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sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Vantagens da Massagem Desportiva


O maior benefício de uma massagem desportiva é o tratamento de lesões relacionadas com a prática do desporto. Conheça os benefícios e aplicações.

É uma massagem específica para aliviar as tensões musculares e as inflamações dos músculos depois dos eventos desportivos. É também muito utilizada para aquecer e relaxar os músculos antes das provas, seja em atletas amadores como em atletas de alta competição, como é o caso dos atletas olímpicos.

Para Que Servem as Massagens Desportivas
Todos os atletas desejam aumentar as suas performances desportivas para poderem ser mais competitivos e ganharem nas suas modalidades de competição. Para conseguirem ser os melhores, precisam de seguir um plano de treino rigoroso que faça aumentar as suas capacidades a habilidades, como a força, resistência e velocidade.

O problema é que o aumento dos níveis dos treinos também aumentam as probabilidades de existirem lesões musculares graves, que impedem a competição durante vários meses e em casos mais graves podem mesmo impedir a continuidade do atleta.

Treino Muscular Excessivo
Quando um atleta aumenta a sua rotina de treino, quase sempre utiliza os músculos de forma exaustiva, causando stress nos tecidos musculares. Um dos problemas é que estes atletas, com a ânsia de melhorarem, ignoram as dores musculares, o que é um erro completo, porque estas dores musculares iniciais podem transformar-se em lesões gravíssimas que podem até acabar com uma carreira.

Quanto mais ignorarem uma lesão, mais susceptíveis ficam para novas lesões e dores musculares.

Fazer a Massagem Desportiva
Uma das formas de encorajar os músculos a recuperarem após os treinos é através da massagem desportiva, porque alivia todas as tensões e o ácido lácteo nos músculos exaustos. Com isto o sangue e oxigénio podem voltar aos músculos e fazer uma reparação eficaz dos tecidos musculares, originando músculos mais fortes e resistentes.

Por isso é que as massagens desportivas são tão utilizadas em alta competição, já que ajudam os atletas a prevenirem lesões por utilização muscular excessiva.

Se pratica esportes, visite uma clínica de massagens para receber e aprender como fazer uma massagem desportiva, para evitar as dolorosas lesões no futuro.

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Dez dicas para um treino eficiente


1.TREINE PELO MENOS TRÊS VEZES POR SEMANA. É o mínimo para os efeitos da corrida começarem a ser sentidos. Apenas a partir deste ponto, começa a haver a supercompensação, pois os intervalos entre os estímulos não ficam tão grandes e o corpo pode realizar o processo de adaptação ao esforço.

2.AUMENTO DE VOLUME DEVE SER GRADUAL. Não eleve o volume dos seus treinos abruptamente, tentando atingir cargas elevadas em pouco tempo. Deve-se aumentar o volume semanal em no máximo 10% por vez.

3.TREINE EM GRUPO APENAS UMA VEZ NA SEMANA. Corra em grupo apenas um dia por semana, no treino de intensidade média. Nos outros, corra sozinho, pois há o risco de o grupo aumentar o ritmo dos treinos regenerativos ou de diminuir o ritmo dos de alta intensidade. Alguém do grupo sempre estará correndo fora do ritmo correto. Nos treinos orientados por um técnico, esse perigo é minimizado pelo planejamento individual semanal.

4.OS ORGANISMOS SÃO DIFERENTES. Esqueça os conselhos dos parceiros de corrida. Cada corpo tem características próprias e o que serve para eles não necessariamente é o melhor para você.

5.RESPEITE OS PERÍODOS DE DESCANSO. Entre os treinos é necessário um período de descanso para seu corpo se recuperar dos desgastes, realizar a supercompensação e também evitar lesões e fraturas. Treinar antes de o corpo completar esse processo prejudica sua performance. O período de descanso é maior quanto maior o volume ou intensidade do treino.

6.APROVEITE A RECUPERAÇÃO ATIVA. Parte do descanso pode ser feita com recuperação ativa, que consiste em realizar atividades físicas paralelas de baixo impacto, como natação e ciclismo.

7.DIMINUA O VOLUME AO FINAL DE CADA MESOCICLO. Essa diminuição no último microciclo de cada mesociclo serve para o corpo se recuperar do desgaste. Esse microciclo recuperativo pode ser adiantado caso seja necessário, afinal você deve acompanhar sua evolução e avaliar se está se sobrecarregando.

