. O atleta deverá focar-se a 100% na recompensa do seu treino, e não nos aspectos negativos.

2. TRABALHAR A TENACIDADE MENTAL

Por exemplo, se o corpo de um nadador consegue nadar uma determinada distância com facilidade mas a sua mente não, então estará com um grave problema para resolver – e isto é muito usual nos atletas.

Terá então de desenvolver a sua resistência mental para que não se esteja a deitar a baixo constantemente, como de uma luta se trata-se entre o corpo e a mente sempre que o treino é exigente. O atleta deverá relembra-se a si mesmo, usando as afirmações – “ eu consigo nadar com facilidade” ou “ mesmo em esforço eu consigo nadar até completar a série”.

Deverá construir uma mentalidade de combate à adversidade, para isso sempre que o treino esteja “difícil” deve usar a visualização e ver-se a fazer aquilo que pretende executar, permitindo automaticamente focar-se no que é importante e não na dor.

Ao desenvolver a sua resistência mental, aumenta largamente a capacidade de dar indicações a si próprio nos momentos difíceis, focando-se com discernimento naquilo que é importante para a obtenção de um bom resultado.

3. EXTRAIR OS ASPECTOS POSITIVOS

Uma das técnicas vulgarmente utilizadas por muitos atletas bem sucedidos é a revisão mental dos aspectos positivos no treino. Muitos utilizam a parte do treino dedicada à descontração, outros fazem-no no caminho para casa.

O mais viável é o atleta fazer este exercício de forma sistematizada, e uma das formas eficazes de o realizar, é procurar um local calmo onde se possa sentar ou deitar de forma confortável, de preferência colocando-se num estado de relaxamento induzido e depois fazer o exercício mental.

Isto faz com que o atleta crie um hábito de concentra-se nos aspectos positivos do seu treino e daquilo em que ele é eficaz. Este exercício mental permite criar aquilo que em psicologia chamamos de “pistas” pequenas associações que se fazem, que permitem ligar os circuitos motores e neuronais da boa execução.

As “pistas” (uma palavra, um gesto, uma imagem, uma sensação, ou outra coisa qualquer que o atleta escolha) são um estímulo muito poderoso que o atleta gravou na sua memória e que lhe associou um conjunto de movimentos, estratégias e emoções que o colocam no seu melhor estado para a realização das ações desportivas.

Os bons hábitos diários criam vias poderosa que aumentam a auto-eficácia do atleta e consequentemente o seu sucesso.

Por este motivo o atleta deve propor-se a este exercício mental de extrair os aspectos positivos do seu treino, e associar-lhe uma pista poderosa para poder voltar a utilizar numa próxima sessão de treino e/ou em competição, aumentando-lhe a percepção de auto-eficácia e a confiança e consequentemente a performance.

4. DIMINUIR OS EFEITOS DA DOR

Uma das maiores habilidades que a mente possui a favor do atleta é a sua capacidade de diminuir a dor. Todos nós possuímos no nosso corpo analgésicos naturais, como aqueles que estão disponíveis nas farmácias.

É bastante comum ler nos jornais que, algumas pessoas que perderam membros num acidente grave, relatam não terem tido dores no momento do acidente, porque o sistema poderoso da mente, e o sistema imunitário, imediatamente libertam morfina e outros analgésicos para a área afetada, inibindo todas as sensações de dor da vítima. Esta incrível capacidade da mente e do corpo pode ser facilmente utilizada por atletas, principalmente os que praticam esportes de resistência.

Um dos aspectos mais fascinantes sobre os atletas é que a grande maioria já tem a sua mente preparada para sentir a dor! Por exemplo, praticamente todos os atletas têm a noção dos seus limites e das suas capacidades, isto é realmente bom, pois permiti-lhes continuarem a esforçar-se para tentar ultrapassa esses mesmos limites.