8.EVITE O OVERTRAINING. Evite sobrecargas exageradas para não entrar em overtraining, ou seja, queda de rendimento por excesso. Após um treino longo ou de alta intensidade, deve vir um treino regnerativo ou um dia de descanso. Siga com rigor sua planilha, pois nada que é exagerado é produtivo.

9.CONHEÇA SEU RITMO. A cada treino, preste atenção no ritmo em que está correndo e na sua percepção de esforço, para reconhecer o que é fraco, moderado, um pouco forte, forte, e muito forte. Acompanhe sua freqüência cardíaca e sua evolução em cada treino para avaliar se está se desenvolvendo no ritmo certo, dar feedback para seu treinador e correr suas provas.

10.RESPEITE SEUS LIMITES DURANTE A PROVA. Não hesite em diminuir o ritmo ou até andar, se estiver apresentando sinais de fadiga. Não é demérito e se trata de uma questão de segurança e preservação: você poderá correr a próxima prova em boas condições. Verifique a temperatura média e o relevo do percurso para poder ter controle da situação quando for correr.

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Pubalgia

DOR NO QUADRIL PODE SER PUBALGIA
O termo pubalgia denomina dor no púbis (o osso que se localiza no final do músculo do abdome, sob a região genital; faz parte do osso do quadril - veja figura a seguir -.



Essa denominação é muito abrangente, o que muitas vezes gera confusão, pois seus sintomas podem se assemelhar a outras patologias. Para alguns autores este termo é usado para a ocorrência da lesão do canal inguinal, mais conhecida como hérnia inguinal.

Outras patologias que têm sintomas parecidos são: hérnia inguinal, doenças geniturinárias, osteítes púbicas (síndrome do músculo grácil e síndrome do músculo piriforme), prostatite, bursites na região do quadril ou artrite do quadril.

Porém, mais de uma causa pode estar associada à dor no quadril. Abordaremos nesta matéria somente a dor na virilha relacionada à tensão da musculatura dessa região com ou sem alteração do osso do púbis e sem hérnia inguinal.

A dor na região do púbis ou na virilha é muito comum em atletas e pode ser aguda ou crônica. Acomete principalmente jogadores de futebol e tênis, mas também corredores de longa distância (maratonistas) quando em treinos de tiro, ou corredores de aventura.

É mais freqüente em homens do que em mulheres devido à quantidade proporcional de praticantes de futebol e também às diferenças anatômicas e biomecânicas dessa região do corpo (a bacia da mulher se adapta melhor aos impactos dos esportes).

Mecanismos de lesão e causas.
Os mecanismos de lesão podem incluir alterações rápidas de direção, movimentos repetidos de corrida associados a desequilíbrios musculares, traumas diretos, diferenças no comprimento dos membros inferiores, prática esportiva em pisos duros, uso de calçados inadequados e excesso de treino.

A causa mais comum da dor na virilha é a distensão ou tensão exagerada da musculatura que envolve esta região, abrangendo os músculos adutor longo, reto abdominal, iliopsoas, pectíneo e reto femoral.


Pouca flexibilidade da musculatura da região do quadril e pélvis, assim como instabilidade de quadril e desequilíbrio muscular entre adutores e músculos do abdômen, também podem contribuir para o surgimento da pubalgia.

Quando a pubalgia tem sua causa na musculatura, o músculo e tendão mais acometido normalmente é o do músculo adutor (porção longa), podendo apresentar uma inflamação crônica ou até uma lesão das fibras (ruptura de uma parte do tendão ou músculo).

Outro músculo comumente acometido é o reto abdominal na porção que se insere no osso púbis. A tensão nestes dois músculos desequilibra o quadril, pois o músculo reto abdominal traciona o osso do quadril para cima, enquanto o adutor puxa para baixo.

Sintomas.
A dor é bem localizada na virilha e pode acometer apenas um lado ou os dois. Normalmente ocorre durante a corrida (ou outro esporte), mas se o atleta continuar correndo a dor pode aparecer durante outras atividades como sentar-se e levantar-se de uma cadeira, subir e descer escadas, agachar, mudanças de direção abrupta, aceleração e chute. Corredores normalmente apresentam dor localizada e forte desde o início da doença.

Se houver irradiação da dor, o atleta pode sentir incômodo na região de abdome inferior, adutores, região genital e lombar, caso haja associação com alterações da articulação sacroilíaca (junção do quadril e porção final da coluna).

Diagnóstico.
Quanto mais demorado for o início do tratamento maior será o tempo de recuperação. Quando diagnosticado e tratado rapidamente o corredor tem a chance de não se afastar da corrida, tendo apenas o seu treino modificado até a recuperação total. O tempo de afastamento do esporte depende de cada caso.
O diagnóstico médico é de extrema importância.

Além do exame físico, os exames de imagem auxiliarão o médico a fazer o diagnóstico correto. O raio X pode mostrar lesão do osso púbis, calcificação dos tendões acometidos, osteoartrite ou instabilidade pélvica. Já a tomografia computadorizada e a ressonância magnética podem evidenciar outras causas da dor na virilha, como a existência de hérnia inguinal ou lesões musculares e tendíneas.

Tratamento.
O tratamento para dor na virilha decorrente da hérnia inguinal é, na maioria das vezes, cirúrgico. Já o tratamento para pubalgia decorrente das alterações musculares e ósseas é conservador. Esse é o principal motivo de escolhermos o segundo tipo para aqui abordarmos. Além do tratamento médico, a acupuntura e a fisioterapia auxiliarão a completa recuperação.

O objetivo do tratamento fisioterápico consiste em diminuir a dor e a inflamação, aumentar a resistência do tendão ou tendões acometidos, restabelecer o equilíbrio muscular, melhorar a estabilidade do quadril e da coluna.

É recomendada a aplicação de bolsa de gelo por 20 minutos no local da dor, duas a três vezes por dia, desde o início do aparecimento da dor até o final do tratamento.

No início da patologia não se deve correr com dor. Muitas vezes, após a realização do tratamento correto, no retorno ao esporte pode acontecer um pouco de dor durante a corrida, mas essa dor pode ser descrita mais como um incômodo do que dor. A musculatura acometida precisa de um tempo de adaptação, o que justifica esse incômodo, bem diferente da dor durante a pubalgia.

A pubalgia é um grande desafio na medicina esportiva. Não é apenas um problema para ser diagnosticada, mas também de difícil tratamento. Se não tratada corretamente pode se tornar crônica e atrapalhar a vida esportiva dos atletas. É uma patologia que requer um acompanhamento multidisciplinar.

Siga sempre a orientação do seu médico e procure um profissional capacitado para acompanhar a sua reabilitação.

terça-feira, 5 de outubro de 2010

Conheça os benefícios da Ginástica Laboral


Exercícios feitos duas vezes por semana já apresentam resultados

O sedentarismo é o maior vilão da saúde, já que somamos a falta de tempo com a preguiça para praticar alguma atividade e acabamos engordando e aumentando os riscos de contrairmos algum tipo de doença, como pressão alta e diabetes. Uma forma que as empresas encontraram para diminuir os casos de doenças e problemas musculares em seus funcionários foi a ginástica laboral, que utiliza exercícios praticados em pouco tempo e que podem ser feitos sem uniforme ou em uma academia.

A ginástica laboral aplica exercícios durante a jornada de trabalho e proporciona muitos benefícios quando feita corretamente. De acordo com Valquiria de Lima, presidente da Associação Brasileira de Ginástica Laboral (ABGL), os resultados começam a aparecer quando a prática é feita a partir de dois dias na semana. Mas para que os resultados sejam satisfatórios e não haja nenhum tipo de problema decorrente de exercícios mal praticados é necessário a presença de um instrutor, já que se a ginástica laboral for feita de forma errada porderá acarretar em mais problemas de saúde.

As empresas buscam profissionais de educação física para orientar a ginástica laboral aos seus funcionários, que passam a ter acesso a uma atividade física e melhoram o estilo de vida, além de trazer o convívio social entre os empregados, já que os exercícios são feitos em grupo, independente dos níveis hierárquicos da empresa. Desta forma, a ginástica laboral busca prevenir as lesões e acidentes de trabalho e levar o bem-estar a todos os funcionários, que passam a ter consciência sobre seu corpo e os limites dele.