No entanto, esta percepção de limites torna-se por si incapacitante em algumas situações, dado que o atleta já conhece a sua zona de sofrimento, ou seja, já sabe em que momento da sua prestação irá começar a instalar-se o desconforto e a dor. E isto é efetivamente incapacitante, pois mesmo que o atleta fosse capaz de continuar sem sensações desagradáveis, vai colocar-se num estado de incapacidade por indução, por auto-sugestão da dor, é como se a dor fosse virtual.

Perante isto o que poderá então o atleta fazer?

Conseguir treinar e competir, não sem a total inibição da dor, mas a reduzi-la de forma substancial ou a conseguir aguentar a dor sem sacrifício da performance.

Isto é possível de diferentes formas, mas uma das é através da introdução de uma sugestão de auto-hipnose para que a sua mente atrase o aparecimento da dor 20 metros mais adiante que anteriormente.

Vai-se assim condicionando o atleta a ir atrasando o aparecimento da dor através de um conjunto de estratégias de auto-sugestão de distração e de dissociação da dor. Este método, tal como o treino físico necessitam de prática, e vai-se melhorando pouco a pouco até ao ponto de a dor não ser mais impeditiva de o atleta realizar performances para a qual o seu corpo é capaz.

5. EVITAR O EXCESSO DE INFORMAÇÃO

Os atletas possuem a habilidade de seletivamente focarem-se naquilo que pretendem. Esta característica mental torna-se preponderante na realização do seu esporte, exercício ou disciplina técnica, mas apenas se conseguirem dirigir a atenção para as “pistas” ou “atalhos” que promovem a boa performance.

Igualmente significativo é perceber o que é que não é relevante para a execução de uma boa performance, e assim conhecer o que é motivo de distração e sabotagem de uma boa execução.

A Informação em excesso, ou informação não significativa é envida em forma de sinal ou estímulo para o corpo, podendo gerar alguma confusão.

Este processo pode promover um estado de indecisão, levando a que o corpo não execute os movimentos ou resultados desejados. Assim que consiga perceber ou identificar as pistas ou atalhos de performance e consiga de forma clara reconhecer as distracções e pistas ou informação não relevante, coloca-se numa melhor posição para conseguir atingir um estado de total imersão no seu desempenho.

Atingir este estado, leva o atleta a conseguir colocar-se na sua Zona de Ótimo funcionamento ou atingir a sua Zona de Foco.

Pistas sem importância ou distrações como por exemplo, poder estar a pensar num passe falhado, ou numa técnica falhada, assim como o que a equipe ou o treinador poderão dizer, afasta o atleta daquilo que é importante focar-se para obter um bom rendimento. Aprender novas habilidades e desenvolver novas capacidades leva tempo.

Não importa se você está a aprender habilidades físicas ou mentais, a repetição e aplicação são necessárias nas práticas diárias do treino.

E importante o desenvolvimento da tenacidade mental através do refinamento da capacidade de foco naquilo que o atleta reconhece como sendo as suas pistas para a boa performance. Os atletas que conseguem perceber e desenvolver esta capacidade ganham uma vantagem competitiva.


Fonte: Escola Psicologia.com

sábado, 9 de outubro de 2010

Massagem esportiva


Aconselhada, principalmente, para pessoas que fazem esforços físicos intensos e regulares, como atletas e praticantes de exercícios físicos frequentes.

Pode ser utilizada antes da prática do esforço físico intenso, de modo a prevenir possíveis lesões musculares, bem como depois da atividade física, contribuindo para a redução da tensão muscular.

É aplicada na prevenção e recuperação de lesões, tais como: estiramentos, contusões, bursites, distensões, tendinites e fraturas por estresse. Outro aspecto é que a massagem desportiva aumenta a rentabilidade do atleta, tonificando os tecidos moles do corpo, como músculos, ligamentos e tendões.

Somos corpo e mente necessitando constantemente de cuidados. É nesse sentido que trabalhamos para reconfortar e para preservar o equilíbrio, segundo técnicas e terapias mais adequadas às necessidades de cada um.
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