É preciso saber que os exercícios não tem foco terapêutico. "A ginástica laboral é uma atividade física com o objetivo de diminuir a carga gerada pelo trabalho e para fazer com que o funcionário tenha percepção de seu corpo, o conheça melhor", afirma Valquiria. Um dos problemas físicos que podem surgir pelo sedentarismo são os ligados a movimentos repetitivos, como a L.E.R. (Lesão de Esforço Repetitivo) e D.O.R.T (Distúrbios Ortomoleculares Relacionados ao Trabalho). Estes problemas são os maiores causadores de afastamentos de funcionários, já que se torna impossível trabalhar com estes tipos de lesões. Mas é preciso informar o profissional quando houver uma lesão ou doença antes do início da prática, pois é necessário procurar um médico para que ele possa informar se o tipo de problema permite que os exercícios sejam realizados.

Infelizmente, as pessoas somente pensam no corpo quando as dores surgem. Postura errada para digitar, andar e sentar são um grande problema, pois é preciso deixar para trás alguns hábitos para poder viver melhor. Quantas vezes você não reparou que estava andando como se estivesse literalmente carregando o mundo nas costas? Esse problema pode se tornar crônico e com a necessidade de uma cirurgia para corrigir esse desvio na coluna. Entre as lesões mais frequentes estão as na coluna cervical, nos ombros, nos cotovelos, nos punhos e nas mãos. O afastamento de um funcionários por um desses problemas é prejudicial não somente ao trabalhador, mas também ao empregador.

Os exercícios de ginástica laboral são feitos de cinco a 15 minutos, podendo ser praticados diariamente, e tentam exercitar as partes do corpo onde as lesões são mais frequentes. Por isso, a prática é benéfica tanto a empresa quanto ao trabalhador. Os principais benefícios da ginástica laboral é o aumento da auto estima, melhora na flexibilidade, agilidade, ritmo, resistência, além de ser uma arma contra o sedentarismo, estresse e ansiedade. Além disso, quando os exercícios são feitos há uma maior interação entre todos os funcionários, que se sentem mais motivados para trabalhar.

O objetivo da ginástica laboral é proporcionar ao funcionário uma melhor utilização de sua capacidade funcional através de exercícios de alongamento e relaxamento. Para tirar maior preveito das atividades é necessário saber qual tipo de exercício se encaixa melhor para o setor ou a todos os funcionários da empresa. Inicialmente, a ginástica laboral era conhecida como "ginástica de pausa", mas hoje foram desenvolvidos outros exercícos como o preparatório, compensatório e relaxante.

Os tipos de exercícios de ginástica laboral são:

Ginástica Preparatória - Deve ser realizada antes do início do trabalho ou logo nas primeiras horas. Os exercícios são elaborados para o aquecimento e alongamento de determinadas partes do corpo, permitindo assim que aumente a circulação sanguínea. A atividade é indicada para funcionários de áreas que atuam com máquinas, para que o corpo esteja preparado para a jornada de trabalho.

Ginástica Compensatória - É realizada durante a jornada de trabalho, dando uma pausa no expediente para compensar os músculos que não são utilizados durante o dia. Os exercícios buscam diminuir o cansaço com descontração muscular e relaxamento. A ginástica é indicada para as área administrativas ou em que o funcionário fique sentado por muitas horas em frente do computador.

Ginástica Corretiva - Utiliza-se de exercícios de alongamento, fortalecimento muscular e conscientização corporal, reeducando sobre como manter a postura e movimentos, para assim evitar as lesões e dores, sendo usada para a reabilitação, mas não é mais usada pelos profissionais nas empresas. Os exercícios costumam dar mais foco aos músculos do tronco e dos braços para melhor estabilizar e proteger a coluna.

Ginástica Relaxante - Feita no fim do expediente, tem o objetivo de relaxar o funcionário para livrá-lo das tensões acumuladas durante a jornada de trabalho, desta forma permite que o trabalhador se recupere do desgaste exigido durante o dia. É indicada aos trabalhadores do terceiro turno, como seguranças e enfermeiras que trabalham no período da noite e madrugada.

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Crioterapia para Lutadores


Água e gelo. Parece simples, mas especialistas garantem que a crioterapia traz benefícios para lutadores. O termo crioterapia significa “terapia pelo frio”. Qualquer tipo de uso do gelo ou de aplicações com frio cujos objetivos sejam terapêuticos é, assim, crioterapia. Em suma, é a aplicação terapêutica de qualquer substância ao corpo, resultando numa retirada do calor corporal e, por intermédio disso, redução da temperatura tecidual.

Alguns autores afirmam que adicionar ao gelo uma pequena quantidade de sal parece aumentar os efeitos fisiológicos da crioterapia. No livro Pronto Pra Guerra, abordamos o tema em profundidade, somado a outras técnicas bem empregadas para acelerar a recuperação de atletas de elite de modalidades de combate.

Mania entre atletas brasileiros, é comum ver Rodrigo Minotauro e Demian Maia imersos nas águas geladas após fortes sessões de preparação técnico-tática ou física. O preparador físico Rafael Alejarra, asseverou anteriormente em matéria publicada na Revista TATAME: “O benefício mais perseguido da crioterapia é o efeito analgésico que ela propicia, de forma localizada, sem a utilização de agentes farmacológicos”.

A terapia utilizando o frio não cura nenhuma enfermidade; contudo, supostamente, constitui ferramenta valiosa que auxilia no tratamento de várias patologias ortopédicas e neurológicas. Quando aplicada adequadamente, parece reduzir o espasmo muscular que acompanha a hérnia de disco, lombalgias, cervicalgias, sintomatologia dolorosa e problemas articulares.

Na literatura científica, apesar de não haver material vasto sobre o tema confirmando seus resultados e o que tem publicado ser inconclusivo, alega-se que os principais efeitos fisiológicos são: anestesia, redução da dor, redução do espasmo muscular após treino intenso, relaxamento, mobilização precoce, melhora a amplitude de movimento, redução do metabolismo, redução da inflamação, redução do edema, quebra do ciclo dor-espasmo-dor, etc.

O lutador do UFC, Demian Maia, experimentou o recurso antes de uma luta, e, aparentemente, aprovou: “Esse método é excelente. Depois de fazer a imersão, você sente um pouco de frio, mas depois toma um banho quente e sente a musculatura bem relaxada”, alegou.


Leandro Paiva

domingo, 3 de outubro de 2010

Coachiing esportivo é nova estratégia para atletas alcançarem resultados



Imagine o calendário dos grandes times de futebol. Enquanto rolam os campeonatos estaduais, muitos jogadores também tem a atividade extra de outras "copas" nacionais ou "taças" internacionais. Em que o time deve focar? Qual a melhor maneira de usar um campeonato para testar táticas? Agora visualize um atleta de esporte individual. Mais do treinar muito, ele deve planejar bem sua carreira, analisando onde quer chegar e que competições quer conseguir estar no pódio. Para responder a essas perguntas e conseguir montar um planejamento consistentes, muitos esportistas e clubes estão procurando profissionais especializados em coaching.

Coaching envolve você ter um tutor para determinada área (seja profissional, pessoal, afetiva etc), uma pessoa que vai ajudá-lo a conseguir conquistar suas metas , através de algumas técnicas especializadas. Segundo o presidente da Sociedade Latino Americana de Coaching, Sullivan França, o coaching esportivo é uma modalidade que vem crescendo muito no Brasil e agora, especialmente depois da escolha do Rio de Janeiro como sede das Olimpíadas de 2016, a tendência é que torne-se prática comum entre os atletas.

Uma pergunta que fica é se o trabalho de um coach não pode bater de frente com o de um treinador ou técnico. "Não, é algo complementar. Inclusive quando um atleta nos procura, dificilmente colocaremos o treinador no processo. Na realidade, vamos fazer com que o esportista descubra o que ele realmente quer e como direcionar seus esforços para conseguir bater esse objetivo. Não vamos recomendar que competição ele deve entrar ou não", explica Sullivan.

O piloto de paraglider, Cristiano Ricci foi um que conseguiu através do coaching entender o que vitória significava para ele, e assim, entender que recursos possuía e os pontos de melhoria a serem buscados. O resultado, após 11 meses de coaching, foi a conquista do Circuito Sul Minério de Paraglider com 382 pontos à frente do segundo colocado. Agora, o atleta está em busca do título brasileiro e dos campeonatos pan-americano e mundial.

Hoje a maior parte dos profissionais que atendem ao curso de coaching promovidos pela Sociedade Latino Americana de Coaching são psicólogos (22%) e administradores (17%), mas a procura feita por profissionais de educação física está em visível cresimento, chegando a 13,5% dos formandos. Além disso, os esportistas também ocupam a terceira colocação entre quem busca profissionais especializados em coaching. A formação básica é feita em oito dias e envolve entender os mecanismos que o coach deve utilizar para extrair o máximo de seus coachees. Após esse curso, ele ainda pode se aperfeiçoar para se tonar um Coach Executivo ou um Leader Coach.


Serviço

SLAC - Sociedade Latino Americana de Coaching
www.slacoaching.org / info@slacoaching.org
(11) 2288-1206


Claudio R S Pucci
fonte:Terra

sábado, 2 de outubro de 2010

Dor do lado



Saiba por que ocorre e como evitar este incômodo que atinge ou já atingiu a maioria dos praticantes da corrida.

Uma das principais inimigas dos corredores, a dor aguda que aparece embaixo da costela, conhecida como dor desviada, dor do lado, dor de atleta, dor do baço entre outros nomes, costuma deixar muitos corredores com cara feia por causa do incômodo que causa.

Porém, porque essa dor aparece? Pergunta frequente entre os atletas, ela pode aparecer por dois motivos distintos: muito esforço físico para o corredor e pela respiração errônea na hora de dar as passadas.

:: Insuficiência circulatória aguda - Quando o esforço físico é maior do que a capacidade do coração de aspirar todo o retorno do sangue venoso ao coração, gera, assim, um excesso de sangue pobre em oxigênio em alguns órgãos e causa dores ou desconfortos na região do fígado (lado direito do abdômen) ou no baço (no lado esquerdo).

:: Cãibras no diafragma por deficiência respiratória - A respiração inadequada ou alta concentração de lactato sanguíneo devido a falta de condicionamento físico. Veja dicas de como respirar durante a prática esportiva clicando aqui.

Enfim, a dor vem a aparecer por causa do desconhecimento do atleta do seu próprio corpo, já que ele não sabe o quanto pode aguentar e irá forçá-lo de mais, ou por não respirar de forma correta e de maneira confortável.

Adeus, dor.
Existem muitas maneiras de acabar de vez com essas dores que insistem em aparecer. A prevenção pode ser tanto um trabalho pré-corrida, com aquecimento específico, quanto aprendendo a respirar corretamente, sabendo, assim, a quantidade de oxigênio que o seu corpo precisa para uma melhor funcionalidade.

O corredor iniciante deve começar a correr em um ritmo bem abaixo da sua velocidade média, fazendo o corpo se acostumar com a frequência de suas respirações. Um aquecimento mais lento vai acertar o trabalho muscular e ajeitará a respiração do corredor, segundo preparadores físicos.

A respiração ideal pode ser descoberta em pouco tempo: Uma maneira bem eficaz de diminuir e até acabar com as dores é intensificar a respiração, insistindo em numerosas, fortes e prolongadas expirações, o que faz o corredor se conhecer melhor em atividade, proporcionando o conhecimento da respiração ideal.

Uma das melhores maneiras de se conhecer é procurar saber qual é o seu tempo de respiração. O corredor deve saber que não pode ter uma respiração nem tão acelerada, nem tão lerda. O aconselhável é a respiração apelidada de 2x2, ou seja, que a cada duas passadas, o corredor deve inspirar e respirar corretamente. Entretanto, não acho necessário corredores se preocuparem tanto com isso, já que a respiração deve acontecer sozinha.


Fonte: O2 por minuto

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Recuperação Pós Lesão!


Durante nossa rotina de treino muitas vezes acabamos nos lesionando, seja por um incidente, cansaço, excesso de treino ou até mesmo alimentação incorreta. Quando passamos por este processo normalmente seguimos todas as recomendações, colocamos gelo, imobilizamos o local, tomamos medicamento quando é necessário e ficamos de repouso. Mas na hora de retomar os treinos ainda restam algumas inseguranças, será que já estou melhor? Vou sentir dor? Vai piorar meu quadro?

E mesmo que fisiologicamente já estejamos recuperados, nossa confiança ainda não está! O medo, a ansiedade, a perda da identidade e a diminuição da auto-estima também são outros fatores psicológicos que também podem fazer parte deste processo.

Isto se dá pois temos a impressão que nossa mente e corpo são “objetos” separados e tratamos da lesão como se ela fosse puramente um defeito no nosso meio de transporte, sem perceber que “somos” nosso corpo e não simplesmente “portamos” ele.

Sendo assim, temos que também nos preocupar com nossa recuperação mental antes de voltar aos treinos e entender que o processo de recuperação de lesões é complexo e exige tempo e dedicação.

A Massagem desportiva visa produzir um efeito relaxante no indivíduo e promover a ótima recuperação entre as sessões de treinos. Ajuda a melhorar a postura e curar dores de cabeça causadas por tensão muscular.

Professor Daniel Carneiro
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